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http://www.publico.pt/sociedade/noticia/portugal-perdeu-quase-meio-milhao-de-jovens-na-ultima-decada-1666087#/0

 

 

Como se trava a perda de meio milhão de jovens? Com emprego

 

População até aos 30 anos representa um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes do país, revela INE na véspera do Dia Internacional da Juventude.

A perda de meio milhão de jovens residentes verificada na última década foi acelerada pela emigração. Sociólogos consultados pelo PÚBLICO e um representante do Conselho Nacional de Juventude (CNJ) coincidem nessa análise face aos dados revelado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que mostram que os habitantes entre os 15 e os 29 anos nunca tiveram um peso tão pequeno na população nacional....As opiniões de jovens e de especialistas também coincidem numa possível solução: só criando emprego será possível travar esta tendência....Os indicadores compilados pelo INE para assinalar o Dia Internacional da Juventude, que se assinala terça-feira, mostram que os habitantes entre os 15 e os 29 anos valem 17% do total de residentes no país, o número mais baixo desde que há estatísticas oficiais. Este dado é fruto da perda de quase meio milhão de pessoas registada ao longo da última década – como tinha sido revelado pelos Censos de 2011. Os dados “alimentam a sensação de que todos os anos perdemos milhares de jovens”, afirma a presidente do CNJ, Joana Lopes....Para os especialistas contactados pelo PÚBLICO, há dois factores decisivos: a quebra demográfica, verificada na geração dos pais destes jovens, e a emigração, em crescimento nos últimos anos. “São essas duas tendências que explicam este resultado”, afirma o vice-coordenador do Observatório Permanente da Juventude da Universidade de Lisboa, Vítor Sérgio Ferreira. Esta combinação resulta num “cenário muito perigoso para o país”, que devia “fazer soar muitas campainhas”, avalia por seu lado Pedro Góis, investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, que se tem dedicado ao tema das migrações....Se o envelhecimento da população é uma tendência “que já se vivia desde os anos 1980”, lembra Vítor Sérgio Ferreira, a perda de habitantes no país na faixa etária até aos 30 anos foi “acelerada pelo fenómeno da emigração”, argumenta. E esta é uma realidade que é uma “novidade”, sobretudo “pela sua escala”, acrescenta Pedro Góis......

 

Comentários:

                                                                                                                                                                                                                                    

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES                

 

Aposentado                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             ,                                                                  Abrantes                                                                                                                     

                                                                               

                                                                                             

 

                                                                                                          Parece-me evidente"a perda de meio milhão de jovens"tem a ver com o lado social e principalmente com duas suas facetas ««por um lado a demografia/baixa natalidade e por outro a emigração»»..estas condicionantes não apareceram nestes últimos anos(quiçá se tenham agravado face a diversos condicionalismos)..se no 25/4 já haviam sinais ténues desse trajecto,no pós democracia houve erros de aposta que contribuiram para o seu aceleramento(vg. o desincentivo em geral nos apoios á família e o desiquilíbrio entre o aproveitamento resultante da abertura excepcional á qualificação/formação académica perante o mercado de trabalho/face á aposta no período áureo dos fundos estruturais fundamentalmente para os sectores económicos dos bens não transaccionáveis)..o travar leva tempo/mas urge dar passos!!

 

 

ADENDA - SUBLINHADO NOSSO....

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publicado às 22:12


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