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OS " AAA /AA25A´s "!

por O Fiscal, em 20.02.14

ANTES DE MAIS...TENHO QUE VOS DECIFRAR...O MEU TÍTULO DESTE POST...ENTÃO É ASSIM:

OS " ANIMADOS ALMOÇOS ÂNIMO /A(de Colaço o socialista que muito deve ao PS)-A(de associação)-A(de Abril) "....

 

http://www.publico.pt/politica/noticia/para-o-psd-se-regenerar-e-preciso-sair-de-cena-quem-esta-em-cena-defende-capucho-1624411

 

 

 

Para o PSD se regenerar é preciso "sair de cena quem está em cena", defende Capucho

 

 

Para o ex-militante, recentemente expulso, o PSD é hoje um "conjunto de oligarquias" fechado sobre si próprio e precisa de se "regenerar".

Capucho não poupou nas críticas ao PSD num almoço em que Mário Soares marcou presença

 

António Capucho, recentemente expulso do PSD, disse no final de mais um almoço AAA (Animados Almoços Ânimo) na Associação 25 de Abril, que para o PSD se conseguir regenerar “de dentro para fora” é preciso “sair de cena quem está em cena” no partido. No debate que se seguiu ao almoço, onde Mário Soares fez questão de marcar presença, o ex-militante social democrata falou de tudo, de si, do PSD, dos partidos e do panorama da política nacional.

 

Depois do debate, em conversa com os jornalistas, António Capucho revelou que foi convidado a encabeçar a lista de um partido em formação para as eleições europeias, partido sobre o qual nada quis adiantar, nem quem são os protagonistas. O partido em formação de que o ex-militante do PSD fala “vai aparecer em cena política muito brevemente”, afirmou.

 

Não se trata, portanto, de nenhum dos partidos recém- formados já tornados públicos. Tratar-se-á de um partido “reformista” posicionado algures entre o partido social-democrata e o partido socialista, de acordo com o ex-militante.  

 

Durante o debate, Capucho fez um roteiro por diversos temas, abordando assuntos como a sua “rota de colisão” com o partido que ajudou a fundar. Apontando o dedo à estrutura interna do partido, caracterizou a atitude de Passos Coelho de não apoiar os candidatos naturais às autarquias como uma “estupidez” e um “erro político”. E essa atitude do líder do PSD "legitimou a rebelião que se verificou" depois no partido.

 

Falou da degradação dos partidos políticos – os “pilares da democracia” – e a necessidade de estes se regenerarem de “dentro para fora”, para que se tornem mais abertos e democráticos. Para António Capucho, o PSD, “salvo algumas honrosas excepções, é um conjunto de oligarquias, fechadas sobre si próprios, desviando-se da sociedade e da matriz ideológica que deveriam defender, sem prestar contas à população ou disfarçando essa prestação de contas”.

 

E vai mais além na crítica quando se refere à existência de militância “barata” e de “barrigas de aluguer” no interior do partido. “Não é admissível que num partido com a dimensão do PSD, os militantes paguem 1 euro por mês de quotas, e que depois sejam os contribuintes a financiar o partido, seja para as campanhas eleitorais, seja para a actividade normal ou para a Assembleia da República”.

 

O ex-secretário-geral dos social-democratas afirmou que é muito fácil encontrar pessoas que “a troco de muito pouco vão votar”, e exemplifica: “É como ir a um banco e pagar de rajada 100 quotas dos outros”, acusou.

 

Passou também pelo memorando de entendimento, que considerou ter sido assinado “quase de olhos fechados”, acrescentando que este tornou a dívida portuguesa insustentável e que deveria ter sido renegociado assim que se percebeu que a “dose brutal de austeridade ia dar asneira”. Mostrou-se indignado com a distribuição “escandalosa” dos sacrifícios, que afectam sempre os mesmos: pensionistas e funcionários públicos são “alvos da fúria daqueles senhores”, destacou António Capucho.

 

Abordou a reforma do Estado, que chegou de forma tardia e “nublosa”. Teceu considerações à actuação do Presidente da República (PR), nomeadamente aquando da demissão irrevogável de Paulo Portas –  “Foi uma pena que o PR não tenha mandado aqueles meninos para casa”.

 

No seu entendimento, a reforma do Estado – que surgiu de forma “nublosa” e “com laivos neoliberais” – tardou e deveria ter sido feita logo no início da legislatura. “Quando finalmente apareceu um guião para a reforma, o conteúdo era pouco mais que zero”. Para António Capucho, a única reforma que o primeiro-ministro quer fazer tem a ver com a lei eleitoral para a Assembleia da República, através da “redução drástica do número de deputados”. 

 

Sobre o programa cautelar e a necessidade de consenso político que Pedro Passos Coelho tem pedido, o ex-militante do PSD questiona: “A três meses de eleições, estar a pedir consensos políticos sobre aquilo que ele [Passos Coelho] não sabe o que é, sem que o próprio PSD tenha um programa para a reforma do Estado e sem um programa pós troika definido (…) são acordos sobre o quê e para quê?”

 

O ex-militante social-democrata defende a urgência de alterações legislativas nas leis dos partidos, para permitir as candidaturas independentes. “Se a lei eleitoral for alterada, para a Assembleia da República e para as autarquias, mas também para o Parlamento Europeu, no sentido de criar círculos uninominais, é evidente que a qualidade média dos deputados terá de aumentar”, sustentou. A seu ver, a lei tal como está hoje em dia, faz com que os eleitores não façam a mínima ideia de quem são os deputados que os representam.

 

Sobre o XXXV Congresso Nacional do PSD, António Capucho frisou que não faz intenções de segui-lo, até porque já está “tudo definido” à partida, sublinhando que isso resulta da aplicação das eleições directas nos partidos, que se revelou “perversa”. “Já sei qual é a moção estratégica que vai ganhar – a moção de Passos, que é um auto-elogio do princípio ao fim".

 

Para Capucho, os congressos são “uma sucessão de monólogos, onde falam quatro ou cinco figuras do partido. São uma chatice monumental, uma perda de tempo”.

 

Quanto ao seu futuro partidário, o ex-parlamentar social-democrata afirmou que vai continuar independente na Assembleia Municipal de Sintra, afasta a possibilidade de integrar um novo partido, mas não descarta a hipótese de voltar ao PSD, quando se der a “regeneração” do partido, embora reconheça a “dificuldade” dessa regeneração.

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Pois é..ontem lá tivemos..mais um dos "famosos!"AAA´s(não esquecer da iniciativa do sr. A Colaço com a benção da actual direcção da A 25/4)..sabem uma coisa..estes repastos fazem-me lembrar uma velha célebre dica que ficou famosa para os anais da nossa democracia "sic. «« eu gosto é de malhar na direita»»"(lembram-se/do na altura governante socialista sr. Santos Silva hoje comentador televisivo onde lai vai continuando a malhar)..é que pelo que me tenho apercebido nesses "convívios político/gastronómicos"realizados periódicamente e a preceito têm essencialmente sempre um convidado de honra que talvez "por mero acaso"coincide com quem de certa forma "quer malhar no actual governo com ênfase no PPC"..pois é..os que hoje usam tal chicote! são os mais culpados pelas chicotadas que sofremos!!!

 

DEVO ACRESCENTAR...JÁ QUE ESTAMOS EM DEMOCRACIA E NUM ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO  

 

                                          HÁ QUE RESPEITAR DESIGNADAMENTE A LIBERDADE DE REUNIÃO/EXPRESSÃO

                                          MAS TAL DEVIA IMPLICAR TAMBÉM ALGUMA RESPONSABILIDADE.......ORA ISSO

                                          NÃOSETEM DE SOBEJO VERIFICADO NESTES ENCONTROS/MAS O QUE MAIS ME

                                          INDIGNA É QUE O 25 DE ABRIL APAREÇA AQUI DE CERTO MODO ASSOCIADO A 

                                          NÃO SER QUE ESTEJA ENGANADO SOBRE O ESPÍRITO QUE ESTAVA INERENTE A

                                          TAL FEITO EM 1974....

ADENDA:

OS AAA-ANIMADOS ALMOÇOS....Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014....A caminho dos AAA com Bernardino Soares....antónio colaço....publicado por animo às 23:47....O OUTRO LADO DO AAA COM BERNARDINO SOARES....

Para terminar, Bernardino avalia o contributo que pode advir das redes sociais....Vasco Lourenço aproveitou a ocasião para realçar o espaço de pluralidade que a Associação cada vez mais significa fazendo questão de afirmar que "apenas não estamos abertos aos fascistas!"....

antónio colaço



publicado por animo às 23:19....««« PRONTO JÁ PERCEBI " O MERO ACASO DOS CONVIDADOS DE HONRA DESTES AAA´s "...SÓ LÁ VÃO ANTIFASCISTAS...»»» AH! ATÃO TABEM! E EU A JULGAR QUE PASSADOS 40 ANOS DA ABRILADA JÁ SÓ HAVIA DEMOCRATAS E OPORTUNISTAS MAS AINDA ANDAM POR AÍ FASCISTAS....28 DE FEVEREIRO DE 2014....

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publicado às 21:14


A AUSTERIDADE CURA OU MATA?

por O Fiscal, em 20.02.14

PROCURE-SE SE HAVERÁ AQUI ALGUMA CONTRADIÇÃO....

 

http://www.publico.pt/economia/noticia/inquiridos-sentem-que-austeridade-mata-muito-mais-do-que-cura-1624423

 

Inquérito mostra sentimento de que a austeridade no país é "inevitável"

 

 

61,7% dos portugueses entrevistados num estudo de opinião da Eurosondagem sentem que o resgate financeiro a Portugal “mata” mais do que “cura”.

Maioria dos inquiridos considera que as políticas de austeridade vão continuar nos próximos anos

 

“A austeridade mata muito mais do que cura”. Éste é o sentimento de 61,7% dos portugueses inquiridos pela Eurosondagem acerca das políticas de austeridade implementadas pela Troika. Estes resultados foram apresentados esta quarta-feira em Lisboa, durante a apresentação do livro "A Austeridade Cura? A Austeridade Mata?".

 

O estudo de opinião, encomendado exclusivamente no âmbito da obra coordenada por Eduardo Paz Ferreira, corresponde a um “sentimento comum anti-austeridade”, já que mais de metade dos inquiridos considera que a austeridade “afunda o país económica e socialmente”, conforme afirma o professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

 

No entanto, os sentimentos da amostra considerada dividem-se entre a inevitabilidade (42,5%) e a discordância (37,7%). Este é um resultado “impressionante”, já que espelha a “passividade” e “resignação” com que a população está a lidar com o programa de ajustamento concebido para Portugal, reagiu Eduardo Paz Ferreira, após questionado pelo PÚBLICO sobre os resultados.

 

No que respeita ao fim do programa de ajustamento, 63,6% dos inquiridos prevê que, mesmo com a retirada das políticas da troika, a austeridade vá prosseguir por uns anos. Estes dados de opinão surgiram na mesma semana em que a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, reafirmou que a disciplina orçamental vai ter continuar por "muitos anos".

O misto entre a convicção de que a austeridade “mata” e vai continuar é, para o ideólogo deste projecto de investigação, “pouco agradável”. Contudo 49,3% dos portugueses inquiridos “duvida da existência de propostas credíveis para lhe por fim”.

 

Quanto a saber de quem depende mais o abrandamento das medidas, a amostra de portugueses divide-se com uma ligeira maioria a achar que o Governo português e as suas acções prevalecem (46,4%) à “Alemanha, à troika e às evoluções exteriores” (43,2%).

 

Para esta análise foram entrevistados telefonicamente 1033 portugueses, com mais de 18 anos, sendo que a escolha dos lares foi aleatória. O erro máximo da amostra é de 3,05%, para um grau de probabilidade de 95,0%.

 

Contribuir para o debate

 

No livro hoje apresentado são divulgados mais de 80 depoimentos de pessoas de diferentes gerações e posicionamentos políticos, que se pronunciam sobre os efeitos da austeridade no plano económico, no domínio das finanças públicas e nas áreas sociais. Entre os testemunhos prestados estão o de Adriano Moreira, antigo líder do CDS, Eduardo Ferro Rodrigues, ex-líder do PS, Francisco Louçã, anterior líder do BE ou Teodora Cardoso, presidente do Conselho das Finanças Públicas.

“A liberdade de discussão e debate é uma condição essencial da democracia e do desenho de políticas económicas adequadas”, refere Eduardo Paz Ferreira no prefácio da obra, sublinhando esperar que o livro ajude a um debate sobre a actual situação do país.

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Se me for permitido...tenho uma opinião...sobre o que está aqui subjacente...««« De um lado estão aqueles do "politicamente correcto" ou seja os políticos intelectuais e seus seguidores com seus interesses...do outro lado estão aqueles do "politicamente incorrecto " ou seja os que agarrados por uma realidade para a qual directamente não contribuiram mas que perceberam perfeitamente o que lhes aconteceu e está em causa/contestam-no embora achando que lhes foi posto á frente afinal uma inevitabilidade/ pelo que já se estão "marinbando" para a "tal dita correcção"»»»...é o que vejo nos " sinais " vindos...quer do livro " A austeridade cura?..A austeridade mata? quer da " Sondagem aludida "...ora...isto não é nada salutar em democracia mas tem sido desde há muito para onde nos empurraram!!

 

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publicado às 00:29


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