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DONOS DA TAP?..... CUIDEM-SE!

por O Fiscal, em 17.12.15

http://www.publico.pt/economia/noticia/entendimento-entre-governo-e-donos-da-tap-e-dificil-1717751

Pedrosa festeja centenário da Barraqueiro e afasta acordo com o Governo sobre a TAP

Executivo diz que o processo de privatização não acabou, Neeleman e Pedrosa lembram que têm um contrato.

Os novos donos da TAP, Humberto Pedrosa e David Neeleman, tiveram ontem uma primeira reunião com o ministro do Planeamento e Infra-estruturas, Pedro Marques, que tem a missão de negociar o regresso do controlo da TAP para o Estado, ou seja, pelo menos 51%. Foi uma "conversa de accionistas, e "simpática", mas tornou evidente que os projectos do Governo e dos novos donos da TAP "não casam", revelou ontem Humberto Pedrosa na cerimónia de lançamento do livro destinado a festejar os 100 anos do grupo Barraqueiro.

Ainda que a porta não tenha ficado fechada a novas reuniões, o empresário destacou que há dois projectos diferentes para a TAP. "Temos um projecto em que somos maioritários e toda a liberdade para tomar decisões na empresa", disse Pedrosa. Como "não pode haver duas maiorias", qualquer entendimento com o Governo parece difícil, admitiu. "O Governo tem uma decisão que está tomada, mas também tem de pensar no interesse da companhia, frisou o empresário aos jornalistas, lembrando que já foram injectados 180 milhões de euros na TAP. 

Depois do encontro com Pedro Marques, David Neeleman adiantou que o governante não apresentou uma proposta de reversão da privatização e assegurou que o único compromisso deixado foi o de que a Atlantic Gateway vai “cumprir o contrato” com “muitas restrições” que assinou com o Estado para comprar 61% da TAP.

 “Só falámos que a gente vai cumprir com o contrato que assinámos. Foram as condições que aceitámos quando investimos o nosso dinheiro, explicámos isso tudo”, disse David Neeleman, quando questionado sobre se o consórcio está disponível para reverter o negócio. “O nosso projecto é outro”, disse Humberto Pedrosa quando questionado pelos jornalistas sobre o que lhes tinha sido proposto pelo ministro no encontro.

Há dois “projectos diferentes” para a TAP e ambos querem a maioria do capital, “e isso não casa”, resumiu o empresário. Um entendimento será, por isso, “difícil”, reconheceu. Segundo Humberto Pedrosa, não ficou agendada nova reunião com o ministro do Planeamento, mas o PÚBLICO sabe que do lado do executivo o dossier não está dado por encerrado. 

"Este processo de privatização não está concluído", disse fonte do Governo. A mesma fonte sublinhou que o executivo "continuará orientado pela defesa do interesse público”, mas não adiantou quaisquer pormenores sobre a estratégia do Governo para reverter a privatização da TAP. 

Ainda não se sabe quanto custaria ao Estado desfazer o negócio. Uma vez que as acções estão desde Novembro do lado dos privados, que pagaram dez milhões de euros pelo capital e também já injectaram cerca de 150 milhões de euros na transportadora, a reversão só pode acontecer se Neeleman e Pedrosa aceitarem tornar-se minoritários na empresa, exigindo a devida compensação.

 Também não se pode excluir a possibilidade de que uma reversão resultasse na exigência de que o Estado assumisse alguns dos compromissos de capitalização da transportadora (num total de 338 milhões de euros) que foram contratualizados pela Atlantic Gateway. E isto seria algo que dificilmente passaria pelo crivo de Bruxelas.

Para já, certo é que a TAP é, para Humberto Pedrosa, parte integrante do grupo Barraqueiro, como o próprio empresário destacou no livro Grupo Barraqueiro - 100 anos em imagens, destinado a celebrar o centenário do grupo, que foi apresentado esta quinta-feira em Lisboa.  

“Ao incluir a TAP, cujo processo de aquisição de participação maioritária acabamos de concretizar, o Grupo Barraqueiro passa a contar com a colaboração de quase 20 mil trabalhadores”, lê-se na mensagem do presidente, no início do livro. Razão que baste para que Pedrosa reclame para a Barraqueiro o título de “maior empregador em Portugal e o grupo líder no segmento exportador”.

No livro que foi apresentado na Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa, o empresário recordou que já leva quase 50 anos de liderança da Barraqueiro – desde 1967, quando o seu pai a comprou ao sócio fundador Luís Jerónimo. Foi sob a sua liderança que a Barraqueiro cresceu para se transformar num grupo com mais de 30 empresas de transporte de passageiros e mercadorias, a que já nem falta uma transportadora aérea. “Contam-se pelos dedos” as empresas que podem festejar um centenário, destacou Pedrosa na cerimónia de apresentação do livro, lembrando que a década de 90 foi decisivo no crescimento do grupo, pela privatização das rodoviárias nacionais.

Um processo a que esteve ligado Eduardo Catroga, que fez a apresentação do livro e qualificou Pedrosa como “um homem de fibra” e com “visão estratégica”.

 

Comentários:

 

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Pois é... os srs. Humberto Pedrosa e David Neeleman ««« que se cuidem! »»», pois com o governo das esquerdas não se brinca. Como se gritaria noutros tempos ««« A TAP é nossa »»». Tal como sempre afirmou António Costa, privatizada ou não privatizada pela direita, com as esquerdas, a nossa companhia aérea, será " pública e não privada " ««« custe o que custar »»». Dizem alguns, mas Costa não é do mesmo partido socialista de Guterres(por exemplo)? é, mas porquê? então não foi nos tempos de um governo ps/guterrista, de que Costa era ministro, que a TAP esteve à beira da privatização? sim e daí? então como perceber a agora posição de AC? fácil, é que, aquele governo de AG era do PS(vencedor de eleições), o actual de AC(não vencedor de eleições) é o governo das esquerdas...Ah! "atão tá bem"!!

ADENDA - BEM VOS DIZIA srs HUMBERTO PEDROSA E DAVID NEELEMAN:

http://www.publico.pt/economia/noticia/costa-quer-maioria-da-tap-no-estado-mesmo-sem-o-acordo-dos-novos-accionistas-1717868

Costa quer maioria da TAP no Estado mesmo sem o acordo dos novos accionistas

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publicado às 22:03

NA TVI.... ««« SÓCRATES FALA »»»

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/socrates-responsabiliza-procuradorageral-por-erros-no-seu-pro

Sócrates.... OPERAÇÃO MARQUÊS.......

Ex-primeiro-ministro voltou a criticar os responsáveis pela investigação numa entrevista de mais de uma hora à TVI.

, José Sócrates........ esta segunda-feira, na primeira entrevista após a sua libertação, a 16 de Outubro passado, dada à TVI..... Numa entrevista de mais de uma hora....O Jornal das Oito, da TVI, terminou sem que a entrevista tenha chegado ao fim, tendo o jornalista José Alberto Carvalho informado que iria prosseguir a gravação do questionário, a última parte do qual será exibido no telejornal desta terça-feira.....

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Sobre este facto mediático, o que é que se me oferece dizer?.... A TVI, direcção de informação com Sérgio Figueiredo à cabeça, deram ontem, mais um bom exemplo, do que não deve ser o "jornalismo democrático" mas ainda e também um "tratamento lamentável para com os seus telespectadores" porquê? bem, em termos de informação, se o que se passou ontem no jornal das 20h, foi uma entrevista, "vou ali e já venho", é que, o que se viu, durante 1 hora, foi só um pouco mais que monólogo de Sócrates(foram minutos e minutos de repetições/perante o laxismo de José Alberto Carvalho), depois veio a habilidade! da 2ªparte para hoje, e que dizer do que se passou, depois na TVI24,em que pelas 22h30m estava previsto o "prolongamento/futebol", que se iniciou às 0h20m/há mesmo quem não se importe de passar seja pelo que for só por gostar muito de dinheiro(quem? claro, os 3 comentadores habituais, que pacientemente, esperaram sentados cerca de 2 horas) !!

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HOJE VIU-SE A 2ª PARTE DESTA(diria) FARSA!... FOI MAIS DO MESMO DA 1ª PARTE(meu comentário rectro), SÓ QUE, NA ÂNSIA DA EXPLORAÇÃO DAS AUDIÊNCIAS, APÓS MAIS UMA HORA NA TVI, A COISA! PROLONGOU-SE NOVAMENTE PELA TVI 24 ATÉ HÁ POUCO E OS ESPECTADORES QUE AGUARDAVAM DESDE AS 22H PELO "OLHOS NOS OLHOS/MEDINA CARREIRA" FICARAM A VER NAVIOS(sem qualquer justificação)......

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É POR " INDEPENDÊNCIAS! " DESTAS QUE TIRO O CHAPÉU.....

 

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publicado às 23:45


FAVOR COM FAVOR SE PAGA !

por O Fiscal, em 13.12.15

http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/governo-designa-pacheco-pereira-e-isabel-pires-de-lima-para-serralves-1717321

Governo nomeia Pacheco Pereira e Isabel Pires de Lima para administração de Serralves

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publicado às 18:31

NOS ANTERIORES " 8 CAPÍTULOS DESTA TEMÁTICA "(último em 4/8) ASSINALEI PELA NEGATIVA, HOJE, VENHO, DE CERTO MODO, PELA POSITIVA!?... QUERO REFERIR-ME A PERSONALIDADES/INSTITUIÇÕES QUE DE HÁ UNS MESES PARA CÁ NOS " COMANDAM POLITICAMENTE ". REFIRO-ME, PARA JÁ, À PRESIDÊNCIA DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA E GOVERNO. DE FACTO ESTES DOIS IMPORTANTES ÓRGÃOS FINALMENTE(?) ESTÃO EM BOAS MÃOS E CONDIÇÕES IDEAIS. SENÃO VEJAMOS:

1 - A AR, ORGÃO LEGISLATIVO, POR EXCELÊNCIA, TEM À SUA FRENTE, O SOCIALISTA FERRO RODRIGUES. QUIÇÁ O PAÍS SE POSSA VIR A LIBERTAR DE UMA VEZ DE UM SÉRIO PROBLEMA DA JUSTIÇA «« O SEGREDO DE JUSTIÇA »». È QUE, SE BEM ME LEMBRO, O ACTUAL PRESIDENTE, É DEFENSOR, DESDE HÁ ANOS, DE UMA SOLUÇÃO INÉDITA " ESTARMOS- NOS CAGANDO PARA O SEGREDO DE JUSTIÇA ";

2 - O GOVERNO, ORGÃO EXECUTIVO, POR EXCELÊNCIA, JÁ NÃO ERA SEM TEMPO, DEIXOU DE TER À SUA FRENTE, QUER PARA EFEITOS INTERNOS QUER EXTERNOS, " GAROTOS/INCOMPETENTES/IMPREPARADOS/BONS ALUNOS ". HOJE O QUE TÊMOS É VERDADEIROS " HOMENS/ COM CARÁCTER/EXPERIÊNCIA/ DESAFIADORES ", ALIÁS OS IDEIAIS PARA QUE O PAÍS SE LIBERTE DE UMA VEZ DAS AMARRAS POR CÁ E PELA UE/EURO. É QUE, SE BEM ME LEMBRO, POR EXEMPLO, TÊMOS, COMO PM ANTÓNIO COSTA COM PROVAS E OBRA FEITA, COMO ELE E TANTOS OUTROS SEMPRE APREGOARAM, E CAPAZ DE BATER O PÉ AOS PODEROSOS COMO JÁ«« EM JANEIRO DE 2015 AMEAÇOU»», MAS, TAMBÉM COM MEMBROS NO SEU GOVERNO CAPAZES DE O AJUDAREM EM TAIS TAREFAS, COMO SÃO SANTOS SILVA OU PEDRO NUNO SANTOS, AMBOS COM BOAS SOLUÇÕES, O PRIMEIRO ««O QUE TÊMOS É DE GOSTAR DE MALHAR NA DIREITA»», O SEGUNDO POR SUA VEZ ««O QUE É PRECISO É QUE OS PONHAMOS COM AS PERNAS A TREMER, ATÉ QUE ELES SE CONVENÇAM DA NOSSA BOMBA ATÓMICA/A DE NÃO LHES PAGARMOS NADA»»......

POIS É... COM " GENTALHA! " DESTA É QUE A COISA VAI......

 

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publicado às 20:52


NUNCA O CALAREI... MESMO QUE A VOZ ME DOA!

por O Fiscal, em 09.12.15

http://www.publico.pt/economia/noticia/ministro-das-infraestruturas-diz-que-abolicao-de-portagens-nao-esta-em-cima-da-

Ministro das Infra-estruturas diz que abolição de portagens não está em cima da mesa

Pedro Marques diz que não há planos relativamente a portagens: nem abolir tarifas nas ex-Scut, nem introduzir novas portagens como as que estarão propostas para a A3 e a A4. Hoje mesmo terá uma audiência com o presidente da IP, António Ramalho.

O Bloco de Esquerda e o PCP entregam no Parlamento propostas para acabar com as portagens nas antigas Scut

O ministro do Planeamento e das Infra-estruturas, Pedro Marques, afirmou que "não está em cima da mesa do Governo a abolição de portagens", mas promete medidas para favorecer a mobilidade no interior. No dia em que o PCP e o Bloco de Esquerda (BE) entregam no Parlamento propostas para acabar com as portagens nas antigas Scut (vias sem custos para o utilizador), o governante afirmou que "não está em cima da mesa do Governo a abolição de portagens". "Mas a unidade de missão para o interior vai estudar condições para melhorar a mobilidade no interior", acrescentou o governante à margem do 9.º Congresso Nacional da Contratação Pública Electrónica, a decorrer no ISCTE-IUL, em Lisboa. 

Em declarações aos jornalistas, Pedro Marques garantiu que também não está previsto qualquer plano para introduzir portagens na A3 e na A4, uma hipótese que já levou os deputados do PS a pedir uma audiência urgente com o presidente da Infra-estruturas de Portugal, António Ramalho. "A este Governo, à data, não foram apresentadas propostas nesse sentido. Se foram apresentadas ao Governo anterior, só pode responsabilizar os responsáveis do Governo anterior", declarou.

O novo governante socialista sublinhou que não pediu nenhuma proposta à Infra-estruturas de Portugal (antiga Estradas de Portugal) para criar novas portagens. "Vamos trabalhar a partir daqui. Não pedimos nenhum estudo sobre a criação de novas portagens", disse, revelando que ainda hoje se reunirá com a Infra-estruturas de Portugal, liderada por António Ramalho.

O PÚBLICO sabe que António Ramalho colocou o lugar à disposição com a tomada de posse do novo Governo, e de alguma maneira também deixou uma espécie de caderno de encargos para permanecer no lugar. O administrador acredita no actual modelo de gestão da empresa pública que resultou da fusão entre a Estradas de Portugal e a Refer, e só nesse quadro é que aceita permanecer na empresa. O PCP defende a reversão desta fusão, e já apresentou na Assembleia da República um requerimento nesse sentido.

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JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Cá estaremos para ver quem virá a ter razão..." se será o Ministro das Infra-estruturas ou PCP-BE "...sobre a questão das portagens nas autoestradas(não esquecer contudo que António Costa em campanha eleitoral deu alguns sinais públicos de com ele em PM esse pagamento sofreria alterações!?)...por mim, que, sempre defendi o princípio do utilizador - pagador, aliás, nem percebo como é que há ainda autoestradas sem pagamento, deixem-me que diga, mais uma vez( como aliás o tenho feito de há anos/inclusive em opiniões aqui no público), «« o que nunca calarei nem que a voz me doa »», neste sr. Pedro Marques não acredito nem um pouquinho, pois, por experiência própria/pessoal, o considero "um incompetente"desde os seus tempos de SESS do ex-governo Sócrates(coisa que ora c/Ministro mantenho)..!!!

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publicado às 22:31


NÃO TIREM O PALCO A PACHECO PEREIRA, sff

por O Fiscal, em 08.12.15

http://www.publico.pt/politica/noticia/pacheco-pereira-desafiado-a-sair-do-psd-pelo-proprio-pe-1716835

Pacheco Pereira desafiado a sair do PSD "pelo próprio pé"

Ângelo Correia e Duarte Marques criticam a posição crítica do historiador e participação em acções de candidaturas presidenciais de esquerda, mas recusam expulsão do partido. Pacheco diz que foi o PSD que mudou e elogia Marcelo Rebelo de Sousa.

O ex-deputado Pacheco Pereira foi esta terça-feira desafiado a sair do PSD pelo próprio pé pelo dirigente social-democrata Duarte Marques, que considera “incoerente Pacheco Pereira continuar a ser militante do PSD”. "Alguém que passa 95% do tempo a dizer mal do partido, se fosse coerente, saía pelo próprio pé", reafirmou Duarte Marques ao PÚBLICO, insistindo na ideia que defendeu primeiro ao jornal i.

O ex-presidente da JSD não se surpreende, aliás, que Pacheco Pereira vá participar, como o próprio já admitiu, em acções organizadas pelas candidaturas presidenciais de Sampaio da Nóvoa e Marisa Matias. “Acho perfeitamente normal e coerente com tudo o que disse nos últimos cinco anos”, diz Duarte Marques. O problema para os dirigentes do PSD é a continuidade do historiador nas fileiras sociais-democratas: “Se pensasse como ele, teria vergonha de ser militante do PSD”, critica Duarte Marques.

O i diz que a possibilidade de expulsão de Pacheco Pereira já foi discutida “ao mais alto nível” dentro do partido, mas Duarte Marques ignora este debate: "Eu não acredito que alguém com responsabilidades no partido tenha pensado seriamente nesse assunto", afirma ao PÚBLICO.

Também o ex-deputado pelo PSD Ângelo Correia, citado pelo i, é contra uma expulsão de Pacheco Pereira do partido, até porque isso é “a vontade dele: manter-se no PSD e esperar alguma sanção”, “ser provocado e ser mártir”.

Os estatutos do PSD são claros: “Cessa a inscrição no partido dos militantes que se apresentem em qualquer acto eleitoral nacional, regional ou local, na qualidade de candidatos, mandatários ou apoiantes de candidatura adversária da que foi apresentada pelo PPD-PSD”. É permitida oposição interna no partido, mas apoiar uma candidatura que não a de Marcelo Rebelo de Sousa pode constituir “quebra”.

No blogue Abrupto, Pacheco Pereira já disse que participará em debates das candidatura de Sampaio da Nóvoa e Marisa Matias, mas sem ser “propriedade” de nenhuma candidatura presidencial. O político diz ter sido “convidado” e que não se furta a “discutir Portugal e os portugueses”. “Se entender vir tomar posição pública, tomá-la-ei, até lá interessa-me mais a discussão e o debate público”, conclui Pacheco Pereira.

Esta participação de Pacheco Pereira em acções potencialmente críticas do anterior Governo é a última de uma longa lista de posições desaprovadoras do ex-deputado em relação ao seu próprio partido. Muito crítico de Passos Coelho, Pacheco Pereira tinha intervindo, em 2013, nas reuniões da Aula Magna organizadas por Mário Soares para repudiar a “engenharia cultural, social e política” da direita. Em 2014 disse que não iria votar a favor do Governo PSD/CDS-PP nas eleições europeias, promessa que repetiu para as legislativas deste ano.

Marcelo é "o que o PSD já não é"
Em entrevista à Antena 1 divulgada nesta terça-feira, o historiador foi mais explícito: "Uma coisa é participar em acções programadas, outra coisa é apoiar uma candidatura”. E se Marcelo o convidar para participar nalguma acção? “Depende do contexto”, responde, sem escamotear que vê com bons olhos a candidatura do ex-presidente do PSD. 

Pacheco Pereira reconhece “o esforço que Marcelo Rebelo de Sousa está a fazer para colocar a sua candidatura no centro-direita”. O que não é fácil, afirma, uma vez que “o PSD virou tanto à direita que é inevitável que haja fricções entre a candidatura de Marcelo e os partidos que o vão, inevitavelmente, apoiar”, justifica.

Por seu lado,analisa Pacheco Pereira, Marcelo "não se limita a colocar a sua candidatura numa posição mais centrista, não, ele quer que haja uma fronteira com a direita", e isso diz ser “positivo a prazo” . Porquê? “Marcelo Rebelo de Sousa pode vir a ser – e não tenho dúvidas de que será, de acordo com as circunstâncias – um bom apoio para o governo de esquerda”, tendo em conta o seu entendimento da função presidencial, mas também a sua “preocupação social” que Pacheco afirma ser “genuína”. “Ele no fundo corresponde àquilo que era o PSD e infelizmente hoje não é”.

A jornalista Maria Flor Pedroso constata, e Pacheco concorda, que o PSD e o CDS vão apoiar um candidato que não defende as ideias deles. “Não estou a dizer que não haja alguma identidade de pontos de vista, mas quanto àquilo que eles quereriam que acontecesse, há 50 mil sinais de que não o vai fazer”.

Questionado sobre se está confortável nas fileiras do PSD, o antigo dirigente social-democrata reconhece que não. "Por uma razão, provavelmente quixotesca: eu entendo que, para a vida política portuguesa, a existência de um partido reformista com a tradição genética que vem de Sá Carneiro e histórica do PSD é fundamental, o PS não chega. Sem essa tradição não é possível fazer reformas  de fundo em Portugal", explica.

Para Pacheco Pereira, o problema está no esvaziamento do centro. "O que eu penso é que é necessário a prazo reconstruir um centro politico diferente. Eu exerço a minha actividade cívica tendo preocupação de ser fiel àquilo que é o programa do PSD - quem não fiel é a actual direcção - evitando qualquer choque com os estatutos do partido. Eu nunca apoiei nenhuma candidatura contra o PSD mas isso não significa que tenha de apoiar a candidatura do PSD. Sá Carneiro nunca quis que o PSD fosse um partido de direita e há muito mais gente no PSD que concorda comigo", afirma.

Comentários:

 

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

E o que diria eu desta " prose! "?primeiro, é preciso centrar a origem política inicial de Pacheco Pereira(antes da sua aderência ao PPD/PSD), segundo temos de perceber que PP não se tornou anti-PSD mas sim anti-Pedro Passos Coelho a partir de 2010(aliás tal como a sua "madrinha!" Manuela Ferreira Leite), de modo + vigoroso desde 5/6/11(tendo durante anos colaborado com uma tal estratégia delineada/como aliás de modo ténue este artigo alude/ali por volta de 21/11/13 e que havia de conduzir à actualidade governativa), terceiro é conveniente estar atento à habilidade política de PP na abordagem que faz acerca da candidatura presidencial protagonizada por MRS(pois que tem um certo sentido, de certa maneira, ainda na correlação da tal estratégia da "Aula Magna!"),enfim quiçá seja melhor perceber-se Pacheco Pereira na sua habilidade política....

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publicado às 21:56

http://www.publico.pt/politica/noticia/sao-as-presidenciais-um-dilema-para-antonio-costa-1716578

São as presidenciais um dilema para António Costa?

Com Nóvoa estão os ministros e vários dirigentes nacionais, com Belém estão quase todos os críticos. O primeiro-ministro deve preocupar-se?

Separadas por pouco mais de três meses, as eleições legislativas e as presidenciais estavam condenadas a influenciar-se. O tempo que passou, entretanto, confundiu ainda mais os planos. Agora, a pouco mais de um mês das eleições de 24 de Janeiro, que vão decidir o sucessor de Cavaco Silva, torna-se evidente que a corrida para Belém pode ser, também, uma espécie de "segunda volta" da escolha para São Bento. 

Basta reparar no alinhamento de apoios dos dois principais candidatos que se apresentam a disputar o voto dos socialistas. Maria de Belém tem reunido à sua volta o pleno dos críticos internos a Costa no PS. De Francisco Assis a quase todo o grupo que se opôs à estratégia de acordo com a esquerda para a viabilização do Governo. Do outro lado, António Nóvoa conta entre os seus apoiantes com o "núcleo duro" do Governo.

Oficialmente, a decisão tomada no início de Outubro pela direcção do partido não mudou. António Costa prometeu equidistância: "O apelo que fazemos é que todos os socialistas apoiem, entre os dois candidatos da nossa área, aquele que preferem, participem activamente na campanha eleitoral e contribuam para que possam ter um bom resultado na primeira volta." Mais, o líder socialista considerou que a disputa entre a ex-presidente do partido e o antigo Reitor da Universidade de Lisboa poderia funcionar como uma espécie de "primárias" da esquerda, com vista a uma eventual segunda volta das Presidenciais: "Não havendo condições para organizar em tempo oportuno eleições primárias, o PS apela à mobilização e participação livre e activa dos seus militantes no apoio, na primeira volta, à candidatura da sua preferência. O PS dirige a ambos os candidatos uma palavra de estímulo, confiando que saberão, na segunda volta do processo eleitoral, reunir os seus esforços e garantir a eleição do que então se apresentar, representando assim todos os socialistas e uma maioria dos portugueses."

Com o passar do tempo, a equidistância esfumou-se. As personalidades mais próximas de Costa começaram a declarar o seu apoio a Nóvoa. Ana Catarina Mendes, a nova secretária-geral adjunta do PS, foi uma delas. Mariana Vieira da Silva, secretária de Estado adjunta do primeiro-ministro, também. E não são apenas os colaboradores mais próximos do secretário-geral - aqueles que com boa dose de certeza tiveram de o consultar antes de publicamente se declararem apoiantes de António Nóvoa - que entram na corrida. Os principais ministros também: Augusto Santos Silva, o número dois do Governo, Vieira da Silva, que também integra a direcção política do Executivo, estão entre os apoiantes do antigo reitor.

Ao mesmo tempo, na candidatura de Maria de Belém, assumem posição de destaque aqueles socialistas que mais criticaram a estratégia de Costa. O mandatário da candidata, Marçal Grilo, que foi ministro de Guterres, por exemplo, considerou que "o Governo à esquerda será um enorme desastre”.

Outros dirigentes, como Vera Jardim, mostraram-se cépticos quanto às virtudes de um Governo apoiado pelo Bloco e pelo PCP. Outros, ainda, representam a mais organizada oposição ao líder do PS, como Miguel Laranjeiro e Eurico Brilhante Dias, que integraram o secretariado de Seguro e agora representam uma tendência interna que se opõe abertamente a António Costa.

É claro que, de ambos os lados, há figuras que apoiam os candidatos e nada têm a ver com a clivagem interna do partido. Manuel Alegre e Almeida Santos, por exemplo, apoiam Costa e estão com Maria de Belém.  O mesmo se pode dizer de Mário Soares e Jorge Sampaio, que não se pronunciaram sobre a estratégia de acordos à esquerda, e são dos principais apoiantes de Sampaio da Nóvoa.

Mesmo assim, a leitura desta realidade coloca o secretário-geral socialista e primeiro-ministro numa posição difícil. Quando Costa tomou a decisão de se afastar da escolha de um candidato, o PSD e o CDS ainda não tinham declarado o seu apoio a Marcelo Rebelo de Sousa. E António Costa ainda não era, nem tinha por garantido vir a ser, primeiro-ministro. 

Segundo fonte oficial do partido, contactada pelo PÚBLICO, a decisão tomada é "definitiva". O PS não prevê voltar a analisar o assunto.

Mesmo havendo ainda muitas incertezas... As sondagens não são claras sobre a preferência do eleitorado, desde logo. "Não se sabe quem tem mais intenções de voto à esquerda. Na Aximage, Nóvoa tem 17% contra 15% de Maria de Belém. Na Eurosondagem, Belém tem 19% contra 17% de António Nóvoa", exemplifica o especialista em estudos de opinião Pedro Magalhães, no seu blogue Margens de Erro. 

Magalhães lembra, ainda, que a diferença entre Mário Soares e Manuel Alegre, em 2006, "só se começou a resolver nas sondagens na última semana" da campanha eleitoral de 2006. Nessa altura, Cavaco Silva venceu à primeira volta. Mas com uma margem muito curta. Se os restantes candidatos tivessem conquistado mais 29.758 votos (cera de metade dos conquistados por um pequeno partido, como o MRPP) "teria havido segunda volta", lembra o cientista político. 

Haja, ou não, segunda volta, a posição de António Costa é confortável, defende Pedro Adão e Silva. "Não é particularmente dramática", acrescenta o comentador. "Nenhum dos cenários possíveis", adianta, nem sequer o da vitória de Marcelo Rebelo de Sousa à primeira, coloca o primeiro-ministro numa situação instável. "Uma vitória de Marcelo à primeira volta não é um problema colossal para Costa. Pode ser para a direita coligada. Não vejo como Marcelo possa dissolver o Parlamento. Se não dissolver o prazo de validade das actuais direcções de PSD e CDS expira", prevê. Quanto aos dois candidatos na área socialista, Pedro Adão e Silva considera que Maria de Belém é a que sai mais prejudicada. "A sua candidatura dependia muito de a estratégia de Costa ter falhado." 

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Presidenciais dilema para António Costa?... nem pensar...porquê?...se não houver até 24/12(limite para formalização de candidaturas) nenhuma surpresa de última hora!?(à esquerda ou à direita) quanto aos candidatos que se vêm perfilando para a disputa eleitoral de 24/1, ganhe quem ganhar na primeira ou segunda volta, o que me parece é que pelo que está à vista(os sinais assim o mostram) para António Costa "é favas contadas",aqui concordo em grande parte com o jornalista-colunista-comentador Pedro Adão e Silva(coisa aliás muito rara/vg por força do seu sectarismo nunca escondido). É claro que talvez AC ficasse mais confortável com SN ou MB na posse como PR em 9/3, mas, se vier a sê-lo MRS, quiçá tanto melhor, pois ficariam em Belém e S.Bento dois amigos/o professor e seu ex-bom aluno!!!!!!

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publicado às 21:35

http://www.publico.pt/economia/noticia/governo-ja-mandou-travar-subconcessoes-dos-transportes-1716588

Governo já mandou travar subconcessões dos transportes

Em carta enviada às empresas, Ministério do Ambiente impede-as de responder aos pedidos de esclarecimento solicitados.

Carris é uma das empresas com a subconcessão travada

Como era expectável, para dar seguimento às promessas assumidas em campanha eleitoral, o governo de Antonio Costa já tomou medidas para evitar que os contratos de subconcessão de transportes assinados com as empresas Transdev, para explorar o Metro do Porto, Alsa, para explorar a STCP, e Avanza, para explorar a Carris e Metro de Lisboa, possam entrar em vigor. Estes contratos só adquiriam força de lei depois de receberem um visto prévio do Tribunal de Contas, e, num comunicado divulgado este sábado, o Ministério do Ambiente, que tem a tutela da mobilidade urbana, dá conta da intenção de "mandar suspender com efeitos imediatos o processo de obtenção de visto prévio" destes contratos.

Em termos práticos, o que o ministério de Matos Fernandes deliberou - tal como o PÚBLICO já havia avançado - foi impedir as empresas de apresentar qualquer documento que desse resposta aos pedidos de esclarecimentos solicitados pelo organismo que fiscaliza as despesas do Estado. Na carta que enviou às empresas, o Ministério do Ambiente solicitou o "envio de cópia de toda a documentação relativa ao procedimento de contratação que serviu de base à celebração do Contrato de Subconcessão", de "todas as instruções recebidas da tutela relativas ao contrato de subconcessão e respectivo procedimento concursal" e de "todas as deliberações e outras decisões internas relativas a esta matéria”.

Já neste sábado, o ministro do Ambiente esclareceu, citado pela Lusa, que travou as empresas de transporte de prestarem esclarecimentos ao Tribunal de Contas porque a instituição "colocou um conjunto vastíssimo de perguntas" em razão "daquilo que são os contratos e os procedimentos concursais", acrescentando que " algumas delas são de extraordinária difícil resposta".

Matos Fernandes fez questão de frisar que esta decisão "não acarreta qualquer prejuízo" e que "a reversão não se faz num estalar dos dedos" porque o ministério tem agora "um processo de apreciação profundo de todas estas matérias", acreditando que estará concluída "num mês ou mês e meio".

Recorde-se que o Tribunal de Contas devolveu por duas vezes os contratos de subconcessão com novos pedidos de esclarecimento, permitindo, durante essa troca de correspondência, que o prazo de 30 dias úteis que lhe são dados por lei para analisar os procedimentos concursais fosse suspenso. E, tal como António Costa lembrou aos deputados durante a sessão parlamentar em que discutiu o seu programa de governo, a inexistência de um visto prévio impede que o montante de indemnizações que venha a ser pedida pelos consórcios privados aumente.

No passado dia 26 de Novembro, altura em que estava agendada a discussão na Assembleia da República dos projectos de lei do PCP, PS, BE e PEV que definiam a anulação, cancelamento e reversão dos processos de subconcessão dos transportes públicos de Lisboa e Porto, a votação acabou por ser adiada. Por iniciativa do PS, as bancadas de esquerda aprovaram requerimentos que solicitavam a sua não votação na generalidade e a baixa à discussão na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas. A intenção era dar margem de manobra ao governo, para começar a negociar com as empresas em causa.

Todas as bancadas da esquerda são a favor da anulação destes contratos, para garantir a continuidade destas empresas de transporte na esfera pública do Estado. Mas os PCP, BE e PS têm visões relativamente diferentes quanto ao grau de estatitização desses sistemas de transporte. PS e Bloco de Esquerda defendem um aumento da influência das autarquias na gestão destes sistemas, Bloco e PCP pedem alteração das bases de concessão do metro do Porto para garantir que os funcionários que o operam adquiram o estatuto de funcionários públicos (até agora pertencem a uma sociedade operadora que reporta ao concessionário privado) e o PS nunca se mostrou contra a figura da subconcessão privada - foi, aliás, o PS quem lançou o concurso para o Metro do Porto precisamente nesses moldes

Os processos estão agora na mão do novo Governo, que pretende analisar todos os contratos. E, apurou o PÚBLICO, do lado de alguns operadores ainda existe a confiança de que o Governo poderá chegar à conclusão que é mais vantajoso economicamente mantê-los, em vez de cancelá-los. Nomeadamente no caso do metro do Porto, que sempre foi operado por privados.

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Travagens... mas mesmo muito a fundo...é tudo o que o nosso país está a precisar...por exemplo...os portugueses têm de perceber, de uma vez por todas, quem são os culpados do que lhes aconteceu nos últimos anos e depois devem ter coragem democrática de lhes exigir responsabilidades, sem se deixarem influenciar, venha de onde vier, a tentativa, ela mesma, muitas vezes "manipuladora". É o caso aqui da matéria da "travagem das subconcessões dos transportes", porque uns dizem *  «« travões a fundo já, que não há quaisquer prejuízos »», outros dizem ** «« cuidado desde já, com o pé no travão, pois que podemos vir a estampar-mo-nos »», porquanto temos visto vozes "ditas avalizadas!?" para um lado e para o outro(p.ex. respectivamente) opinadores insuspeitos!? como MM* - MFL* ou Vital Moreira**...!!!!!!!!!!

* VIDÉ SEU COMENTÁRIO IN SIC DE 29/11.

   "              "              "        " TVI24 DE 3/12.

**    "             "              "        " BLOG CAUSA NOSSA - POST DE 3/12 " OLHE QUE VAI ".

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publicado às 00:26

4 DE DEZEMBRO, HAVERÁ POR AÍ MUITAS COMEMORAÇÕES DE ALEGRES ANIVERSÁRIOS, MAS, O QUE ME TRAZ AQUI É UM QUE CONSIDERO MUITO TRISTE. PASSA HOJE O 35º, QUE, NAQUELE DIA DO ANO DE 1980, PRECISAMENTE POR ESTA HORA, FÔMOS CONFRONTADOS COM ALGO QUE NOS DEIXOU ESTUFEFACTOS. DECORRIA A CAMPANHA ELEITORAL PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, DE UM LADO RAMALHO EANES (em recandidatura) DO OUTRO SOARES CARNEIRO. A CNARPII AQUI POR ABRANTES(composta por socialistas e independentes onde nesta qualidade me incluia) PREPARAVA-SE PARA MAIS UMA SESSÃO DE CAMPANHA(Casa do Povo de Rio de Moinhos). OS SEUS ELEMENTOS JUNTAVAM-SE NA CIDADE - CAFÉ CHAVE DOURO(para um cafezinho/antes da ida). NÃO NOS APERCEBÊMOS DO FACTO DA TV ESTAR EM PROGRAMAÇÃO FORA DO COMUM. PARTIMOS PARA RIO DE MOINHOS E AO CHEGARMOS ABEIROU-SE UMA "FERVEROSA SOCIALISTA", ALERTANDO-NOS QUE TERIA OCORRIDO UM GRAVE ACIDENTE DE AVIAÇÃO EM CAMARATE(em que estariam envolvidos membros do governo), ESTANDO A RTP A NOTICIAR QUE NELE TERIAM MORRIDO ENTRE OUTROS O PM SÁ CARNEIRO E O MD ADELINO AMARO DA COSTA(que tinham acabado de descolar do aeroporto da portela/figo maduro/ em direcção ao Porto para participação num comício do seu candidato Soares Carneiro), O QUE FÔMOS CONFIRMAR A UM CAFÉ LOCAL. LOGO AÍ FIZ SUSPENDER A MINHA PARTICIPAÇÃO(porque embora em campo político oposto, nutria uma certa admiração por Sá Carneiro), TENDO A SESSÃO(após alguma controvérsia entre os CNARP´ianos) SIDO ANULADA(em sinal de respeito e concordância dos presentes). AFINAL DE CONTAS, ESTAVA DADO UM FIM, A UMA TAL, DE HÁ MUITO, BEM URDIDA!? ESTRATÉGIA DE DENEGRIÇÃO POLÍTICO/PESSOAL E QUIÇÁ A UM ESTADISTA DE FUTURO, E TUDO ISSO, GOSTASSE-SE OU NÃO SE GOSTASSE, FOI MUITO, MESMO MUITO, TRISTE!!!!

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ENTÃO..NÃO É QUE 35 ANOS VOLVIDOS, FACE AOS ACONTECIMENTOS POLÍTICOS DOS ÚLTIMOS MESES, VEJO, ALGO ADAPTADO, DE UMA CERTA SEMELHANÇA????

   

 

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publicado às 20:34


CATARINA.... A GRANDE...?

por O Fiscal, em 03.12.15

http://www.publico.pt/politica/noticia/catarina-martins-e-uma-personalidade-de-destaque-para-a-politico-1716353

Catarina Martins é uma "personalidade de destaque" para a Politico

O jornal americano especializado em política faz o perfil de 28 personalidade de 28 países diferentes que estão a “definir, sacudir e agitar a Europa”. Catarina Martins é chamada de “cara da Esquerda”.

O “sucesso de Martins mandou arrepios a todo o establishment da Europa”, refere a revista americano

A Politico é uma conceituada publicação norte-americana fundada por dissidentes do Washington Post em 2007, que cobre questões, ideias e personalidades políticas, com edições impressas e online, e que também agenda eventos e conferências. Na sua versão europeia, a revista publicou na quarta-feira um artigo intitulado POLITICO28, que passará a ser anual, que faz o perfil das 28 personalidades que “estão a definir a política na Europa”. Catarina Martins aparece em 27º lugar.

A “cara da Esquerda” que “abanou a cena política lisboeta dominada por homens”, começa a Politico, explicando que Martins “liderou o radical Bloco de Esquerda a um terceiro lugar nas eleições de Outubro com um número recorde de deputados”.

Apesar de ter “abandonado algumas das exigências mais radicais” enquanto negociava um governo com socialistas e comunistas “da velha guarda”, “como a saída da NATO ou o abandono dos compromissos orçamentais europeus”, o “sucesso de Martins mandou arrepios a todo o establishment da Europa”, refere o jornal americano.

A revista faz um rápido resumo da história do Bloco de Esquerda, caracterizando-o como um “antecessor do mais conhecido Syriza na Grécia e o Podemos em Espanha” mas prejudicado por “cisões internas e conflitos de personalidades”. A Politico diz que o BE não gosta da expressão “líder”, pelo que Catarina Martins é a “representante” do partido, e menciona o “elenco de apoio” da actriz: a “estrela parlamentar” Marina Mortágua e a candidata presidencial Marisa Matias.

O jornal político pede ainda a Catarina Martins um slogan para a Europa e pergunta qual é a figura histórica que mais admira. “Nós [Europa] inventámos o Estado social, temos de reinventá-lo” é o slogan. Em relação à figura histórica, Martins responde “Amílcar Cabral”, “um líder de guerrilha que liderou a luta contra o sistema colonial português em Cabo Verde e Guiné Bissau na década de 60 e 70 e que foi assassinado em 1973”.

O político destacado em 1º lugar na revista é o presidente húngaro Viktor Orbán, conhecido pelas controversas ideias em relação aos refugiados (iniciou a construção de uma vedação de quatro metros de altura ao longo dos 175 km de fronteira com a Sérvia para parar migrações). A Politico justifica a decisão como alguém que põe em causa a ideia de “fronteiras abertas” da Europa e “desafia a noção de representatividade democrática”. Noticia editada por Leonete Botelho

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

A revista americana " Político "tem ou não razão?... é claro que tem...Catarina Martins, gostemos ou não do seu estilo, tem vindo, de facto, a revelar-se uma autêntica «« surpresa de revelação política »». É sintomático contudo que a dita publicação coloque nos seus extremos opostos do trabalho " Político28 " dedicado ás vinte e oito personalidades europeias que, segundo a mesma ««« estão a definir a política na Europa »»», precisamente duas figuras antagónicas do espectro político/partidário, como são, em 1º lugar o Presidente da República da Hungria sr. Viktor Orbán e em 27º lugar a srª Catarina Martins. Se qualquer destas " duas figuras! " virão a ter algum papel relevante pela positiva ou negatividade na redefinição da política europeia e de CM no âmbito interno, é matéria, que só o tempo o dirá....

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publicado às 22:06



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