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FALTA DE HUMILDADE?

por O Fiscal, em 13.11.14

http://www.publico.pt/portugal/noticia/marido-da-ministra-das-financas-processado-por-insultos-e-amecas-a-jornalista-1676090

Marido da ministra das Finanças processado por insultos e ameaças a jornalista

António Albuquerque não gostou de artigo de opinião do Diário Económico e ameaçou e insultou o jornalista. Filipe Alves apresentou queixa no Ministério Público que ainda não abriu inquérito.

António Albuquerque, marido da ministra das Finanças e ex-jornalista do Diário Económico , foi alvo de um queixa no Ministério Público por ameaças e pressões a um jornalista do Diário Económico. Em causa está uma troca de mensagens em que António Albuquerque insulta e ameaça Filipe Alves por causa de um artigo de opinião publicado no jornal.

A origem dessa troca de sms foi o artigo, publicado na edição de 22 de Setembro do Diário Económico, com o título "O que acontece se o Novo Banco for vendido com prejuízo?", em que Filipe Alves questiona as eventuais consequências para os contribuintes da venda do Novo Banco.

Fonte do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa confirmou ao PÚBLICO que a queixa foi apresentada terça-feira naquele departamento pelos crimes de difamação e injúrias. Tendo passado pouco tempo desde que foi recebida a participação, o DIAP ainda não ordenou a abertura de um inquérito-crime onde poderão ser apuradas as circunstâncias do caso.

De acordo com a revista Sábado, que avançou com a notícia, e com o jornal i, o jornalista recebeu várias mensagem de António Albuquerque, cujo teor foi confirmado pelo próprio, contendo algumas ameaças: “Tira a minha mulher da equação ou vou-te aos cornos” ou “Não sabes quem é que eu sou. Metes a minha mulher ao barulho e podes ter a certeza que vais parar ao hospital”.

Filipe Alves deu um prazo, por escrito, ao ex-colega para apresentar um pedido de desculpas, mas isso não aconteceu. Em troca,, relata o i António Albuquerque enviou uma carta ao jornalista a ameaçar com um processo por este ter descoberto a sua morada.

Confrontado pela Sábado e pelo i,  Albuquerque confirmou ser o autor das mensagens e recusou pedir desculpas: “Antes ser condenado”. Ao i, o marido da ministra acrescentou ainda que nunca fez pressões, mas admitiu que tratou mal dois jornalistas: Filipe Alves e António Costa, director do DE.

António Albuquerque foi director-executivo do Diário Económico durante alguns anos e, quando Maria Luís Albuquerque foi nomeada secretária de Estado do Tesouro, foi despromovido e passou a ser responsável pelos suplementos do jornal. Saiu em 2012 para a EDP. Actualmente é correspondente do grupo de comunicação moçambicano Soico.

Comentários:

 

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

A confirmar-se...tudo o que hoje é noticiado, em vários orgãos de comunicação social, á volta deste, diria pelo mínimo, " inadmissível comportamento! " do sr. António Albuquerque( que ele próprio parece ter confirmado), de duas uma, ou algo não vai bem lá pelos lados do próprio ou então ao sr. AA subiu-lhe á cabeça uma " certa notoriedade " daquelas, daqueles, que se julgam acima de tudo e todos...e sendo assim, já que na falta de alguma humildade perante quem(o jornalista sr. Filipe Alves) usou para com ele de alguma cortesia, responde ainda por cima com " sobranceria ", só resta, o recurso judicial e face ao aludido FA fez bem...MAS...é preciso que se diga, o facto de AA ser casado com a Srª Maria Luis Albuquerque, actualmente MF do governo de PPC, só quer dizer isso mesmo e nada mais.!!

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publicado às 21:47

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/enfermeiros-mantem-greve-nacional-apesar-de-apelo-do-ministerio-da-saude-1676119

Enfermeiros mantêm greve nacional, apesar de apelo do Ministério da Saúde

Greve marcada para esta sexta-feira.

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou nesta quinta-feira que vai manter a greve nacional, marcada para sexta-feira e dia 21, respondendo negativamente ao apelo do Governo para reconsiderar as datas do protesto, tendo em conta o "cenário extraordinário" do surto de Legionella.

A decisão foi anunciada em conferência de imprensa, no final de uma reunião dos dirigentes do SEP que se realizou para avaliar o apelo do Ministério da Saúde.

A tutela pediu ao SEP para reconsiderar as datas da greve nacional, tendo em conta o "cenário extraordinário" do surto de Legionella.O director-geral da Saúde defendeu nesta quinta-feira que a greve nacional de enfermeiros marcada para sexta-feira não surge num momento “oportuno” perante o surto de Legionella no concelho de Vila Franca de Xira e que conta já com 302 casos identificados. Francisco George telefonou a Guadalupe Simões, da direcção do SEP, para lhe transmitir as suas preocupações. “De manhã cedo falei pessoalmente pelo telefone e expliquei à senhora enfermeira Guadalupe Simões que não era oportuno [fazer greve] em termos dos riscos que isso representa para os doentes”, disse aos jornalistas.......O SEP anunciou no início da semana uma greve nacional de dois dias, esta sexta-feira e dia 21 deste mês, em protesto pelos cortes salariais nas horas extraordinárias, exigindo a progressão na carreira e a reposição das 35 horas de trabalho semanais....

Greve pode "comprometer a prestação de cuidados", diz ministério

"Hoje, o Ministério tinha aceitado de imediato uma proposta de reunião, solicitada esta manhã pelo SEP com carácter emergente, no pressuposto de que seriam analisadas as alternativas à greve nacional e estabelecido calendário negocial futuro", lê-se no comunicado. A desmarcação da reunião é justificada pelo Ministério da Saúde com o "contexto de incompreensão do SEP face à situação de dificuldades a que as instituições de saúde têm dado excelente resposta, que se traduz numa recusa de desconvocar esta greve".

Comentários:

 

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Face ao aqui noticiado e reportagem sobre o mesmo assunto no jornal da TVI24 das 14h(com intervenção do responsável sindical do SEP), o que se me afigura desde já constatar é a aqui atitude que considero "simplesmente lamentável"dos representantes dos enfermeiros,de facto, felizmente, no nosso país, hoje é reconhecido o direito á greve, pelo que, os enfermeiros têm todo o direito, se o julgam como último recurso, de recorrer á greve...MAS...querer aproveitar ««uma situação de emergência de saúde pública»», como a que se está a viver, á volta do "surto gravíssimo de legionella",para pura chantagem perante o governo(no caso,o MS),só demonstra um baixo nível de sindicalismo...ainda não se sabe se houve ou não há pouco(17h) uma tal reunião MS/SEP,se sim,espera-se que MS não cedesse nem 1mm !!

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publicado às 20:49


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