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MINHAS INTERROGAÇÕES!

por O Fiscal, em 14.03.15

CAUSA-ME UMA CERTA ESTRANHEZA O FACTO DE PRATICAMENTE TODA A COMUNICAÇÃO SOCIAL (JORNAIS E TV´S) ESTAR A TER " DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS ". VEM ISTO A PROPÓSITO DO ««« TRATAMENTO NOTICIOSO Á VOLTA DOS NA BERRA CASOS / PEDRO PASSOS COELHO E ANTÓNIO COSTA »»». POIS É...O QUE TENHO ESTADO A VER NO QUE DIZ RESPEITO A PPC VERSUS FISCO/SS, VEM HÁ SEMANAS SENDO TEMA DE CAPA DE VÁRIOS JORNAIS E ABERTURA DE NOTICIÁRIOS TELEVISIVOS. JÁ NO QUE DIZ RESPEITO A AC VERSUS FISCO/SS, TEMA DE CAPA " NICLES " NOTICIÁRIOS TV´S " NICLES ". ABUNDA POR AÍ QUEM OPINE NOS MÉDIA´s ÁCERCA DE PPC NÃO TER PAGO QUANDO DEVIA Á SS E OU MESMO PORQUÊ PAGOU SÓ AGORA O QUÊ E PORQUÊ (VIU-SE ATÉ, QUIÇÁ NÃO TANTO POR MERO ACASO, O JORNAL EXPRESSO TER APROVEITADO LOGO A DEIXA " SS " PARA IR REBUSCAR AO PASSADO FISCAL DO CIDADÃO PPC, NÃO DÍVIDAS MAS TÃO SÓ UMAS TAIS MERAS INFRACÇÕES/PENALIZAÇÕES REGULARIZADAS FORA DE PRAZO HÁ MUITOS..MUITOS ANOS ATRÁS). JÁ QUANTO A AC NÃO SE VÊ QUASE NINGUÉM A OPINAR NOS MÉDIA´S (A ÚNICA EXCEPÇÃO, SALVO ERRO, QUE ME FOI DADO CONSTATAR, ATÉ AO MOMENTO, HONRA SEJA FEITA, VEIO DA PARTE DO JORNALISTA/JORNAL PÚBLICO/SR. JOSÉ ANTÓNIO CEREJO, CONTUDO SEM DIREITO A 1ª PÁGINA, NUMA LOCAL E AINDA ASSIM VERSANDO UNICAMENTE Á VOLTA DE UM FACTO " A OCUPAÇÃO DE UMA TAL COBERTURA! DE UM PRÉDIO NA AVª DA LIBERDADE " / NEM MESMO O EXPRESSO CURIOSAMENTE ESTÁ PREOCUPADO), ESTANDO A MATÉRIA A SER CARREGADA PELOS BLOGGERS (ALIÁS E AINDA BEM). MAS, SENDO ASSIM, QUAIS SÃO AFINAL OS CASOS ANTÓNIO COSTA VERSUS FISCO/SS DE QUE SE FALA E SERIA ACONSELHÁVEL VER INVESTIGADO/ESCLARECIDO:

1 - GOZOU (HÁ ANOS) OU NÃO INDEVIDAMENTE (MESMO QUE POR NEGLIGÊNCIA(?) EM SIMULTÂNEO DE DUAS ISENÇÕES DE CONTRIBUIÇÃO AUTÁRQUICA(IMI) RELATIVAMENTE A HABITAÇÕES PRÓPRIA E PERMANENTE, RESULTANDO DAÍ POSSÍVEL FALTA DE PAGAMENTO DE CA?

2 - NESSE PERÍODO HOUVE OU NÃO ALGUMA NEGLIGÊNCIA CORRELACIONADA COM ACTO SUJEITO A SISA(IMT)?

3 - NO QUE DIZ RESPEITO Á SUA ENTÃO PARTICIPAÇÃO COMO " COMENTADOR / OPINADOR " NA SICN E CM(TENDO SIDO PRINCIPESCAMENTE NA SICN/SEGUNDO PARECE JÁ CONFIRMADO ABONADO COM 7 700 EUROS MENSAIS:

   A)TAL FOI TRIBUTADO PERANTE O IRS COMO TRABALHO DEPENDENTE OU INDEPENDENTE?

   B) ESTEVE DURANTE ESSE PERÍODO REGISTADO NA SS POR AQUELAS PARTICIPAÇÕES(NA HIPÓTESE DE REGIME TER SIDO COMO INDEPENDENTE) E PAGOU POR ISSO O DEVIDO Á SS?

   C) ACASO AQUELE PROVEITO, (FOSSE EM QUE SITUAÇÃO DE PRESTAÇÃO FOSSE), FOI FACE AO FISCO E Á SS CONSIDERADO OU NÃO COMO " DE DIREITO DE AUTOR "?

   D) DURANTE O PERÍODO DESTAS PARTICIPAÇÕES, CUMULATIVAS JÁ COM O EXERCÍCIO DE PRESIDENTE DA CML, FOI ABONADO PELO MUNICÍPIO PELA TOTALIDADE OU PARCIALIDADE DO RESPECTIVO VENCIMENTO?

NA PASSADA 4ª FEIRA O SR. AC FOI NA RTP ENTREVISTADO PELA SRª FÁTIMA CAMPOS FERREIRA QUE TEVE O CUIDADO DE O OUVIR SOBRE OS SUPRA CASOS PPC, SÓ QUE NÃO APROVEITOU(POR FALTA QUIÇÁ DE CORAGEM OUSADIA OU ISENÇÃO)PARA O CONFRONTAR PELOS SEUS, DESAPROVEITANDO ASSIM UMA OPORTUNIDADE DO VERDADEIRO SERVIÇO PÚBLICO DE ESCLARECIMENTO.

PS - ESTAREMOS AFINAL SIMPLESMENTE DEFRONTADOS COM CRITÉRIOS NOTICIOSOS DE JORNALISTAS / DIRECTORES OU ALGO MAIS?

ADENDA - COMPREENDI POSTERIORMENTE A RAZÃO DO RECTRO COMPORTAMENTO DA SRª FÁTIMA CAMPOS FERREIRA.... ELE DEVEU-SE TALVEZ A UMA TIRADA DO SR. COSTA, NO MOMENTO DA ABORDAGEM SOBRE OS CASOS DE PPC..... DISSE ELE ANTES DE MAIS (ALGO COMO) ««« TENHO UMA REACÇÃO VISCERAL " POLÍTICA DE CASOS " »»»????

 

 

 

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publicado às 00:01


EM PARTE SIM...EM PARTE TALVEZ NÃO!

por O Fiscal, em 12.03.15

http://www.publico.pt/politica/noticia/costa-considera-estar-tudo-esclarecido-sobre-contribuicoes-de-passos-1688890

Costa considera estar “tudo esclarecido” sobre contribuições de Passos

 

António Costa deu entrevista à RTP

Já no final da entrevista, o secretário-geral do PS fez, finalmente, luz sobre a razão por que reagira de forma tão intempestiva às perguntas de uma jornalista que o questionara no meio da rua, vinda “detrás de um carro”, sobre a situação da carreira contributiva do primeiro-ministro. Afinal, António Costa, tem uma “reacção visceral” de cada vez que se vê envolvido perante aquilo que apelidou de “política de casos”.

Nesta quarta-feira, em entrevista à RTP, o socialista fez o esforço de comentar de forma mais reflectida sobre a polémica que tem perseguido Passos Coelho. António Costa deu a entender não ter já dúvidas ou questões a colocar ao chefe do Governo. “Está tudo esclarecido e quanto mais o primeiro-ministro fala, menos esclarece”, disse no Largo do Rato.

Sem dar o assunto por encerrado, o líder do maior partido da oposição optou por frisar que ainda estava para chegar o verdadeiro momento em que o social-democrata seria avaliado pelo seu comportamento. “Acho que o caso está bem entregue, está entregue nas mãos dos portugueses. Tenho a convicção profunda que os portugueses perceberam tudo o que se passou e agirão em conformidade", declarou, numa alusão às próximas eleições legislativas”.

Para António Costa, o juízo final a Passos acontecerá, portanto, daqui a uns meses, com as eleições legislativas. Até porque nenhuma das três entidades com poder para demitir o chefe do Governo – o próprio, a maioria parlamentar ou o Presidente – estavam disponíveis para tal.

A ameaça velada a Passos Coelho surgiu já no final da entrevista que permitiu ao socialista rever as suas posições sobre a política de austeridade, a situação europeia e grega, as suas propostas já anunciadas e até tentar justificar porque não conseguia descolar nas sondagens.

“O PS tem enorme potencial de crescimento”, disse o autarca, depois de garantir que a maioria já tinha atingido máximo possível de intenções de voto:  “A maioria deixou de ser maioria, a direita unida não bate o PS e a direita atingiu o máximo." A esperança nos meses de campanha foi expressa quando afirmou que o seu partido estava “a fazer o nosso [PS] caminho”. E colocou alguns marcos nesse percurso: apontou para o final do mês a apresentação do cenário macro-económico que havia solicitado a um grupo de 11 economistas e o dia 6 de Junho para a revelação do programa eleitoral.

Nele estará a política de emprego “dirigida aos jovens” por forma a facilitar a sua “integração no tecido empresarial”. E medidas para enfrentar o desemprego de longa duração para a geração mais velha. Ou a redução da taxa do IVA na restauração para a taxa intermédia de 13%, além do aproveitamento dos vistos Gold para financiar um fundo de capitalização de empresas. O programa de reabilitação urbana voltou a ser referido, mas com a ressalva de que seriam as PME de construção as beneficiárias. “A construção não tem de ser só grandes infra-estruturas”, disse.

O socialista abordou também a questão do défice para defender que a sua redução devia ser ajustada ao ciclo económico: "Quando crescemos menos, cortamos menos, quando crescermos mais, poupamos mais."

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Concordo com António Costa "de facto está (quase!) tudo esclarecido sobre as contribuições de Passos"o cidadão PPC(aí há 20 anos atrás/á volta dos trinta e poucos de idade)cometeu "uma bava!"de certo modo indesculpável(ou quiçá até certo ponto desculpável?/era então ainda um jovem quiçá deslumbrado com os tempos de então "anos do boom!"), atrasos de obrigações fiscais e não pagamento á ss como trabalhador independente, só que, muitos outros passaram então por algo idêntico ou parecido(como terá sido o caso do sr.AC cfr. últimas notícias),mas,para mim,o mais lamentável foi a actuação dos responsáveis de então da SS(note-se governo PS /com destaque para. Vieira da Silva, Pedro Marques e Edmundo Martinho),que na sua incompetência não zelaram pela sua cobrança,daí esta agora posição de AC(?)!

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publicado às 22:08


O VERSO E REVERSO?

por O Fiscal, em 11.03.15

http://www.publico.pt/local/noticia/antonio-costa-viveu-dois-anos-num-duplex-feito-contra-parecer-da-camara

 

 António Costa viveu dois anos num duplex feito contra parecer da câmara

Líder do PS chegou a ganhar cerca de 7700 euros por mês na Quadratura do Círculo e diz que pagou 1100 euros mensais, durante dois anos, por um duplex novo na Av. da Liberdade, em Lisboa.

A construção do duplex da Avenida da Liberdade no qual António Costa viveu, entre Julho de 2012 e o final do ano passado, foi autorizada pela Câmara de Lisboa, no início de 2010, contra a opinião dos técnicos do Núcleo Residente da Estrutura Consultiva do Plano Director Municipal.

O apartamento, que não se encontra em propriedade horizontal, e faz parte de um prédio pertencente a uma imobiliária da família Violas (casinos Solverde e BPI, entre outros investimentos), tinha acabado de ser construído quando o autarca passou a habitá-lo. 

Segundo o próprio disse ao PÚBLICO, António Costa celebrou um contrato de arrendamento com a empresa proprietária, a Investimentos Industriais e Imobiliários SA (III), em 11 de Julho de 2012, ao qual correspondia uma renda mensal de 1100 euros, actualizada à taxa legal. De acordo com colaboradores do actual secretário-geral do PS, a sua mudança, do duplex localizado nos últimos dois pisos do edifício que ocupa o gaveto da Av. da Liberdade (n.º 91) com a Rua da Alegria para a moradia que possui junto a Fontanelas (concelho de Sintra), ficou a dever-se ao facto de os seus rendimentos terem caído para menos de metade ao assumir as actuais funções partidárias.

Até então e, pelo menos desde 2008, António Costa auferia, conforme consta das declarações que apresentou ao Tribunal Constitucional nos últimos anos, rendimentos de trabalho dependente (como presidente de câmara) entre 63 mil e 73 mil euros, e rendimentos de trabalho independente situados entre 76 mil e 93 mil euros. Em resposta ao PÚBLICO, António Costa afirmou que os referidos rendimentos de trabalho independente “resultam exclusivamente da colaboração com a SIC Notícias, no programa Quadratura do Círculo, e na Cofina, relativos a coluna no jornal Correio da Manhã”. 

A coluna do Correio da Manhã, porém, só foi publicada e remunerada entre Fevereiro de 2014 e Setembro do mesmo ano, altura em que foi eleito secretário-geral do PS e cessou também a participação na Quadratura do Círculo, que lhe chegou a render cerca de 7700 euros mensais em 2012. 

António Costa, que nesta segunda-feira entregou no TC, com 46 dias de atraso em relação ao prazo legal, a sua declaração de rendimentos relativa ao início de funções como líder do partido, garante que “todos os rendimentos auferidos foram declarados em sede de IRS”. O autarca explica o atraso na entrega do documento (revelado na sexta feira pelo blogue doportugalprofundo) com o facto de ter estado a aguardar uma certidão predial (que não é necessária para fazer a declaração) relativa à recente aquisição de um apartamento pela mulher — o qual foi comprado com o dinheiro resultante da indemnização recebida do Estado depois de ter rescindido o seu contrato de professora.

Quanto às obras de ampliação do prédio da Av. da Liberdade, a III requereu à câmara a construção de mais um piso (mais 4,6 metros de altura e mais 342 m2 de superfície de pavimento) para aí criar quatro duplex amansardados (2 T1 e 2 T2) sob a cobertura, nos 5.º e 6.º piso. Confrontado com o projecto do arquitecto Carrilho da Graça, o Núcleo Residente da Estrutura Consultiva do PDM – um serviço da Câmara de Lisboa –, emitiu um parecer desfavorável, em Setembro de 2008. O parecer em questão salienta que, com a ampliação proposta, a cobertura do edifício passaria a “assumir um protagonismo até agora inexistente, solução que se considera excessiva face não só às características arquitectónicas do edifício mas também à importância desta quinta fachada, que tem uma enorme visibilidade de ambas as encostas da Av. da Liberdade”.

Esta objecção, subscrita por três técnicos superiores, acabou por ser ultrapassada em Dezembro de 2008 pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, que aceitou o projecto com base no facto de o Igespar (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico) ter emitido um outro parecer, nos termos do qual a ampliação “estabelece uma relação harmoniosa com o existente, prolongando e reinterpretando métricas numa linguagem arquitectónica contemporânea”.

Manuel Salgado ainda determinou que o assunto fosse reanalisado pela Estrutura Consultiva, com base na opinião do Igespar, mas o processo não chegou a ser devolvido àquele serviço. No seu despacho final, Salgado deu luz verde ao projecto sublinhando que “não obstante o parecer da Estrutura Consultiva, a posição do Igespar é vinculativa pelo que o projecto está em condições de ser submetido à reunião de câmara”.

No dia 21 de Janeiro de 2009 os vereadores, com 12 votos a favor e quatro contra (do PSD e de um vereador independente) aprovaram o projecto. As obras foram iniciadas em meados de 2010 e concluídas em 2012

Comentários:

 

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Com atraso,a matéria em termos de CA e Sisa que há quase 20 anos envolve o sr. António Costa(no limbo dos mortos), trazida a lume(digo eu, infelizmente) nos últimos tempos, como arma de arremesso de sinal contrário face ao caso "PPC/SS", parece merecer ora a atenção inicial(?) aqui do jornalista sr. José António Cerejo, ora isso é louvável(é que mais vale tarde do que nunca). De facto actualmente(e ainda bem) é muito difícil fugir á isenção jornalística, pois os bloggers têm hoje um papel relevante na divulgação de informação(pelo menos alguns e foram eles que tomaram a iniciativa de trazer para o grande público o que irá ficar como o "caso AC/AT"/vg blogs "do portugal profundo/porta da loja/blasfémias/o insurgente/portugalamordacado".Mas e como era tributado os 7.700 E em irs e ss ?!!!!!

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publicado às 23:15


UM POUCO MAIS DE DECORO, sff

por O Fiscal, em 11.03.15

http://www.publico.pt/politica/noticia/passos-lamenta-profundamente-as-falhas-na-seguranca-social-1688820

Passos escapa a debate quente e insiste que já pagou dívida

Primeiro-ministro revela declarações da Segurança Social e do fisco em como tem a sua situação “regularizada”. Ferro Rodrigues lamenta que não tenha pedido desculpas.

Uma pergunta pairou durante todo o debate: Por que é que Passos Coelho não pagou a sua dívida à Segurança Social assim que soube da sua existência em 2012? Na sua resposta, o primeiro-ministro trouxe ao Parlamento a única relativa novidade sobre o caso. É que nessa altura o pagamento em atraso podia ser entendido como um favorecimento pessoal, até porque o Governo estava à espera de decisões do Tribunal Constitucional sobre a convergência de pensões. Bastou a Passos Coelho insistir que pagou as dívidas e “lamentar profundamente” as suas falhas. A oposição não conseguiu capitalizar a polémica.

Passos Coelho vinha preparado para o debate. Abordou o caso logo na intervenção inicial e trazia consigo dois documentos para se apresentar ao Parlamento como um cidadão limpo de dívidas perante o Estado. Fez mesmo questão de distribuir duas declarações, da Segurança Social e da Autoridade Tributária, que davam a sua situação como “regularizada”. Esta expressão foi, aliás, repetida pelo próprio primeiro-ministro ao longo do debate.

Nos primeiros cinco minutos da sua intervenção inicial, o chefe de Governo referiu-se aos seus atrasos no pagamento das contribuições à Segurança Social como “falhas”. E assumiu: “lamento profundamente de não ter tido conhecimento” desses pagamentos enquanto trabalhador independente nos anos 1990. “Não tenho nenhuma situação por regularizar seja em matéria fiscal ou de Segurança Social”, reiterou.

As desculpas ensaiadas por Passos Coelho – que viria a repetir no debate – não foram suficientes para o líder parlamentar do PS. “Fez mal ao não ter aproveitado para pedir desculpa a Portugal, aos seus eleitores, aos portugueses”, atirou. Ferro Rodrigues acusou então o primeiro-ministro  de ser o "responsável pelo empobrecimento dos portugueses" em 2013 e 2014, perguntando o que tinha Passos Coelho a dizer, quando foi precisamente nesses anos que optou por não regularizar as dívidas à Segurança Social, quando já tinha conhecimento delas.

Depois de reiterar que a sua situação está regularizada, o primeiro-ministro defendeu não ter pago logo a dívida para não gerar o “equívoco” de obter benefícios. “O facto de ter dito que não queria que me fossem apontados benefícios pessoais pelo facto de ser primeiro-ministro resulta da discussão que se travou e que, na realidade, comprovou esse risco. Não queria deixar qualquer dúvida sobre o facto de o fazer [regularização da dívida] enquanto primeiro-ministro estaria ou não a atribuir um benefício, porque a contribuição é não só um dever mas também um direito contributivo”, disse.

PM não tem "condições"
O antigo ministro socialista da Segurança Social, que assumiu “dominar” esta área, pôs em dúvida um dos argumentos de Passos Coelho para justificar a dívida enquanto trabalhador independente – o de que não sabia que era preciso pagar nessa qualidade. Ferro Rodrigues lembrou que, na mesma altura, havia “700 mil recibos verdes que pagavam a sua contribuição para a Segurança Social” e que “não tinham sido deputados”. Passos contrapôs: “Diz me que havia muitos que pagavam e eu digo que havia muitos outros que não tinham conhecimento”.

Por considerar que as dívidas à Segurança Social são um problema “ético e político”, o líder do PCP confrontou o primeiro-ministro com “dois pesos e duas medidas” ao alegar razões para falhar pagamentos que nega ao comum dos portugueses. Jerónimo de Sousa questionou o primeiro-ministro sobre o período a que respeitava a sua dívida à Segurança Social e quais foram as empresas para as quais Passos Coelho trabalhou durante 1999 e 2004 (período da ausência de pagamento das contribuições), mas as perguntas ficaram por responder.

A coordenadora do BE, Catarina Martins, viria a insistir na pergunta sobre o motivo que levou Passos Coelho a não pagar a dívida em 2012 e apenas fazê-lo no mês passado. “Já era primeiro-ministro, soube da dívida e continuou sem pagar”, afirmou a bloquista, que foi a primeira a retirar consequências políticas do caso. “É um convite público ao não cumprimento das mais básicas obrigações dos portugueses. [O primeiro-ministro] Não tem condições políticas objectivas para ocupar o seu cargo”, rematou.

Catarina Martins não aceitou as justificações do primeiro-ministro e acusou-o de ter pago a dívida em atraso, mesmo já prescrita, com vista a obter um benefício pessoal: “Comprou anos de reforma, mas não foi solidário com reformas actuais”.

A deputada d'Os Verdes também mostrou um cartão vermelho ao primeiro-ministro por ter decidido só agora pagar a dívida quando já tinha consciência da falha desde 2012. “Entretanto, enquanto primeiro-ministro, pregava ao país a desgraça da sustentabilidade da Segurança Social, infernizava a vida dos portugueses, aumentando a idade da reforma, com cortes brutais nos apoios sociais”, apontou Heloísa Apolónia. E ironizou com o argumento de Passos Coelho: “Entendeu não pagar, não fosse tal coisa ser entendida como um favorecimento. O não pagamento por parte dos outros é um estrago para o país, o não pagamento por parte do primeiro-ministro é uma forma de não favorecimento pessoal”.

"Metes nojo ao povo" 
As bancadas da maioria não fugiram ao tema do debate, mas deixando a nota de que o assunto está encerrado. Luís Montenegro, líder da bancada do PSD, afirmou a “confiança plena do Parlamento no primeiro-ministro” e destacou os esclarecimentos prestados. “O Parlamento cumpriu a nossa função de escrutínio, por nós o caso está encerrado”, afirmou.

Tendo atrás de si uma bancada muito mais discreta nos apoios ao primeiro-ministro, Nuno Magalhães, do CDS, remeteu responsabilidades na falta de cobrança das contribuições para a Segurança Social para o anterior governo socialista. “Não houve tratamento diferenciado [do primeiro-ministro]. O que tinha para regularizar, regularizou, pagando as multas como a lei prevê”, afirmou o líder da bancada do CDS.

As dívidas à Segurança Social de milhares de trabalhadores independentes acabaram prescritas “por incúria e incompetência” do PS, disse, dando o assunto como “encerrado”. Passos Coelho não atacou os socialistas directamente mas elogiou o actual Governo que “não deixou que houvesse prescrição em matéria contributiva”. E aproveitou a resposta ao CDS para dizer que “a autoridade do primeiro-ministro não é beliscada”.

Mas houve quem discordasse do primeiro-ministro. Ferro Rodrigues fez nos corredores o que lhe faltou no hemiciclo. Em jeito de balanço, concluiu que a “autoridade democrática, credibilidade e confiança” do primeiro-ministro tinham ficado “francamente atingidas”. Durante o debate, a partir das galerias voltou a assistir-se a mais dois protestos. “Demissão” e “Metes nojo ao povo” doram as frases que levaram à retirada de oito pessoas que assistiam ao debate. Minutos depois seriam acompanhados por mais um cidadão que gritou “essa mudança é um conto para crianças”, depois do primeiro-ministro ter encerrado o debate garantindo já ver os sinais de “mudança na economia portuguesa”. 

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Vi este debate na íntegra e apraz-me dizer...antes de mais, acho lamentável que no meio de tantos problemas no país que urge discutir/deitar mãos á obra, se veja a classe política e os média´s a entreterem-se com matérias que não por mero acaso são levantadas em alturas de eleições(sempre sucedeu), até parece que ainda não se aprendeu nada nos últimos 40 anos..depois censuro, o PM por não ter aproveitado para "um pedido de desculpas pelo seu procedimento(condenável) enquanto cidadão PPC",mas não posso deixar de condenar o PS(vg o sr.Vieira da Silva sentado na 1ªfila da bancada/impávido e sereno/ao lado do respectivo líder sr. Ferro Rodrigues(de larga experiência política na área)pois foi a eles(não esquecendo um tal sr. Edmundo Martinho)que se ficou a dever a não cobrança ao cidadão PPC.!!

AH!...O DECORO APLICA-SE A TODOS....

ADENDA - ÚLTIMA HORA

http://www.publico.pt/politica/noticia/costa-considera-estar-tudo-esclarecido-sobre-contribuicoes-de-passos-1688890

Costa considera estar “tudo esclarecido” sobre contribuições de Passos

 

António Costa deu entrevista à RTP

 POIS É...A RAZÃO DE SER DESTA AQUI AFIRMAÇÃO(DEMAGÓGICA É CERTO/FACE AO HÁ POUCAS HORAS ATRÁS OCORRIDO NA AR) DO SR. ANTÓNIO COSTA, PODE ENCONTRÁ-LA AQUI:

http://www.publico.pt/local/noticia/antonio-costa-viveu-dois-anos-num-duplex-feito-contra-parecer-da-camara-1688753

António Costa viveu dois anos num duplex feito contra parecer da câmara

 

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publicado às 22:18


E ESTA HEN!

por O Fiscal, em 10.03.15

http://www.publico.pt/economia/noticia/paulo-morais-documenta-denuncias-sobre-o-bes-citandose-a-si-mesm

Paulo Morais documenta denúncias sobre o BES citando-se a si mesmo

A lista de alegados beneficiários dos empréstimos concedidos pelo BESA, que provocaram um rombo de 3 mil milhões no BES, chegou ao Parlamento. Com um problema: os documentos que a suportam são crónicas televisivas e de jornal.

Empréstimos concedidos pelo BESA, que provocaram um rombo de 3 mil milhões no BES

Parece uma pescadinha de rabo na boca: o dirigente da associação Transparência e Integridade, Paulo Morais, disse que “não é difícil perceber quem são os destinatários dos empréstimos concedidos pelo BES Angola”. A comissão parlamentar de inquérito ao BES pediu-lhe, então, que fornecesse os dados que possuía. A resposta chegou na segunda-feira, com uma lista de nomes, sim, mas baseada em artigos de um jornal angolano, o Folha 8, e nas próprias palavras de Paulo Morais, em três programas da CMTV e num artigo de opinião que publicou no Correio da Manhã.

“Junto, como solicitado, documentação relativa aos beneficiários de empréstimos por parte do Banco Espírito Santo – Angola (BESA)”, diz a folha de rosto endereçada a Fernando Negrão, o presidente da comissão de inquérito. Um pouco abaixo da assinatura de Paulo Morais surge a descrição dos “anexos”: “Anexo 1 (lista de documentos), anexo 2 (lista de beneficiários), anexo 3 (USB drive)”.

Na página seguinte, surgem, numerados, os “documentos”: “Jornal Folha 8 17/5/2014”, por exemplo, ou “Programa CMTV Fogo Contra Fogo 5/3/2015”. São oito, no total. Quatro edições do Folha 8, um jornal dirigido por William Tonet, jornalista, advogado e militante da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE). Três programas da CMTV, Fogo Contra Fogo, em que Paulo Morais debate a actualidade com Marinho e Pinto. E uma crónica de Paulo Morais no Correio da Manhã.

São estes os únicos “documentos” que Paulo Morais entregou à comissão. O citado “anexo 3 (USB drive)” contém, de novo, os mesmos documentos, em versão integral. Mesmo que isso tenha poupado aos deputados o trabalho de pesquisarem em arquivos e hemerotecas o que estaria dito e escrito nos media citados, não parece haver, em São Bento, grandes motivos para agradecimentos.

É que a lista de nomes fornecida, de 15 pessoas (uma das quais faleceu em Janeiro de 2013), é apenas suportada pelas próprias denúncias de Morais e Tonet, amplamente conhecidas (até porque estavam divulgadas nos meios de comunicação social agora apresentados como suporte). Não é fornecido um único documento que sirva de fonte primária ou que permita perceber como o jornal Folha 8, e o vice-presidente da Transparência e Integridade, chegaram àqueles nomes e não a outros.

Depois das declarações, evasivas, de responsáveis do banco, como Rui Guerra e Álvaro Sobrinho, que negaram aos deputados a lista de beneficiários dos créditos, Paulo Morais garantiu, em declarações à Rádio Renascença, que “não é difícil perceber quem são os destinatários dos empréstimos concedidos pelo BES Angola e a que o banco alegadamente perdeu o rasto”.

Nessa mesma ocasião, Morais disse ter documentos que provariam o destino desses créditos. “O que é incompreensível é como o Estado português não faz exercer os seus direitos, desde logo confiscando as propriedades compradas com este tipo de empréstimos. Relativamente aos empréstimos utilizados em território angolano, é evidente que a situação é mais difícil, mas dadas as óptimas relações que existem entre os dois Governos, teria de haver uma manobra diplomática para recuperar esses milhares de milhões de euros, que neste momento representam um prejuízo no BES e no Novo Banco, e que teriam de ser recuperados”.

A comissão decidiu, por unanimidade, pedir esses documentos e a lista de devedores, com o objectivo de os fazer chegar ao Ministério Público, que investiga a ruína do BES. O que recebeu não são provas, são outras versões (em papel e em vídeo) das mesmas denúncias que tinham sido feitas pela rádio.

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

É caso para que se possa afirmar..."pela boca morre o peixe"..o sr. Paulo Morais, arvorado há muito como um tal ««grande combatente da corrupção»»,teve pelo menos para já um assaz relevo mediático, pois tem-se projectado como possuidor(?) de dados concisos sobre envolvimentos pessoais na área da chamada "corrupção de topo", o que levou até a Comissão Parlamentar de Inquérito da AR ao "Besgate!"a solicitar-lhe as "provas?" que têm servido de base ás suas supeitas/denúncias dos implicados, por exemplo, aqui no caso dos beneficiários dos empréstimos do BESA (afinal de contas os milhões saídos daquele banco sem rasto de destino) e os senhores deputados convencidos que iriam obter algo diferente do que têm obtido dos mais variados depoentes,ficaram de boca aberta com o fornecido por PM...!!!!!!

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publicado às 21:20

JÁ LÁ VÃO MAIS DE DOIS MESES E MEIO APÓS O MEU ÚLTIMO POST (18/12/14), DEDICADO A ESTA TEMÁTICA DO " BESGATE! ", E NÃO É POR JÁ ESTARMOS NA QUARESMA DE 2015, QUE UMA TAL PROCISSÃO NÃO ATA NEM DESATA, LÁ CONTINUA, COM TODOS OS "ACÓLITOS!" CONCENTRADOS NO ADRO DA IGREJA / ESPÍRITO SANTO, AINDA DE BOCA ABERTA PELO DESFILE DE UNS TANTOS SANTOS ESPÍRITOS, PROPRIAMENTE DITOS OU EM CERTA MEDIDA A ELES LIGADOS, EM ÉCRAN GIGANTE ENTRETANTO MONTADO NAQUELE ADRO, DIRECTAMENTE DE UMA TAL " CATEDRAL DA DEMOCRACIA " E PELO DIZ QUE VI/DISSE MAS NÃO VI/DISSE Á VOLTA DOS " MANDAMENTOS DO(s) ESPÍRITO(s) SANTO(s) ", ENQUANTO JÁ SE VAI SABENDO ALGUMAS PISTAS APURADAS POR UM DITO " CONCÍLIO! ". VEM SENDO DEVERAS CADA VEZ MAIS PERCEPTÍVEL DOIS CERTOS LADOS DUMA MESMA BARRICADA(A RESPONSABILIDADE!) OU SEJA A DOS QUE QUEREM VER A JUSTICIALIZAÇÃO EM APLICAÇÃO VERSUS A DOS QUE A TEMEM A VÁRIOS NÍVEIS. POR UM LADO NÃO ACREDITO QUE OS " ACÓLITOS " VEJAM ALGUM DESENVOLVIMENTO SIGNIFICATIVO RELATIVAMENTE Á REALIZAÇÃO DA PROCISSÃO NESTE PERÍODO QUARESMAL / PASCAL E POR OUTRO QUE QUER OS JUSTICEIROS QUER OS TEMEROSOS BEM PODEM TER MUITOS MAIS DIAS DE PLENO SOSSEGO....

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publicado às 21:22


ARRIBA COSTA!

por O Fiscal, em 07.03.15

NÃO...NÃO É...MAS PODIA SER...UM MODO DE RECORDAR O SAUDOSO " CAMACHO "... É SIMPLESMENTE O RECONHECIMENTO DO " GENIAL! " ACTUAL PRESIDENTE DA CML /SECº GERAL PS / PUTATIVO CANDIDATO A PM SR. ANTÓNIO COSTA: *

http://www.publico.pt/politica/noticia/antonio-costa-acusa-cavaco-de-ser-oposicao-as-oposicoes-1688445

Costa acusa Cavaco de ser oposição à oposição no caso das dívidas à Segurança Social

Presidente da República considera que o cumprimento das obrigações de Passos para com a Segurança Social é para os comentadores políticos. "É esse o seu modo de vida", disse.

O secretário-geral do PS acusou neste sábado o Presidente da República de ser a oposição às oposições. António Costa referia-se a declarações proferidas esta manhã por Cavaco Silva, nas quais o Presidente considerou que as controvérsias sobre as dívidas de Passos Coelho à Segurança Social cheiram a campanha eleitoral.

“Estamos em ano eleitoral, o Presidente da República não pode agir como comentador político”, disse Costa. O líder dos socialistas acusou Cavaco Silva de procurar desviar as atenções das responsabilidades do primeiro-ministro, culpando as oposições. “Tem de servir a República e não ser oposição às oposições”, disse.

De manhã, numa declaração à margem da cerimónia da comemoração dos 125 anos da Unicer, o Presidente da República proferiu os primeiros comentários públicos sobre as dívidas do primeiro-ministro à Segurança Social que desde há uma semana marcam a agenda da vida política. “Um Presidente da República de bom senso deve deixar aos partidos as suas controvérsias político-partidárias que já cheiram a campanha eleitoral”, sublinhou.

E, para que não restassem dúvidas sobre a sua posição, o Presidente invocou os ensinamentos da sua longa carreira política: “Tenho muita experiência para saber distinguir entre aquilo que são jogadas político-partidárias e o que são outras explicações.”

Esta afirmação teve, sete horas depois, a resposta do líder do principal partido da oposição. “O Presidente da República, garante do normal funcionamento das instituições democráticas, procura transformar a responsabilidade do primeiro-ministro em responsabilidade das oposições”, acusou.

Versão diferente da sua posição é a de Belém, em vésperas do Presidente iniciar, na segunda-feira, o seu último ano de mandato: “Um Presidente da República de bom senso não deve entrar em lutas político-partidárias e o Presidente da República está acima dos partidos, das polémicas que eles desenvolvem, mas convida-os a resolverem os problemas do país.”

Desta forma, Cavaco Silva pretendera desvalorizar o tema, remetendo-o para uma importância secundária, impeditiva, mesmo, de abordar as grandes questões nacionais. Um modo de responder às declarações de sexta-feira de António Costa, nas quais o secretário-geral do PS acusara o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho de “usar e abusar da imunidade política que o senhor Presidente da República lhe ofereceu.”

Este reparo, atendendo ao teor das declarações de Cavaco Silva deste sábado, não foi considerado por Belém. Aliás, em nenhum momento das suas declarações se ouviu de Cavaco qualquer distanciamento face a Passos Coelho. “Deu [Passos] as explicações que entendia dever dar, nunca revelo em público as conversas com o primeiro-ministro”, destacou o Presidente.

Bem diferente é a posição do principal partido da oposição. “O primeiro-ministro tem de perceber que tem urgência em responder [às perguntas da bancada parlamentar socialista]. A questão é a de saber se neste quadro o primeiro-ministro tem a autoridade para impor deveres aos seus concidadãos”, criticou António Costa. 

Já para Cavaco, o cumprimento das obrigações fiscais do primeiro-ministro é assunto para outro nível. “É matéria de comentadores políticos, é esse o seu ofício, o seu modo de vida, comentar todo o tipo de polémicas político-partidárias”, disse. Outra forma de secundarizar a questão, de a pretender apresentar como acessória.

O que o Presidente chega, aliás, a expressar num apelo aos partidos políticos. “Que evitem crispações de forma a que, no pós-eleições, existam condições para assegurar a estabilidade política, a governabilidade do país e uma solução governativa que seja consistente e coerente”, expressou Cavaco Silva.

Esta preocupação pelo calendário eleitoral não é a do PS. O principal partido da oposição e alternativa à actual maioria foi claro pela voz do seu secretário-geral. “O primeiro-ministro tem o dever de explicar, a demissão [de Passos Coelho] está nas mãos dos portugueses. Com a imunidade política do Presidente da República e a maioria no Parlamento, só os portugueses podem decidir”, referiu António Costa.

Se, para Cavaco, o que importa é a gestão do tempo futuro, pós-eleitoral, o líder dos socialistas tem outro horizonte. “Quanto mais tempo passa sem explicações [do primeiro-ministro], mais tempo as instituições sofrem um desgaste”, concluiu o secretário-geral do PS.

A necessidade de respostas do primeiro-ministro às dívidas que manteve entre 1999 e 2004 à Segurança Social foi sublinhada à esquerda também pelo PCP e pelo Bloco. “É bom que o senhor primeiro-ministro o faça, e o faça antes de quarta-feira, quando há debate quinzenal na Assembleia da República”, disse a coordenadora do BE num comício em Olhão.

José Matos Correia, vice-presidente do PSD, admitiu que na quarta-feira Passos esclarecerá as dúvidas. “O primeiro-ministro está disponível para dar explicações no momento certo e onde for entendido. Se vai ao Parlamento na quarta-feira, será uma boa altura para quem quiser tornar a colocar as perguntas que entenda”, comentou.

Por seu lado, entre as suas sete perguntas, a bancada dos comunistas pretende saber a data precisa em que foi feito o pagamento da dívida, já que só mês — Fevereiro do corrente ano — foi revelado.

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

O sr. A.Costa, como é claríssimo, anda a "reboque!" das agendas, mediáticas e de certos "trutas socialistas!", por um lado tenta «« passar por entre os pingos da chuva »»por outro não quer desagradar a "gregos ou troianos xuxas!". Ele sabe que o melhor é ser cauteloso, senão mesmo estar um pouco calado sobre a polémica "Passos/ss/fisco", primeiro, porque ele saberá «« a origem/o porquê/e qual o obectivo »» do que tem vindo a ser noticiado segundo, porque (quiçá) terá a ver com a necessidade de desviar a atenção de "problemáticas um tanto parecidas consigo próprio"). Já no respeitante á aqui sua crítica ao sr. PR Cavaco Silva(por causa da sua abordagem hoje sobre o assunto), não tem nenhuma razão..porquê?..bom, como AC bem sabe, CS sabe por experiência própria o que afinal estará em causa!!

* POIS BEM...ACONSELHO A PROPÓSITO...UMA VISTA DE OLHOS A UNS CERTOS BLOG´s(p.ex., DO PORTUGAL PROFUNDO / PORTA DA LOJA /

/ BLASFÉMIAS / O INSURGENTE)....

 

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publicado às 22:46

CONFESSO QUE A ACTUAÇÃO AO MOMENTO DO EXPRESSO / SIC, PARA MIM, TEM ESTADO A REVELAR-SE UMA AUTÊNTICA " DESILUSÃO! ". VEM ISTO A PROPÓSITO DA «« PROBLEMÁTICA! »» ENVOLVENTE AO SR. PM PEDRO PASSOS COELHO VERSUS SS. SE DE CERTO MODO JÁ COMPREENDI O PAPEL DO JORNALISTA SR. JOSÉ ANTÓNIO CEREJO/JORNAL PÚBLICO DESDE O PASSADO SÁBADO(CURIOSO O DIA DA GRANDE! ENTREVISTA DE PPC AO EXPRESSO), CUSTA-ME A PERCEBER O DO EXPRESSO/SIC, SEGUNDO O QUE HOJE APARECE NOTICIADO:

http://www.noticiasaominuto.com/economia/356215/nova-polemica-passos-envolvido-em-mais-cinco-processos-fiscais

Segurança Social Nova polémica: Passos envolvido em mais cinco processos fiscais

Depois de estar cinco anos sem pagar à Segurança Social como trabalhador independente, Pedro Passos Coelho está envolvido numa nova polémica que se prende com incumprimentos, agora, ao Fisco.
 
 
Economia
Nova polémica: Passos envolvido em mais cinco processos fiscais
Depois das dívidas à Segurança Social, surgem novas indicações sobre 'dívidas' de Passos Coelho ao Fisco. Surge agora a informação de outros cinco processos, instruídos entre 2003 e 2007, no valor de seis mil euros.

Dá conta o semanário Expresso de cinco processos de execução fiscal ao contribuinte Passos Coelho por (mais) valores em dívida.

O primeiro desses cinco processos, no valor de 100 euros, é relativo a maio de 2003. O segundo foi instaurado em fevereiro de 2004, e envolve mais de dois mil euros. O terceiro, em julho de 2004, é do mesmo valor, o quarto é de julho de 2006, chegando aos 800 euros, e o último, no valor de 100 euros, foi instaurado no final de 2007.

Acrescenta o semanário que entre 2003 e 2007, Passos Coelho passou por várias empresas, entre as quais a Fomentinvest.

Estas foram dívidas que também já foram regularizadas, assim como as referentesrao período entre 1999 e 2004, quando Passos era trabalhador independente e não descontou para a Segurança Social.

Os valores dizem respeito à entrega de declarações fora de prazo, mas também a outros incumprimentos a que o Expresso não teve acesso. O gabinete do primeiro-ministro escusa-se a fazer comentários a estas novas informações.

DE FACTO CUSTA A PERCEBER COMO É QUE SAEM DAS BASES DE DADOS QUER FISCAIS OU PARAFISCAIS ELEMENTOS SEJA DE QUEM FOR, PARA A " PRAÇA PÚBLICA " (ex.vi. do sigilo). SE POR UM LADO ME PARECE,QUANTO A JORNALISTA SR. CEREJO/JORNAL PÚBLICO, NO QUE DIZ RESPEITO Á CELEUMA Á VOLTA DO PM PPC/SS, A SUA "FONTE!" VIRÁ VIA ÁREA DIRECTA/INDIRECTA SOCIALISTA(TAL COMO TAMBÉM HÁ UNS MESES SOBRE O CASO TECNOFORMA), JÁ NO QUE DIZ RESPEITO AO EXPRESSO(ÁCERCA DO RECTRO NOTICIADO PPC VERSUS FISCO) TENHO MERAS SUPOSIÇÕES SOBRE O ACESSO. ENTENDO A MISSÃO DOS MÉDIA´s SOBRE O DIREITO/DEVER DE INFORMAR, MAS, JULGO QUE HÁ LIMITES E É ESSE O CASO AQUI DO NOTICIADO PELO EXPRESSO «« ONDE QUERERÁ O JORNAL CHEGAR INDO EM BUSCA DO CADASTRO TRIBUTÁRIO DE ALGUÉM(NO CASO DE PPC) PURA E SIMPLESMENTE PARA DAR CONHECIMENTO, NÃO DE DÍVIDAS POR SOLVER, MAS DE "PREVARICAÇÕES" PORVENTURA HAVIDAS?»». APETECE MESMO DEIXAR NO AR " HAVERÁ POR AÍ ALGUÉM JORNALISTA OU NÃO JORNALISTA QUE SE POSSA GABAR DE NUNCA TER PREVARICADO TRIBUTÁRIAMENTE?". MAS, HÁ ALGO QUE ME DEIXOU MUITO MAIS PERPLEXO, TANTO RELATIVAMENTE AO JORNAL PÚBLICO COMO AO JORNAL EXPRESSO(PRINCIPALMENTE DO EXPRESSO)E QUE TEM A VER COM UMA CERTA MATÉRIA VINDA A LUME PRECISAMENTE NO AUGE DESTA AQUI QUESTIÚNCULA, QUE AVERBO:

http://www.noticiasaominuto.com/politica/355246/costa-acusado-de-falhar-contribuicoes-autarquicas

Polémica Costa acusado de falhar contribuições autárquicas

Depois de Pedro Passos Coelho, surgem agora notícias de que António Costa não pagou as respetivas contribuições autárquicas quando era ministro da Justiça. Autarca de Lisboa já desmentiu.
 
 
Política
Costa acusado de falhar contribuições autárquicas

 

 

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publicado às 23:56

DESDE O MEU ÚLTIMO POST (24 DE JANEIRO) A 2ª BATALHA DA " GRANDE GUERRA SOCIALISTA " ENTROU  NUM COMPLETO DESNORTE. É PERFEITAMENTE VISÍVEL QUE NO TEATRO DE GUERRA NÃO HÁ QUALQUER ESTRATÉGIA DIGNA DESSE NOME QUANTO AO OBJECTIVO QUE SERIA DE VISIONAR COM VISTA AO TÃO AMBICIONADO ÊXITO LÁ PARA OS FINAIS DO PRÓXIMO VERÃO. DE FACTO " AS TROPAS " VÃO VENDO A META CADA VEZ MAIS Á VISTA E NO TERRENO O QUE NOTAM É UMA DESORIENTAÇÃO TOTAL. POR UM LADO OS " SOLDADINHOS ", PREOCUPADOS COM O " SEQUESTRAMENTO! " DE UM TAL DOS SEUS OFICIAIS PRINCIPAIS / E TUDO O QUE O ENVOLVE(QUIÇÁ UM DESCRÉDITO QUE OS PODE ESMORECER), NÃO VÊEM DA PARTE DO SEU " GRANDE GENERAL COSTA " QUALQUER DEFINIÇÃO CONCRECTA QUE OS LEVE DE UM MAIS QUE NOTADO DESCRÉDITO Á EUFORIA PARA A VITÓRIA, POIS VOLTAM-SE PARA UNS DITOS TAIS OFICIAIS COADJUTORES DO COMANDO E VÃO PERCEPCIONANDO JÁ POR PARTE DE ALGUNS DELES UMA CONTESTAÇÃO! MAIS OU MENOS ÁS CLARAS RELATIVAMENTE AO ACTUAL PAPEL DO GRANDE GENERAL. O EXÉRCITO SOCIALISTA ESTÁ Á BEIRA MESMO DE UM " ATAQUE DE NERVOS ", POIS TANTO NUM DIA SE VÊ EM TERMOS DE ATAQUE DIRECCIONADO PARA A ESQUERDA VOLVER COMO NO SEGUINTE PARA A DIREITA VOLVER, ENQUANTO O GG SE VAI ENTRETENDO COM UNS " FAITS - DIVERS " DE TRAZER POR CASA( DE FUTEBOLÍSTICOS, PASSANDO POR AUTOMOBELÍSTICOS, FISCALÍSTICOS, TAXA/TAXINTÍSTICOS A OUTROS ..ÍSTICOS), MAIS PARECENDO UM TANTO DE CABEÇA PERDIDA(COMO HOJE SE VIU NAS NOTÍCIAS DAS 20H DA SIC AO SER ABORDADO POR JORNALISTA)....

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publicado às 20:47


DEIXEM-ME QUE DIGA!

por O Fiscal, em 01.03.15

http://www.publico.pt/mundo/noticia/alexis-tspiras-acusa-portugal-e-espanha-de-formar-eixo-para-derrubar-o-governo-do-syriza-168

Tsipras acusa Portugal e Espanha de quererem derrubar o Governo do Syriza

Primeiro-ministro grego responde a Passos Coelho na primeira reunião do comité central do Syriza: "O plano era e continua a ser o de provocar desgaste e derrubar o nosso Governo", acusou.

O primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, acusou os Governos de Portugal e da Espanha de formarem um “eixo contra Atenas” durante as negociações mantidas com o Eurogrupo para o prolongamento do programa de resgate financeiro, com o objectivo de derrubar o executivo liderado pelo Syriza.

“Encontramo-nos numa situação em que um eixo de poderes, liderado pelos Governos de Espanha e Portugal, tentaram conduzir as negociações para o abismo, por motivos políticos óbvios”, contou Tsipras ao comité central do Syriza, que reuniu este sábado pela primeira vez desde a vitória eleitoral de 25 de Janeiro e a formação de Governo.

Relatando as negociações em que o país se viu envolvido em Bruxelas, com o Europgrupo e com o Conselho Europeu, Alexis Tsipras aludiu à oposição das forças conservadoras europeias, com Portugal e Espanha à cabeça, e as suas tentativas para “minar” um acordo entre os gregos e os seus parceiros, “assumindo o risco de uma evolução descontrolada” por razões tácticas que têm a ver com a conjuntura eleitoral interna.

“O plano era – e continua a ser – o de provocar desgaste e derrubar o nosso Governo ou forçar-nos a uma rendição incondicional, antes que o nosso trabalho começasse a dar fruto e antes que o nosso exemplo afectasse outros países”, interpretou Tsipras, acrescentando que a preocupação imediata dos aliados ibéricos era o impacto que um compromisso positivo para a Grécia poderia ter nas eleições espanholas, marcadas para Novembro. As sondagens sobre as intenções de voto em Espanha atribuem, para já, o favoritismo ao partido anti-austeridade Podemos.

Tsipras defendeu o compromisso alcançado pelo seu Governo em Bruxelas, e para contrariar as críticas da facção mais à esquerda do seu movimento referiu o ataque que a chanceler alemã, Angela Merkel, sofreu quando levou o acordo com a Grécia à apreciação do parlamento germânico. “Basta ouvir as críticas dos deputados alemães, que se queixaram das concessões inaceitáveis que foram feitas aos gregos”, observou.

Mas apesar de a Alemanha ainda ser vista como a principal “inimiga” da Grécia pela sua defesa intransigente das políticas de austeridade, o primeiro-ministro confirmou que no processo negocial os principais entraves foram colocados por Portugal e Espanha – Tsipras referiu-se à posição conjunta de Lisboa e Madrid, supostamente com o respaldo do Partido Popular Europeu, como uma “conspiração” para derrubar o seu Governo.

As palavras do chefe do Governo grego podem ser interpretadas como uma espécie de réplica ao desmentido de Pedro Passos Coelho, que numa entrevista publicada este sábado pelo semanário Expresso, voltou a refutar a ideia de “hostilidade” com a Grécia e devolveu a acusação a Tsipras: “Pode existir uma intenção política de criar esta ideia, mas não é verdade”, afirmou o primeiro-ministro português.
 
PSD diz que Tsipras mente
Os dois maiores partidos portugueses reagiram rapidamente às declarações de Alexis Tsipras em Atenas, com o PSD a carregar na crítica ao primeiro-ministro grego em defesa de Passos Coelho e o PS a contestar a submissão do Governo português à linha definida pela Alemanha.

Recordando que Pedro Passos Coelho negou categoricamente que Portugal tenha sido mais duro com a Grécia do que os restantes parceiros do Eurogrupo, o porta-voz dos sociais-democratas, Marco António, lamentou que Alexis Tsipras tenha sentido necessidade de “inventar histórias e bodes expiatórios” e “arranjar desculpas envolvendo terceiros” de forma a iludir “a conturbação e as dificuldades internas do Syriza”.

“Está na hora de os responsáveis assumirem as suas próprias responsabilidades e não continuarem a sacudir a água do capote e enjeitar as responsabilidades que são próprias das suas decisões”, frisou o vice-presidente do PSD, à entrada da sessão de encerramento das jornadas do PSD e do CDS sobre investimento, no Porto.

Pelo seu lado, o presidente do PS, Carlos César, lamentou que o Governo português não tenha sabido aproveitar a abertura negocial no Eurogrupo para resolver a questão grega, continuando a alinhar com a “política conservadora liderada na Europa pela administração alemã”.

Para Carlos César, “a posição portuguesa devia ser a de procurar que, no contexto europeu, se criassem condições para um reforço da unidade e da coesão económica e social”. O socialista criticou a postura negocial do Governo, que nas suas palavras “se colocou numa posição de amanuense em relação à administração alemã”, em vez de defender uma “posição intermédia que favoreça a criação de novas regras comuns” que beneficiem países na situação de Portugal.

Espanha pede "reformas e não declarações"
O outro Governo visado por Tsipras também não demorou a reagir. Os problemas da Grécia resolvem-se com reformas e não com declarações”, disse Íñigo Méndez de Vigo, secretário de Estado para a União Europeia espanhol.

“Espanha não é adversária de nada, antes pelo contrário: é solidária com o povo grego como já demonstrou, assumindo o compromisso de 26.000 milhões euros num momento muito difícil para a economia do nosso país em plena recessão", acrescentou o secretário de Estado espanhol, em declarações à Efe.

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Face ao aqui noticiado permitam-me que deixe 2 "recados!" 1- para sr. Alexis Tsipras talvez fosse melhor (face á situação da Grécia) ele por de lado "faits-divers!"afinal de contas governar dentro dos condicionalismos e sérias necessidades gregas (pois é do que se trata,na acusação que faz a Portugal e Espanha, ou seja, querer arranjar "bodes expiatórios"para calar a contestação interna que começa a dar os primeiros passos no que diz respeito á sua quiçá inabilidade política) 2- para o sr. Carlos César ( e outros PS´s que tais) assaz acusadores a PPC de "amanuense-bom aluno ou subserviente de Merkel/administração alemã(parecendo esquecido que há um vice-chanceler de Merkel, o líder PSD),onde estavam eles quando,Sócrates em 2011 foi a fugir a Berlim ou MS dizia que JS era amigo de Merkel?!

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publicado às 23:54



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