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EH PAH!

por O Fiscal, em 30.01.16

 COMO DIRIA O OUTRO..... ««« A BRINCAR.. A BRINCAR.....»»»

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SENÃO VEJA-SE:

Não fosse Marcelo ter-se apresentado como de esquerda e ter andado com Costa ao colo teríamos hoje a Catarina a declarar que Marcelo não tinha legitimidade para ser PR.

Não veio já essa fraude ambulante que é Vasco Lourenço declarar O resultado das presidenciais é uma “fraude”, diz Vasco Lourenço....

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publicado às 20:55


HIPOCRISIA?... A RODOS!

por O Fiscal, em 28.01.16

https://www.publico.pt/politica/noticia/aumento-das-pensoes-minimas-pela-taxa-de-inflacao-prevista-vai-ser-chumbado-1721699

Aumento das pensões mínimas pela taxa de inflação prevista vai ser chumbado

PS defende que é preferível aumentar um leque maior de pensionistas ainda que em valores mais baixos. PSD responde com a "hipocrisia" da esquerda que propunha aumentos de 25 euros em 2015 e que agora se contenta com uma subida de 1 euro por mês decidida pelo Governo que apoia.

Com a proposta socialista, sobem todas as pensões, mas em cerca de um euro

O meu aumento de pensões é melhor do que o teu – é a ideia que resume o curto debate desta quinta-feira à tarde no Parlamento sobre a proposta da direita para que se aumentem as pensões mínimas segundo a taxa de inflação prevista. E que já tem prometido para amanhã, sexta-feira, o voto contra da esquerda.

Em apenas três minutos a cada partido, esquerda e direita travaram-se de razões sobre se é preferível aumentar apenas uma parte das pensões mais baixas ou um maior número de pensões, mas em valores menores. Se as pensões fossem actualizadas este ano tendo como referência a inflação de 1,5% prevista no DEO – Documento de Estratégia Orçamental como propõem o CDS e o PSD, os beneficiários da pensão social receberiam mensalmente mais 3,02 euros, da pensão rural teriam mais 3,63 euros, e a pensão mínima aumentaria 3,93 euros. Mas com a proposta de aumento de 0,4% do Governo os pensionistas recebem, respectivamente, mais 80 cêntimos mensais (pensão social), 96 cêntimos (rural) e 1,05 euros (mínima).

Filipe Lobo d’Ávila defendeu o projecto do CDS, considerando que a iniciativa, da “maior justiça social” por aumentar as pensões mais baixas, num universo que abrange mais de um milhão de pensionistas, é um “teste à coerência das bancadas da esquerda parlamentar”. Porque, havia de explicar no final do debate e depois de todas as críticas da esquerda, que a direita não é contra o aumento de pensões mas sim contra o aumento de 0,4% decretado pelo Governo.

“Hipocrisia e não ter vergonha na cara é propor [aumento de] 25 euros por mês em 2015 e aceitar agora três cêntimos por dia, 1 euro por mês. Óscar da ficção, Óscar do logro do Bloco de Esquerda é votar contra esta iniciativa. Veremos como vão votar”, atirou Filipe Lobo d’Ávila dirigindo-se especialmente ao deputado bloquista José Soeiro.

Pelo PSD, Susana Lamas argumentou que aumentar as reformas consoante a inflação prevista para o ano em que será aplicada a actualização é uma forma de impedir a estagnação ou diminuição do poder de compra dos idosos. Criticou o Governo PS por aplicar, “com o apoio dos partidos da esquerda radical”, um aumento de apenas 0,4% para este ano, quando a inflação prevista é muito maior (1,1%). “Não somos contra o aumento das pensões, até porque fomos nós que criámos as condições económicas e financeiras para as aumentar de forma ponderada”, defendeu Susana Lamas.

A socialista Sónia Fertuzinhos passou ao ataque. Disse que PSD e CDS deveriam ter “humildade e seriedade” para reconhecer que as políticas dos últimos quatro anos aumentaram a pobreza entre os idosos e comparou as implicações do aumento das pensões decidido por este Governo à proposta da direita. Realçou que o Executivo de António Costa vai aumentar todas as pensões até 628 euros, abrangendo 2,5 milhões de pensionistas, independentemente dos anos de descontos. Enquanto a proposta da direita destina-se apenas às pensões até 262 euros, para um universo de 900 pessoas e até 15 anos de descontos. “O vosso sentido de justiça e preocupação social esgota-se nas pensões até 262 euros”, apontou.

Para o bloquista José Soeiro, a proposta de PSD e CDS é um “gigantesco exercício de hipocrisia” de dois partidos “saudosos da austeridade” que “massacraram os pensionistas e idosos, aumentaram medicamentos e taxas moderadoras, cortaram no transporte de doentes, cortaram o complemento solidário para idosos a mais de 70 mil pessoas”. Soeiro recordou que a proposta do programa eleitoral era manter o congelamento das pensões, pelo que esta proposta de aumento é uma “falácia” e os argumentos de PSD e CDS sobre o combate à pobreza são “uma piada de mau gosto” de “quem não tem vergonha na cara”.

Rita Rato, pelo PCP, veio defender que o “aumento real das pensões não pode depender exclusivamente do mecanismo de actualização das pensões” e que a proposta de PSD e CDS é “insuficiente” por se destinar apenas a 30% dos pensionistas. “Acham que perante a necessidade de valorização real das pensões a única coisa que podem fazer é aumentá-las segundo a inflação prevista?”, questionou à direita.

“É melhor do que aqueles!”, gritou-lhe o deputado social-democrata Hugo Soares. Mostrando que os comunistas não se darão por satisfeitos com o aumento anunciado pelo Governo, Rita Rato rematou com uma mensagem para os socialistas: “É possível, para o PCP, ainda em 2016, garantir o aumento do valor real das pensões, designadamente para idosos com rendimentos mais baixos. É nisso que estamos a trabalhar.”

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Palavra de ordem de hoje "hipocrisia!"?. Foi o que parece ter acontecido na AR a propósito do aumento de pensões. Vemos, as posições dos diferentes partidos(aqui bem ressalvadas), mas, também ( como é aqui o caso do público que ressalva/cito "Com a proposta socialista, sobem todas as pensões,mas em cerca de um euro" e porquê?Atente-se..quanto aos partidos em geral é incompreensível que políticos se satisfaçam com querelas, como que brincando, às custas de uma classe(os pensionistas) que lhes devia merecer sério respeito, mas, principalmente, tem de se repudiar o que disseram deputados apoiantes do actual governo(visto o acenar de outrora para esta classe) e ao jornal por induzir em erro o leitor(sobem todas ou só as até 628E?)!!!

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publicado às 22:24

VENHO TRAZER AQUI DUAS " NOVIDADES(?) " DA JÁ INTITULADA «« GERINGONÇA »»:

1 - https://www.publico.pt/economia/noticia/iva-da-restauracao-so-desce-para-a-comida-1721717

IVA da restauração só desce para a comida

Governo prepara-se para reduzir imposto mas apenas nos serviços de alimentação. Bebidas serão taxadas a 23%

Comida a 13%, bebidas a 23%

O IVA da restauração vai voltar aos 13% a partir de 1 de Julho, mas apenas para a comida. As bebidas vão continuar a ser taxadas a 23%. A medida, apurou o PÚBLICO, consta do Orçamento do Estado que o Governo irá entregar na Assembleia da República no dia 5 de Fevereiro.

A intenção ainda é de repor o IVA a 13%, num curto espaço de tempo, a todas as categorias de serviços da restauração. Mas para já, a partir de 1 de Julho, os restaurantes só terão imposto mais baixo nas refeições que venderem aos seus clientes.

Esta medida irá implicar, por um lado, uma descida dos custos por parte do Estado (através da perda de menos impostos), mas também irá dar um menor impulso à criação de emprego......(CONTINUA)

2 - https://www.publico.pt/economia/noticia/governo-quer-registar-reversoes-da-austeridade-como-medidas-extraordinarias-1721689

Governo quer registar reversões da austeridade como medidas extraordinárias

Modo de contabilização é diferente do que o que está a ser usado pela Comissão Europeia, o que provoca diferenças no cálculo da variação do défice estrutural....(CONTINUA)

NOTAÇÃO - NO CASO 1... SÓ DEVE SER "BRINCADEIRA!" DE ANTÓNIO COSTA/MÁRIO CENTENO (e o que dirão BE-PCP-VERDES e DONOS DA RESTAURAÇÃO?)..OU..SERÁ QUE NÃO PERCEBÊMOS BEM O QUE NOS ACENARAM OUTRORA?..OU..AFINAL À PALAVRA DADA NÃO CORRESPONDE PALAVRA HONRADA? 

NO CASO 2... DEVE TRATAR-SE DE OUTRA "BRINCADEIRA!" DO GOVERNO DOS "XUXAS"..OU..SERÁ QUE ESTA GERINGONÇA É MESMO UMA MEDIDA EXTRAORDINÁRIA?

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publicado às 21:32

https://www.publico.pt/economia/noticia/bruxelas-impos-santander-1721481

 

Bruxelas impôs Santander quando ainda decorria concurso de venda do Banif

A 15 de Dezembro, os gestores do Estado no Banif escreveram a Jorge Tomé a dizer que o Governo os informou que Bruxelas queria o banco vendido a uma instituição a operar em Portugal, três vezes maior.

À medida que se aproxima o início dos trabalhos da comissão parlamentar de inquérito à nacionalização e venda do Banif, ainda sem data agendada, vão surgindo informações que ajudam a levantar o véu sobre o que aconteceu nas vésperas da decisão de resolução que poderá implicar perdas para o Estado até 3200 milhões de euros (2400 milhões já garantidos). O BCE e Bruxelas impunham o Santander nos bastidores, mas oficialmente garantiam que não intervinham.

Durante o processo de venda do Banif, os dois gestores indicados pelo Estado, Miguel Barbosa e Issufa Ahmad, enviaram um email aos restantes administradores da equipa liderada por Jorge Tomé com o seguinte teor: de acordo com instruções da DGCOM para o secretário de Estado das Finanças, o concurso para a alienação do banco teria de respeitar condições, nomeadamente, a venda a uma instituição a operar em Portugal cuja dimensão fosse três vezes superior à do Banif. O adquirente não podia ainda beneficiar de auxílio estatal. A missiva foi dirigida ao início da tarde de 15 de Dezembro, terça-feira, quatro dias antes de terminar o prazo indicativo para a venda em concurso, sexta-feira, 18 de Dezembro. O que constitui uma tentativa de Bruxelas de condicionar o resultado do concurso de venda do Banif. A iniciativa de Barbosa e de Ahmad precedeu ainda em seis dias a resolução do banco, decretada domingo, 20 de Dezembro.

O Estado detinha 61% do capital do Banif, o que levou à nomeação dos dois administradores, Miguel Barbosa e Issufa Ahmad, com poderes de decisão e de veto, e de três membros para a comissão de auditoria. Desde Setembro de 2014 que Barbosa estava a tempo inteiro no Banif, onde tinha o pelouro do risco, indicado pelo BdP em representação do Estado. Barbosa foi ocupar o lugar deixado vago por António Varela, que, em Setembro de 2014, passou a integrar a administração do Banco de Portugal por nomeação da ex-ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque.

Em Portugal, apenas dois bancos, Santander e BPI, cumpriam as exigências de Bruxelas em termos de dimensão (três vezes maiores) e de não terem ajudas públicas. Isto, dado que o BPI já devolveu o empréstimo estatal de 1500 milhões de euros de Coco’s. Mas na prática, sem o mencionar, Bruxelas restringiu a venda ao Santander. Porquê? Ao contrário da filial do grupo espanhol, o BPI não foi convidado a apresentar uma oferta de compra do Banif.

E dos seis grupos que entregaram propostas, três fizeram-no por sugestão do BdP: os dois grupos espanhóis Santander e Banco Popular e o fundo de private equity norte-americano Apollo (dono da Tranquilidade). A 18 de Dezembro todos entregaram ofertas vinculativas, embora a da Apollo não a comprometesse, o que só veio a acontecer no sábado à noite, com sugestão de início de negociações domingo de manhã.

O Governo e o BdP acabaram por não receber o fundo norte-americano alegando “falta de tempo” e por acatar a imposição das autoridades europeias. E a 20 de Dezembro o Santander comprou os activos bons do Banif com um apoio dos contribuintes portugueses de quase 2000 milhões de euros (as perdas totais para o Estado podem chegar a 3200 milhões). Um dos temas que a comissão de inquérito terá de avaliar é se as condições da proposta entregue a 18 de Dezembro pelo Santander no concurso de venda do Banif eram mais favoráveis aos interesses do Estado do que a que foi acordada, dois dias depois.

A meio da tarde de sexta-feira, 18 de Dezembro, em Bruxelas, onde participava numa Cimeira Europeia, o primeiro-ministro António Costa mostrava-se ainda confiante: “A minha esperança é que as ofertas que venham a existir dispensem a existência de um orçamento correctivo.” Apesar de o banco estar nacionalizado, António Costa já não dominava os acontecimentos e é agora forçado a tomar uma decisão em sentido contrário ao que pretendia. 

No dia 26 de Janeiro, no quadro de uma conferência sobre o desempenho do sector financeiro organizada pelo Instituto de Direito Económico Financeiro e Fiscal (IDEFF) da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde participou, Jorge Tomé explicou que, no processo de venda por concurso do Banif, apesar de o BdP “ter definido o perímetro e os investidores contactados para termos propostas vinculativas até 18 de Dezembro”, admitiu que “em paralelo alguma coisa se estaria a passar”. “Somando algumas peças, [posso concluir que] o Banco de Portugal começou a preparar a resolução do Banif.” Ou seja: “Por um lado, lançava o concurso, e, por outro, estava a preparar a resolução.”

A ajudar a complicar o desenlace do Banif esteve o facto de nos primeiros dias da semana, 14, 15 e 16 de Dezembro, o banco ter sido alvo de levantamentos de quase mil milhões de euros, o que colocou pressão sobre a sua solidez. No dia 13, uma notícia da TVI, do grupo espanhol Prisa, apontara para o fecho iminente do Banif, com encerramento de todos os balcões, despedimentos e perdas para os credores e depositantes, incluindo acima de 100 mil euros (a informação seria corrigida progressivamente nas horas seguintes).

As informações que têm vindo a público nas últimas semanas dão conta de uma intenção deliberada por parte da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu de fomentar a consolidação da banca espanhola, através da absorção dos bancos portugueses. E com colaboração do Banco de Portugal.

Na sua última edição, o Expresso revela uma carta trocada na manhã de 19 de Dezembro entre o BCE e o Governo. Nesse sábado, a presidente do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu, Daniéle Nouy, dirigiu um email a Mário Centeno, “com o conhecimento de Vítor Constâncio”, vice-presidente do BCE (e ex-governador do Banco de Portugal), onde informa: “A chamada com o Santander correu muito bem e a Comissão Europeia vai aprovar.”

Nesse momento, ainda decorria o concurso de venda do Banif, o que não impediu as movimentações de bastidores, pois, ainda segundo o mesmo semanário, o BCE admitiu que “há outras ofertas para o Banif, que de acordo com a Comissão não respeitam as regras de União Europeia das ajudas de Estado, e que por isso não podem seguir em frente. Daniéle Nouy tece ainda elogios rasgados ao Santander, “que se está a comportar de maneira muito profissional e tem um departamento legal excelente”, e diz que vai começar a trabalhar directamente” com o grupo espanhol. Não sem antes deixar um aviso a António Costa: “A Comissão Europeia foi muito clara neste aspecto, por isso, recomendo que nem percam tempo a tentar fazer passar essas propostas.

A ingerência documentada do BCE na definição do novo dono do Banif entra em clara contradição com a posição oficial do gabinete de imprensa do BCE. Depois da notícia do PÚBLICO de 8 de Janeiro, com o título “BCE recusou oferta que poupava 1700 milhões aos contribuintes”, a porta-voz da instituição europeia enviou um email: “O BCE não comenta situações de bancos individuais em processos de fusões e aquisições. O Banif não é supervisionado directamente pelo BCE e a sua venda foi supervisionada pelo Banco de Portugal.”

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

A pouco e pouco vamos sabendo determinados pormenores sobre o caso " Banif " e ainda bem. Quer-me parecer que, ou muito me engano mas ainda iremos ter surpresas que nos deixarão de " boca aberta " e não será só sobre a actuação de Pedro Passos Coelho/Maria Luís Albuquerque mas também de António Costa/Mário Centeno no dossier Banif. Contudo há para já algo que me surpreende(i.e.) ««« o BE e o PCP de hoje têm alguma coisa a ver com os partidos com idênticas siglas que fomos vendo até 4/10/15 mas também e principalmente entre aquele dia e o dia da posse de AC/PM? »»», é que, quer no caso do Banif quer no caso do "esboço!" do OE/2016 estão em causa questões(como, pressões europeias / contribuintes a suportar devaneios! da banca / subida de impostos...) que juraram não deixar passar a Costa!

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publicado às 22:20

ANTES DE MAIS LEMBRARIA O MEU ÚLTIMO POST(26/11) SOBRE ESTA TEMÁTICA DA " GRANDE GUERRA SOCIALISTA ". DE FACTO DESTA «« ESTRATÉGIA! »» DELINEADA EM 21 DE NOVEMBRO DE 2013(numa tal célebre Aula Magna, onde se reuniram um número assaz assinalável de   " conjurados! "), ALCANÇADOS JÁ 4(quatro) DOS CINCO " FINS! " TRAÇADOS, O 5(quinto) ESTAVA PREVISTO PARA ANTEONTEM / DOMINGO DIA 24 DE JANEIRO DE 2016. EFECTIVAMENTE OBJECTIVAVA-SE NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS COLOCAR NO PALÁCIO DE BELÉM A PARTIR DE 9 DE MARÇO " PESSOA DE CONFIANÇA! ". DESDE INÍCIO AQUELES DITOS ESTRATEGOS SONHAVAM PARA TAL COM UMA PERSONAGEM(Guterres), MAS ESTE, DE HESITAÇÃO EM HESITAÇÃO, TARDE, MUITO TARDE, RECUSA AVANÇAR(vá lá saber-se o porquê, para uns, ou, como seria de esperar para outros/onde me incluo, como logo na altura " post-ivei "), AINDA TENTAM DESSIMULADAMENTE VIRAR-SE PARA UNS OUTRENS(Vitorino e ou Gama), MAS, TAMBÉM RECEBEM " UM NÃO ". É AÍ QUE ENTRA EM " CAMPO! " O HOMEM DE CONFIANÇA(i.e.) O GRANDE GENERAL COSTA(que logo ali naquela reunião os tais conjurados haviam investido! como o " grande executante da estratégia magna! ") QUE EM SETEMBRO DE 2014, NUM CONCLAVE DE TROPAS XUXAS, TRATA DE ARREGIMENTAR! PARA A TAREFA UM RECRUTA! QUE SE APRONTA DE IMEDIATO(António Nóvoa), SÓ QUE, O GG NÃO CONTAVA COM RESERVAS DE PARTE DOS SEUS SOLDADOS(acabando numa divisão/ Nóvoa - Maria), O QUE ACABA POR CONDUZIR, A UMA DERROTA(?) HUMILHANTE NESTA BATALHA, AO SER ELEITO PARA O CARGO(quem talvez lá muito atrás não o esperasse fácilmente) AFINAL " O PROFESSOR/COMENTADOR QUE O PAÍS INTEIRO CONSAGROU, CLARO, MARCELO ", A NÃO SER QUE VENHA AÍ ALGUMA OUTRA(?) SURPRESA?(como a ocorrida após o 4 de outubro último), OU SEJA QUE O GG AFINAL NÃO SAIU ASSIM TANTO " DERROTADO! ", DONDE, O EXPECTÁVEL FINAL DESTA GRANDE GUERRA SOCIALISTA PREVISTO DESDE INÍCIO PARA ESTE INVERNO, AFINAL FIQUE AINDA ADIADO.... 

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publicado às 22:45


NÃO DÁ PARA ENTENDER!

por O Fiscal, em 18.01.16

A PONTE RODOVIÁRIA EM ABRANTES, QUE, LIGA O ROSSIO AO SUL DO TEJO ÀS BARREIRAS DO TEJO, ESTÁ EM OBRAS DE MANUTENÇÃO. COMPREENDE-SE A NECESSIDADE DE TAL INTERVENÇÃO E BEM ASSIM DOS CONTRATEMPOS QUE DELA TERIAM INEVITÁVELMENTE DE RESULTAR. MAS, O QUE NÃO SE ENTENDE É O MODO ALGO DESPLICENTE COMO TAIS TRABALHOS TÊM VINDO A DECORRER. EM PAÍSES NORMAIS(o que parece não ser o nosso?), OBRAS COMO ESTAS, SÃO DESDE LOGO ENCARADAS EM TERMOS DE PRIORIDADE/CELERIDADE MÁXIMA, ORA ISSO É COISA QUE NESTE CASO NÃO CONTA, DANDO ATÉ A IMPRESSÃO QUE PARA A " INFRAESTRUTURAS DE PORTUGAL "(a responsável) ISSO NÃO TEM IMPORTÂNCIA. OS TRABALHOS INICIARAM-SE NO VERÃO DE 2014, SEGUNDO O CADERNO DO CONCURSO DEVERIAM ESTAR CONCLUIDOS POR VOLTA DE NOVEMBRO DE 2015, MAS, SURPRESA, FOI OBJECTO DE PRORROGAÇÃO ATÉ FINAL DE FEVEREIRO DE 2016, CONTUDO, PELO QUE SE VAI VENDO, PASSARÁ O CARNAVAL/QUIÇÁ A PÁSCOA/E SABE-SE LÁ QUE MAIS. O QUE TENHO VISTO, ««« NÃO LEMBRA NEM  AO DIABO! »»». OS TRABALHOS, SÓ TÊM DECORRIDO, EM PERÍODO DIURNO, EM DIAS ÚTEIS,INTERROMPIDOS A MEIA TARDE DE 6ª FEIRA COM REATAMENTO À TARDE DE 2ª FEIRA. NINGUÉM SE PREOCUPA COM, O QUE O PAÍS PERDE NAS DEMORAS(há períodos em que se está à espera mais de uma hora) DAS TRAVESSIAS E ACIMA DE TUDO COM REFLEXOS "PERIGOSOS!" NAS PASSAGENS DE VEÍCULOS DE EMERGÊNCIA(vg. ambulâncias e bombeiros). ENFIM...MAIS PALAVRAS PARA QUÊ...

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publicado às 19:35

http://www.publico.pt/politica/noticia/novoa-nao-aceitarei-diminuicoes-da-soberania-sem-referendo-1720203

Nóvoa: “Não aceitarei diminuições da soberania sem referendo”

Agora no distrito de Santarém, a campanha encontrou um “talismã”. E Jorge Lacão lançou um raro ataque político a Marcelo Rebelo de Sousa.

Ao quinto dia, a campanha de António Sampaio da Nóvoa encontrou José Coelho, o mandatário concelhio de Coruche, e “um talismã”. “Este é um local talismã. Os candidatos de que fui mandatário foram sempre Presidentes”, disse, na inauguração da sede da candidatura, na Rua de Santarém, a principal via pedestre da cidade. Coelho foi mandatário de Mário Soares, em 1991, e a vitória foi categórica. Desta vez, “se não for à primeira, é Presidente à segunda volta”, garante.

Como quase sempre, até agora, a campanha encontra ruas com pouca gente. Mas Nóvoa é recebido com simpatia. Pedem-lhe que autografe uma bandeira nacional. “Vamos embora!”, diz-lhe uma senhora que o abraça, “nós precisamos de um Presidente que olhe por nós”.

Nóvoa quer passar outra mensagem, a da participação: “Não podemos continuar com estes níveis de abstenção. Ou nos salvamos a nós ou ninguém nos salvará”, repetiu, em Coruche.

Mas o tema forte acabou por ser lançado por Coelho, enquanto apresentava o candidato na sede: “Soberania.” Nóvoa diria mais tarde aos jornalistas que tem dúvidas sobre a forma como foram tomadas algumas decisões que limitaram a soberania portuguesa. Recusando centrar-se no passado, deixou uma promessa para o futuro, caso seja eleito: “Não aceitarei diminuições significativas da soberania nacional sem que isso seja submetido a referendo.”

O apoio dos autarcas
Sempre acompanhado pelos dirigentes locais do PS, o presidente da câmara Francisco Oliveira e o seu antecessor Dionísio Mendes (actual presidente do clube local), pelo vice-presidente da Assembleia da República Jorge Lacão e pela deputada e dirigente da federação de Santarém Idália Serrão, o candidato começou o dia no Observatório do Sobreiro e da Cortiça, onde recebeu uma bola de futebol feita daquele material que a região de Coruche produz em abundância.

Nóvoa agradeceu o apoio dos autarcas e realçou que essa é uma das marcas da sua campanha: “O apoio dos autarcas é muito importante porque uma das marcas desta candidatura é a proximidade. E ninguém como os autarcas representa essa proximidade com as populações.”

Falando num almoço com cerca de 200 apoiantes, Jorge Lacão criticou as outras candidaturas pela forma como encaram o papel do Presidente da República. “O nosso Estado democrático não tem chefe. Cada órgão de soberania exerce as suas funções dentro do princípio da separação de poderes. Por isso, o Presidente não é um órgão eleito para mandar. É um órgão eleito para cumprir e fazer cumprir a Constituição.”

Ataque a Marcelo
Lacão elogiou Sampaio da Nóvoa e o seu “comportamento exemplar” e partiu para um discurso de ataque a Marcelo. Lembrando a época em que Marcelo liderava o PSD e se propunha “fazer a revisão constitucional em 15 dias”, como “moeda de troca para a viabilização dos orçamentos”, Lacão acusou o candidato adversário de usar “a constituição do país como moeda de troca para as suas ambições partidárias”.

“Qual foi a herança política de Marcelo? Um combate sem tréguas à regionalização”, continuou Lacão. “Quem foi que, no exercício de uma função política, atrasou por uma década a reposição da dignidade das mulheres? Marcelo Rebelo de Sousa”, acusou o deputado, lembrando outro referendo que Marcelo negociou com Guterres, o da despenalização da interrupção voluntária da gravidez.

Em Abrantes, Nóvoa garantiu que é preciso "debater o país". Lembrando a sua visita a vários "bons exemplos", como o desta manhã em Coruche, sobre a utilização da cortiça, Nóvoa disse que "temos de trazer estes bons exemplos para a regra do país". "É esse país que é capaz" que Nóvoa quer promover, a partir de Belém. "Não me ouvirão a acrescentar mais desânimo a tanto desânimo que temos por aí."

"Sou um candidato cidadão e tantas vezes tenho sido criticado, como viram nos debates. Avancei quando a minha consciência o ditou e sou apenas dependente das minhas convicções, causas e princípios." Mas Nóvoa quis salientar uma "originalidade": a atitude de Marcelo, que pede "às pessoas do partido de que foi presidente" para não fazerem campanha consigo. É "tacticismo" e

"ingratidão", critica Nóvoa. "Nós trazemos o civismo contra o cinismo. Estamos a fazer a demonstração de que a democracia pode vencer o desânimo. Não deixem ganhar a ideia de que o país é sempre dos mesmos."

"Como tantas vezes me diz o [constitucionalista] Jorge Miranda, não use a expressão chefe do Estado, use a expressão primeiro servidor dos portugueses", concluiu Nóvoa, afirmando o desejo de ser "o Presidente cidadão".

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Aproveitando a passagem hoje por esta cidade de Abrantes do candidato presidencial Sampaio da Nóvoa, destacaria aqui, deste momento de campanha, 3(três) factos, 1 positivo e 2 negativos....o positivo - a concordância com SN quando realça a sua diferença do cinismo de MRS no "repúdio!" a apoios de certas pessoas da sua família política e também quando frisa ser preciso debater o país... os negativos - quiçá não ter havido tempo para SN se ter apercebido de que cá por Abrantes já nada é como dantes(nem pelo seu quartel), bem pelo contrário e também não ter sido por Jorge Lacão feita essa referência dado que por ter sido cá Pres.Assembleia Municipal no período da gestão ruinosa socialista do concelho, em vez de profetizar sobre outras candidaturas(a bem do debate zonal)..!!!!!!!!!!

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publicado às 21:51


LIÇÕES DE VIDA !

por O Fiscal, em 13.01.16

http://observador.pt/2016/01/13/momento-enternecedor-pai-filho-na-morte-mae-canguru/

austrália

O momento enternecedor de pai e filho na morte da mãe canguru

2.843 partilhas

Um fotógrafo captou o momento em que um macho e a cria de uma canguru se despedem dela à beira da morte. Evan Switzer garante que em dez anos de passeios na Austrália, nunca tinha visto nada assim.

                                                                                                                                                             

O fotógrafo Evan Switzer captou o momento em que um canguru macho e uma cria se despediam de uma canguru fêmea no leito da morte. Tudo aconteceu na Austrália, à sombra de uma mangueira: a fêmea estava prestes a morrer, por isso o macho e a cria aproximaram-se e agarraram a canguru “como se ele a quisesse levantar e perceber o que estava a acontecer com ela”, explica o fotógrafo ao Telegraph.

O momento enternecedor aconteceu na segunda-feira de manhã. Switzer passeava numa propriedade em River Heads, Queensland, e garante que “foi um momento muito especial, ele estava a fazer o luto da companheira que partia”, descreve o fotógrafo. Enquanto isto acontecia, a cria ficou por perto de ambos os cangurus adultos em posição de proteção. Depois da morte da fêmea, o macho permaneceu ao lado dela como que “a guardar o corpo”: sempre que outros cangurus se aproximavam, ele ameaçava-os.

 

“Nunca tinha visto nada assim”, afirma Eva Switzer, que passeia naquelas zonas quase todos os dias nos últimos dez anos. Veja as imagens na fotogaleria.

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publicado às 22:36

http://www.publico.pt/politica/noticia/marcelo-o-candidato-que-vem-da-esquerda-da-direita-1719833

Marcelo, o candidato que vem “da esquerda da direita”

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publicado às 20:31

http://www.publico.pt/economia/noticia/financas-justifica-nao-venda-do-banif-a-apollo-bce-afastase-do-dossier-1719576

Finanças dizem que proposta da Apollo para o Banif "chegou fora de prazo"

Banco Central Europeu afasta-se do dossier e não toma posição sobre vendas de bancos. Instituição não retirou o estatuto de contraparte ao Banif

O Governo alega como razão para não ter poupado os contribuintes em, pelo menos, 1700 milhões de euros o facto de a proposta da Apollo, para compra de 61% do Banif, “ter chegado fora do prazo de entrega e de não ser vinculativa”. 

Já o Banco Central Europeu (BCE) veio remeter as responsabilidades da condução do dossier do Banif para o Banco de Portugal.  

Numa declaração enviada já esta tarde ao PÚBLICO, depois de um contacto pessoal, a instituição europeia quis distanciar-se do caso e lembrou que não toma posição sobre vendas ou fusões de bancos e que, no caso deste banco, as matérias em causa, bem como a sua supervisão são da competência do Banco de Portugal (BdP).

O PÚBLICO apurou ainda que, ao contrário do que tem sido dito pelas autoridades nacionais, o BCE não ameaçou retirar o estatuto de contraparte ao Banif, apenas limitou o acesso da instuição bancária ao montante utilizado a 15 de Dezembro. Este é um ponto essencial de um dossier de contornos pouco claros e potencialmente explosivos por estarem em causa dinheiros públicos, e cujos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito à Resolução do Banif podem contribuir para elucidar. 

A meio da manhã o gabinete de comunicação do Ministério das Finanças já tinha emitido uma nota explicativa: "A proposta da Apollo chegou fora do prazo de entrega e não era vinculativa, ao contrário do que estipulava o caderno de encargos do concurso estabelecido pela administração do Banif”. Adiantou “que a Apollo, para tornar a proposta vinculativa, necessitava de um tempo que excedia o calendário definido pelas autoridades europeias para fechar o negócio.”

Ao participar esta sexta-feira no programa Quadratura do Círculo, na Sic Notícias, o primeiro-ministro António Costa confirmou que foi recusada a oferta da Apollo por falta de tempo para a negociar, pois o fundo norte-americano só avançou com uma posição vinculativa depois de Domingo, 20 de Dezembro (data da resolução). A observação contraria a documentação que revela que foi no Sábado à noite que a Apollo concretizou a sua proposta em que se compromete a comprar o banco. 

Os esclarecimentos surgem em resposta à notícia do PÚBLICO, desta sexta-feira, segundo a qual o Banco de Portugal impôs ao Governo a medida de resolução com a via Santander (o banco pagou 150 milhões ao Estado que, por seu turno, assumiu responsabilidades de 3800 milhões) em detrimento da venda em concurso privado. A oferta da Apollo (caso fosse cumprida) teria imputado perdas máximas aos contribuintes na ordem dos 700 milhões de euros, ou seja, quase quatro vezes menos do que o dinheiro que o Estado tem agora em risco na operação. A Comissão Europeia reconhece que os prejuízos para o Estado possam atingir 3000 milhões de euros.

Na sua declaração, as Finanças omitem, no entanto, dados que constam dos dossiers na sua posse, bem como do Banco de Portugal e da anterior gestão do banco liderada por Jorge Tomé. Em primeiro lugar, a proposta da Apollo chegou tal como as restantes cinco ofertas (entre elas estava uma do Santander) dentro do prazo, antes das 20h00 de sexta-feira, dia 18 de Dezembro. Mas é verdade, como afirma o Ministério das Finanças, que na altura não era vinculativa como se impunha. Posteriormente abriu-se uma negociação com a Apollo que permitiu, horas depois, tornar a proposta vinculativa. Em segundo lugar, não estando em causa um concurso público, mas sim privado, os timings são meramente indicativos. Em terceiro lugar, o caderno de encargos do concurso privado aberto para vender a posição estatal (60,5%) no Banif previa que, depois de entregues, as ofertas estivessem sujeitas a negociação. O processo deveria ficar concluído até final do ano, ainda que este limite não estivesse escrito.  

De qualquer forma, ainda que a oferta vinculativa tivesse chegado fora do prazo (horas depois), e tendo em conta que o concurso era privado e estavam em causa dinheiro dos contribuintes em larga escala, o previsível seria que o Governo, a quem cabe defender o interesse público, fosse maleável para, no mínimo, tentar chegar a uma via menos onerosa para o Tesouro.

Já com a proposta da Apollo na sua mesa, a 19 de Dezembro, “o Ministério das Finanças informou o Banco de Portugal que não tinha sido possível concretizar a venda dos activos e passivos do Banif no âmbito dos processos de alienação voluntária, porque todas as propostas apresentadas pelos potenciais compradores implicavam auxílio de Estado adicional, o que determinou que a alienação fosse feita no contexto da resolução.” A justificação consta do comunicado oficial emitido pelo supervisor.

Das cinco ofertas entregues às autoridades no dia 18, a do fundo norte-americano era aparentemente a que acarretava menor prejuízo para o Tesouro, ainda que com um custo de 700 milhões (a Resolução imputou no mínimo uma perda de 2441 milhões de euros). A Apollo pagava 200 milhões de euros em dinheiro, e comprometia-se a recapitalizar o banco em mais 250 milhões de euros (o que previa o pagamento ao Estado da última tranche de Coco’s de 125 milhões de euros). Mas havia perdas associadas à venda dos activos não core do Banif. Contas feitas, entre o encaixe financeiro de 200 milhões e as garantias que o Estado teria de assumir, o resultado seria positivo para os contribuintes, no pressuposto de que os 700 milhões injectados em Dezembro de 2012 não seriam recuperados.

Nos bastidores, a resolução do Banif acabou por ser justificada como uma exigência das autoridades europeias, BCE e DGOM, a autoridade europeia da concorrência. Em causa estava a retirada do estatuto de contraparte por parte do BCE (que impedia o banco de continuar a aceder à liquidez do eurosistema) e o facto de a DGCOM não ver com bons olhos a venda da instituição a um fundo, preferindo um banco.

Sabe-se hoje que o BCE não esgrimiu a bomba "atómica" da retirada do estatuto de contraparte, mas limitou-se a restringir o acesso do Banif ao euro-sistema. E nem a DGCOM tem competências para resolver ou vender bancos. Isso só seria possível se viesse a discordar da solução final, exigir a devolução da ajuda pública (de 825 milhões) e implicar uma negociação em tribunal. Além disso a Apollo tem a seguradora Tranquilidade, com licença para operar em Portugal no sector dos seguros, e um banco em Espanha. 

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Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

A jornalista srª Cristina Ferreira, desta vez, merece-me "um cumprimento", por este seu excelente trabalho jornalístico, esperando-se que a sua investigação ao caso Banif prossiga, até ás suas últimas consequências, doa a quem doer.Os portugueses merecem que os média´s não pratiquem o chamado " do politicamente correcto! " quando está em causa o verdadeiro interesse público. É perfeitamente visível que no " historial! " Banif que certa ««trupe!»» nos tentou impingir pelos olhos adentro, " a bota não batia com a perdigota ". Ainda estaremos para saber, p.ex. o porquê/com que intenções/a mando(?) de quem/no interesse de quem/da notícia difundida pela TVI24 na sua 25ªhora do dia 13/12(com pedido de desculpas só a 15/12, após o mal já estar feito), mas também,por que não liquidação do banco?

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