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AFINAL...PARECE QUE ÁS VEZES EXAGERAMOS?

por O Fiscal, em 15.12.13

 

 

http://www.publico.pt/mundo/noticia/sociaisdemocratas-alemaes-tomam-conta-da-economia-e-da-energia-1616405

 

No novo Governo alemão, sociais-democratas tomam conta da Economia e da Energia

Anunciado o novo Governo alemão que junta democratas-cristãos e sociais-democratas.

Os sociais-democratas apresentam os seus ministros no novo Governo alemão

Os sociais-democratas vão ficar com as pastas da Economia, dos Negócios Estrangeiros e com a espinhosa tarefa da transição da energia nuclear para energias renováveis no novo Governo alemão. Do lado da CDU, Wolfgang Schäuble mantém-se nas Finanças e Ursula von der Leyen foi escolhida para a Defesa.

A distribuição das pastas entre os ministros do SPD foi a primeira a ser divulgada. Como esperado, o partido ficará com as pastas da Economia – Sigmar Gabriel, o líder – e do Trabalho, que será tutelada pela secretária-geral do partido, Andrea Nahles. 

Do lado da CDU, um dos ministérios mais importantes, o das Finanças, mantém-se com Wolfgang Schäuble, o ministro apoio da chanceler Angela Merkel na crise do euro. Os sociais-democratas tinham desejado este lugar, mas Merkel manteve o apoio ao seu aliado, sublinhado aliás pela popularidade do ministro na Alemanha (várias sondagens mostraram que uma grande maioria queria que continuasse no cargo).

A grande surpresa dos democratas-cristãos foi a nomeação de uma mulher para a pasta da Defesa – Ursula von der Leyen, que ganhou peso enquanto ministra da Família e continuou a subir na pasta do Trabalho, que terá rejeitado um ministério "menor", a Saúde. Vai ser agora a primeira mulher na Defesa. 

O Ministério da Economia a cargo do SPD será alargado, ficando com a supervisão da difícil tarefa da transição da energia nuclear para fontes renováveis, que estava a esbarrar em diferenças entre os ministérios e a começar a fazer-se notar na conta de electricidade dos consumidores.

A ministra do Trabalho (que vem de uma ala muito crítica das reformas do antigo chanceler Gerhard Schröder) fica encarregada da introdução do salário mínimo de 8,5 euros por hora, uma das principais promessas de campanha do SPD e a maior vitória do partido nas conversações da grande coligação, já que contava com a oposição dos democratas-cristãos de Angela Merkel.

Quanto ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, que na Alemanha é tradicionalmente ocupado pelo líder do segundo partido da coligação, já se tinha especulado que não seria entregue ao presidente do SPD – Sigmar Gabriel não desejava esse cargo. Assim, regressa ao lugar Frank-Walter Steinmeier, que ganhara prestígio quando ocupou este lugar na anterior grande coligação, de 2005 a 2009. Steinmeier liderou a campanha eleitoral do SPD e obteve uma derrota histórica; retirou-se temporariamente da política para doar um rim à mulher. Após o seu regresso, tem sido um político popular. 

Os sociais-democratas têm um total de seis ministros num governo de 16, incluindo ainda as pastas do Ambiente, Justiça e Família.

Os democratas-cristãos contam com as pastas do Interior (agora a cargo de Thomas de Maizière, que ocupava a Defesa), Saúde (para o secretário-geral Hermann Gröhe) e Educação (mantém-se Johanna Wanka).

O anúncio das pastas foi feito a seguir à aprovação pelos membros do SPD, em referendo interno, do programa do governo de grande coligação, negociado durante quase dois meses depois das legislativas de 22 de Setembro.

Quase três meses após as eleições, o novo Governo deverá ser confirmado na terça-feira pelo Parlamento, em Berlim.

 

  

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Por vezes...e talvez com alguma razão...criticamos o lapso de tempo enorme que medeia a realização dos actos eleitorais e a entrada em funções dos novos órgãos eleitos no nosso país...então e não é que no país(tão apontado!) considerado expoente na Europa / a Alemanha / após realizadas em 22 de Setembro último(praticamente decorridos 3 meses) as eleições legislativas parece que só agora se conseguiu formar governo...e que governo(!)...a aliança entre os democratas cristãos da CDU da srª Merkel e os sociais democratas(socialistas) do SPD do sr. Gabriel mantem como MF o sr. Schauble(o tal inimigo de estimação da nossa esquerda) vem acarretar mais uma decepção para o nosso PS(no seguimento do caso do sr.Hollande em França) face ás expectativas europeias que vinham norteando os socialistas..!!

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publicado às 18:04

 

 

http://www.publico.pt/politica/noticia/rui-rio-alerta-para-o-risco-proximo-de-ausencia-de-democracia-1615947

 

Rui Rio alerta para o risco próximo de "ausência de democracia"

Ex-autarca do Porto critica "afunilamento" dos partidos e opacidade da justiça, e defende um "abanão" no sistema.

Depois de um debate à porta fechada com Pacheco Pereira, Rio almoçou na Associação 25 de Abril

 

Rui Rio alertou esta quarta-feira para as "debilidades do regime" político em Portugal e proclamou a introdução de "reformas que lhe dêem vitalidade, porque, ao virar da esquina, não estará lá nada de agradável. O que temos pela frente não se poderá classificar de ditadura, mas de ausência de democracia".

“O que me assusta não é o perigo de uma ditadura clássica, o que me assusta é que não vai haver uma revolução como em 1926 [28 de Maio] e vamos assistindo à degradação lenta da democracia”, disse o ex-presidente da Câmara Municipal do Porto, que falava num debate dos Animados Almoços Ânimo, promovido pelo jornalista António Colaço, na Associação 25 de Abril, em Lisboa, integrados nos 40 anos da revolução dos cravos.

Falando para uma plateia esclarecida, Rui Rio lançou um apelo à sociedade portuguesa e aos partidos políticos – “não há ninguém para excluir” – para que, “em comunhão, façam ajustamentos para voltar a dar vitalidade e credibilidade ao regime”, ao mesmo tempo que criticou os partidos políticos, que se foram “afunilando” ao longo dos tempos.

“Os partidos políticos têm de funcionar de forma diferente. Eu tenho algumas ideias, mas está visto que isto não pode funcionar assim”, decretou, afirmando que, apesar de não ser um especialista, sabe bem como é que as máquinas partidárias funcionam, lembrando que já foi secretário-geral do PSD quando Marcelo Rebelo de Sousa liderava o partido. A forma como os partidos funcionam é como uma fábrica”, disse. Nesta altura, as palmas fizeram-se ouvir na sala.

Depois vieram as críticas em catadupa à justiça, um sector caro a Rui Rio. “O que me causa mais aflição é o sector da justiça”, afirmou o ex-autarca, frisando que “é impossível uma sociedade construir o que quer que seja se não tiver na sua base parâmetros bem firmes”. “A justiça não está capaz!”, desabafou, para acrescentar: “É um dossier dificílimo, mas temos de ter coragem de pegar nele. É matéria do regime e não da governação”.

“O poder judicial é demasiado opaco e fechado em si mesmo, e temos de encontrar mecanismos para o abrir ao sistema”, defendeu.

O ex-presidente da Câmara do Porto, que, por estes dias, tem tido uma agenda muita preenchida, frisou depois que é preciso “dar um abanão” no sistema, salientando que é necessário “encontrar um conjunto de medidas” que permitam “iniciar uma nova etapa, abrindo novos horizontes”.

Afirmando que “temos de ser capazes de prestigiar a actividade política”, Rio disse que a “crise que vivemos não é económica, mas política”, e que a “dívida pública foi crescendo por incapacidade do poder político em nome da popularidade”.

Consensos para evitar envio de medidas para o TC

Já na parte do debate, Rui Rio defendeu a ncessidade de se encontrar um consenso para - precisou - "acabar com isto de estarmos sempre suspensos de as medidas terem de ir ao Tribunal Constitucional “.

Do seu ponto de vista, tal situação deve acontecer com a Constituição tal como está ou então introduzindo-lhe alterações.

Desafiado pelos jornalistas a clarificar melhor o sentido das suas palavras, Rio pouco mais adiantou, limitando-se a dizer que o que acontece é que a tendência é transferir para o poder judicial “coisas que são iminentemente da esfera política”.

"Muitas vezes o poder político toma uma decisão de caráter político e as pessoas têm a tendência de meter uma providência cautelar, uma ação, transferindo para o poder judicial coisas que são iminentemente da esfera política",  apontou o ex-autarca social-democrata.

Questionado por alguns dos comensais sobre a actual situação referente às pensões e à convergência dos seus sistemas, o ex-secretário-geral do PSD respondeu que o problema vem de trás e saiu em defesa do Governo, afirmando que “não é justo” que sobre o Governo actual recaiam todas as críticas sobre o tema.

O ex-presidente da Câmara do Porto foi desafiado a actuar “já” e a juntar-se a todos os que pretendem recuperar para a sociedade portuguesa os “valores de Abril”.O desafiado foi deixado ainda antes de Rio usar da palavra pelo ex-assessor do PS, António Colaço, o organizador o almoço.

 

   

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Diz a lenda "D. Sebastião volltará com o nevoeiro!"..estamos á beira do inverno mas já vamos tendo(pelo menos em algumas partes do país) nevoeiros..mas de " o desejado " nem sinal..vem isto a propósito nos últimos tempos de "movimentações" de certos sectores bem identificados da nossa "real politiquice!"com um fim afinal óbvio /este PM e por arrastamento como não colaborante este PR que os portugueses elegeram livre e democráticamente / têm que ser corridos nem que seja á paulada ou com abanão "JÁ" parecendo estarem esquecidos de um dos espíritos de Abril "o respeito pelo poder soberano do voto do povo"e vendo esfumar-se tentativas voltam-se agora para "Sebastionices"que se uma não bastar então inventam-se(?) 2 D.Sebastiões que podem aparecer em simultâneos nevoeiros em Lxª e Porto(!)..!!!

   

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publicado às 20:40


PORTUGAL...UM PAÍS DE VELHOS?

por O Fiscal, em 10.12.13

 

 

http://www.publico.pt/economia/noticia/mais-de-metade-dos-jovens-portugueses-admitem-emigrar-1615757

 

Mais de metade dos jovens portugueses admitem emigrar

A segurança no trabalho é o que mais procuram no país de destino, indica o resultado de um inquérito feito também em outros 11 países.

O desemprego e a insegurança são dos principais motivos que fazem os portugueses querer sair Nuno Ferreira Santos

 

Desemprego, a procura de um melhor emprego, a difícil situação financeira pessoal ou do país. Vários são os motivos que levam mais de metade dos jovens portugueses inquiridos num estudo a admitir sair de Portugal, sendo que a percentagem que junta os que querem emigrar com os que já vivem noutro país ascende aos 57%.

De acordo com o estudo Emigração: motivos e destinos de eleição, encomendado pela seguradora Zurich e feito em 12 países, no total das várias faixas etárias só os russos têm uma vontade maior de emigrar do que os portugueses. Da amostra faziam também parte Alemanha, Áustria, Austrália, Espanha, Itália, Irlanda, Marrocos, México, Reino Unido e Suíça, num total de mais de 7700 inquiridos por telefone, online e pessoalmente entre Agosto e Setembro deste ano.

A percentagem de jovens diz respeito aos inquiridos com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos, sendo que 4% dos jovens já viviam noutros países e 9% estão a dar passos concretos para realizar a mudança em breve. No entanto, a maioria (32%) reconhece ainda ter medo de o fazer. A segurança no trabalho (62%) é a principal condição que esperam encontrar no país de destino, seguida da estabilidade política (37%).

A baixa taxa de criminalidade é um ponto que também têm em consideração (35%), assim como os regimes de poupança e pensões estáveis (ambos com 20%) — pelo que Alemanha, Áustria e Suíça são o destino apontado como número um por 50% dos jovens que disseram querer deixar Portugal. A América do Norte recolhe apenas 28% das preferências e a Europa do Sul 20%.

Mas olhando para outras faixas etárias, o valor também é elevado. Por exemplo, 50% dos inquiridos entre os 25 e os 34 anos também responderam que ponderam emigrar ou que já o fizeram (representando os que já saíram quase 5,5%). E mesmo entre os 35 e os 44 anos, a taxa ainda se aproxima dos 50%.

Ao todo, entre todas as faixas etárias (o estudo abarcou pessoas com mais de 65 anos), 40% dos portugueses disseram encarar a emigração como uma solução para a vida. Quanto aos 60% que pretendem ficar, a segurança é o principal motivo (18%), seguida do facto de não gostarem de mudanças (15%), das obrigações familiares (9%) e de considerarem que já vivem no melhor país do mundo (6%).

O número de pessoas que quer emigrar apenas é superior na Rússia, com 64%, e igualado por Marrocos. Mais uma vez, a segurança no trabalho é o motivo à cabeça, apontado por 55% dos inquiridos, seguido pela baixa criminalidade (36%), estabilidade política (29%), um regime de pensões estável (24%) e um regime de poupança estável (15%).

Nos países mais prósperos em termos económicos, o amor/relacionamentos e o desejo de aventura são as razões mais importantes para emigrar, sendo a América do Norte (EUA, Canadá) a região do mundo preferida para 31% dos entrevistados, seguida da Austrália e Nova Zelândia (29%). Só depois surge a Áustria, Alemanha e Suíça (28%).

120 mil saíram do país em 2012
O estudo surge pouco mais de um mês depois de se ter ficado a saber que, em resultado dos valores negativos do crescimento natural e do crescimento migratório, a população portuguesa voltou a diminuir, segundo as Estatísticas Demográficas de 2012 publicadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) no final de Outubro. Se, por um lado, houve menos de 90 mil nascimentos, por outro, cerca de 121 mil pessoas saíram de Portugal de forma temporária ou permanente.

Segundo os dados do INE, a população residente em 2012 era de 10.487.289 habitantes (10.542.398 em 2011). Foram 121.418 as pessoas a saírem de Portugal, um número resultante da soma dos emigrantes permanentes e dos emigrantes temporários (pessoas com intenção de permanecer no estrangeiro por um período inferior a um ano).

Enquanto o número de emigrantes permanentes foi de 51.958, os imigrantes permanentes ficaram por 14.606. A saída maciça de pessoas e a fraca atractividade de Portugal actuam em conjunto.

Desemprego em queda mas a subir nos jovens
Quanto aos dados do desemprego, a taxa em Portugal recuou em Outubro para os 15,7%, estando em queda há oito meses. O número de desempregados estimado pelo Eurostat para Portugal baixou, em Outubro, para 831 mil, menos sete mil pessoas do que no mês anterior.

Porém, entre a população dos 15 aos 24 anos, o desemprego passou de 36,2% para 36,5%, com um aumento de 3000 desempregados. Em Outubro, o Eurostat tinha registo de 149 mil jovens que não encontravam lugar no mercado de trabalho. Para calcular a taxa de desemprego para Portugal, o gabinete estatístico europeu baseia-se em dados do INE — que só publica informação trimestral sobre o mercado de trabalho — e do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Ao mesmo tempo, um novo índice divulgado na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatísticadeu também conta que entre 2004 e 2009 as famílias portuguesas viram o seu rendimento disponível crescer, em média, dez pontos percentuais, mas “esses ganhos foram perdidos na quase totalidade” até 2012, com a crise económica.

 

   

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JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Portugal enfrenta, na minha opinião, um sério problema..que note-se..tem causas muito remotas..algumas delas devido á " inépcia " da classe política..é que..««« Por um lado há umas dezenas de anos que se mostrava bastante preceptível a problemática da sucessiva baixa da natalidade..por outro nesta última década era expectável constatar que " o modus vivendi " da prática política nos estava a conduzir para um certo " desastre! "..daí termos chegado a uma triste(|) encruzilhada..cada vez temos menos mais jovens e dos ainda alguns dos nascidos designadamente após a "abrilada" estão a ver-se na contingência/necessidade de procurarem trabalho e consequentemente constituir família no estrangeiro...»»»..tal terá consequências internas " inanimagionáveis " em todos os sectores da nossa vivência!!

 

  MAIS ACRESCENTARIA EU:

     RESTA-NOS A ESPERANÇA QUE, SENÃO A TOTALIDADE PELO MENOS A GRANDE MAIORIA DESTES ACTUAIS " FUGITIVOS!" POSSAM A MÉDIO PRAZO REGRESSAR....

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publicado às 22:09

http://www.publico.pt/politica/noticia/bruxelas-admitia-que-portugal-e-espanha-tinham-de-pedir-resgate-em-2011-revela-zapatero-1615460

 

Bruxelas admitia que Portugal e Espanha tinham de pedir resgate em 2011, revela Zapatero

Confidência foi feita ao então chefe do Governo espanhol por Durão Barroso, referindo-se a estudos dos técnicos da Comissão Europeia.

 

Bruxelas admitia que Portugal e Espanha tinham de pedir resgate em 2011, revela o antigo presidente do Governo espanhol, José Luís Rodriguez Zapatero, no livro El Dilema – 600 dias de vértigo publicado há uma semana.

Ao longo de mais de 400 páginas, Rodriguez Zapatero aborda os tempos da crise: de 12 de Outubro de 2008, a reunião dos chefes de Estado e do Governo do Eurogrupo no Palácio do Eliseu, em Paris, convocada por Nicolas Sarkozy, a 20 de Novembro do ano passado, quando Mariano Rajoy venceu o socialista Alfredo Pérez Rubalcaba nas legislativas e sucedeu a Zapatero.

A inevitabilidade de Madrid e Lisboa terem de ter a mesma sorte que Atenas ou Dublin foi comunicada ao premier espanhol por Durão Barroso. Foi no Conselho Europeu de Dezembro de 2010 que o presidente da Comissão lhe avançou esse vaticínio. “Durão Barroso contou-me, num desses momentos de conversa sincera que tinha com ele, que os técnicos da Comissão pensavam que Portugal e Espanha teriam que pedir o resgate em 2011”, relata.

Rodriguez Zapatero conserva boas recordações do português à frente da Comissão. “Sempre tive em Durão um bom aliado na defesa de Espanha. Também, como é lógico, defendeu até ao fim a capacidade de Portugal para sobreviver”, afirma.

Ao seu homólogo português de então, José Sócrates, Zapatero não poupa elogios. Refere que o antigo primeiro-ministro português apoiou uma eventual candidatura de Felipe González a presidente do Conselho Europeu. Uma tentativa que, contudo, se frustrou pela negativa de concorrer ao cargo do histórico dirigente socialista espanhol.

“José Sócrates, um bom dirigente político, uma pessoa que vi resistir desesperadamente nas semanas prévias ao pedido de ajuda”, recorda de quem chefiava o executivo de Lisboa: “Falei com ele numerosas vezes e também pus ao seu lado as forças de que dispunha para evitar o resgate do país vizinho.”

Em Madrid, as vicissitudes porque passavam as autoridades portuguesas, eram acompanhadas com intensidade. “O facto de viver tão próximo a sua resistência, a sua luta e angústia só fez aumentar em mim o receio de que o nosso país se encontrasse numa situação similar”, admite Rodriguez Zapatero.

O socialista espanhol não se inibe a uma reflexão sobre o comportamento do primeiro-ministro português: “Sócrates lutou até ao final e sei que ficou com um profundo sentimento de decepção para com a UE [União Europeia]. Era um europeísta convicto e reclamou várias vezes os eurobonds que sem dúvida teriam mudado o panorama. Invocou uma acção mais decidida do BCE [Banco Central Europeu] e tratou de ganhar a confiança e credibilidade perante Merkel e Sarkozy.”

Contudo, apesar da insistência do dirigente português e das suas démarches, não foi possível evitar o resgate. “Depois, a evolução económica e social de Portugal veio confirmar que um programa de resgate é um longo e escuro túnel”, pondera Zapatero. Nestes relatos de tempos de crise, não há qualquer referência à não-celebração, durante três anos, dos habituais conclaves bilaterais entre os dois países.

As cimeiras luso-espanholas foram interrompidas depois do último encontro em Zamora, em 22 de Janeiro de 2009, ainda com Rodriguez Zapatero e José Sócrates à frente de ambas as delegações. Só em Maio do ano passado, na Alfândega do Porto, foram retomadas as cimeiras, desta vez com Mariano Rajoy e Pedro Passos Coelho a liderar os dois executivos. Este parêntesis, não foi mero acaso. As dificuldades económicas em Portugal e o pedido de resgate, levaram os socialistas espanhóis a não querer partilhar fotos com Sócrates.

À margem destas omissões, na defesa que faz da sua gestão desde 2008 até à derrota eleitoral de 2011, Zapatero tece algumas reflexões: “É curioso observar que países como a Espanha, que deixou de ser emergente há décadas, e que se aproximava dos países com maior poder económico, tenham sofrido com maior gravidade os efeitos da crise. No mesmo caso estão a Irlanda, Portugal, Grécia e Itália.”

E continua: “É significativo observar que estes cinco países, os que maior impacto sofreram, eram os que tinham menor rendimento per capita quando nasceu o euro”, refere. “Eram os países chamados à convergência. Algo falhou no modelo do euro. Algo muito sério. O euro impulsionou a sua prosperidade e crescimento sem bases sólidas.”

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

É de certo modo curioso que seja um socialista(mas espanhol) que vem ora adiantar algo de certo modo desconhecido e quiçá mesmo negado sobre o pedido de resgate português em 2011..coisa que competiria ao nosso PS(daquele tempo e posterior)..repare-se que Zapatero refere que tanto ele como Sócrates foram "avisados!" pelas instâncias europeias em Dezembro/2010 da "inevitabilidade" dos resgates português/espanhol em 2011..se nos lembrarmos, do que havia sido dito pelo então MF Teixeira dos Santos em Outubro/2010(a célebre linha dos 7%de juros), dos apoios de Passos Coelho a Sócrates em PEC´s e vg no OE/2011 e mais concretamente da actuação(?) de Sócrates desde meados de 2010 a Abril 2011..será fácil concluir na minha opinião..que Sócrates só voltará á ribalta política se estivermos loucos..!!

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publicado às 16:57


NELSON MANDELA!

por O Fiscal, em 06.12.13

DEIXOU O MUNDO DOS VIVOS UMA DAS PERSONALIDADES DE ELEVADO ESTATUTO MUNDIAL. EFECTIVAMENTE O SR. NELSON MANDELA TORNOU-SE UM " SÍMBOLO " PARA MUITA E MUITA GENTE EM TODOS OS QUADRANTES DO NOSSO PLANETA NA TRANSIÇÃO DOS SÉCULOS XX - XXI. A SUA CORAGEM, DESPRENDIMENTO, CARÁCTER HUMANISTA E ABNEGAÇÃO DURANTE TODA A SUA VIDA PELA PROSSECUÇÃO DE UM GENUINO IDEAL FIZERAM DELE UM EXEMPLO DOS VERDADEIROS LUTADORES POLÍTICOS. A MELHOR HOMENAGEM QUE LHE PODEMOS FAZER É " O AGRADECIMENTO PELAS SEMENTES QUE NOS LEGOU ", ASSIM SAIBAMOS SER DIGNOS DESSE LEGADO...UM SINCERO ADEUS MADIBA...                               

 

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publicado às 19:37

 

 

http://www.publico.pt/politica/noticia/maioria-psdcds-recuou-e-vai-permitir-jardim-acumular-pensao-e-vencimento-1615202

 

Maioria PSD-CDS recuou e vai permitir a Jardim acumular pensão e vencimento

PND vai entregar em São Bento um cacho de bananas aos deputados do PSD como “agradecimento” pela alteração à versão inicial do Orçamento do Estado para 2014.

 

 

 

Os políticos da Madeira, nomeadamente governantes e deputados regionais, vão continuar a acumular a pensão de reforma com a remuneração do exercício do cargo.

A proposta de lei do Orçamento do Estado para 2014 proibia os titulares de cargos políticos das regiões autónomas de continuarem a acumular reforma com vencimento, em consonância com a regra que vigora no continente e nos Açores. A proposta do Governo, no seu artigo 76.º, alterava a Lei 52/A/2005, passando a incluir os membros dos órgãos de governo próprio das regiões autónomas e os deputados às assembleias legislativas regionais na lista dos titulares de cargos políticos sujeitos ao novo regime relativo a pensões e subvenções.

Mas em sede de comissão especializada os actuais governantes e deputados madeirenses foram excluídos da proibição que atinge, entre outros, o Presidente da República, Cavaco Silva, e a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves.

Deste regime de excepção em todo o país vai continuar a privilegiar o presidente do governo madeirense, Alberto João Jardim (PSD), o presidente da Assembleia regional, Miguel Mendonça (PSD), a secretária do Turismo, Conceição Estudante (PSD), e a vice-presidente do parlamento, Isabel Torres (CDS). Maximiano Martins (PS) recusou a benesse, decidindo doar o seu vencimento de deputado a instituições de solidariedade.

Para efeitos de cumulação, a referida lei de 2005 considerava como titulares de cargos políticos que estejam inscritos na Caixa Geral de Aposentações os deputados à Assembleia da República, os membros do Governo, os representantes da República, o provedor de Justiça, os governadores e vice-governadores civis, os eleitos locais em regime de tempo inteiro, os deputados ao Parlamento Europeu e os juízes do Tribunal Constitucional que não sejam magistrados de carreira, além dos gestores públicos e dirigentes de institutos públicos autónomos.

A iniciativa de alterar o artigo 76.º da proposta orçamental partiu dos quatro deputados do PSD-Madeira. Alegando que a matéria do estatuto remuneratório dos governantes e deputados madeirenses “é da reserva da iniciativa da Assembleia Legislativa da Madeira, não podendo ser objecto de lei ordinária”, Guilherme Silva, Hugo Velosa, Correia de Jesus e Cláudia Aguiar propuseram a não inclusão dos titulares de órgãos de governo próprio das regiões autónomas na proibição de acumular a pensão com a respectiva remuneração do exercício do cargo.

Posteriormente, em substituição do aditamento defendido pelos quatro deputados madeirenses, os líderes parlamentares do PSD e CDS/PP, Luís Montenegro e Nuno Magalhães, subscreveram uma proposta de eliminação,  segundo a qual os actuais governantes e deputados regionais, embora incluídos no regime nacional, poderão continuar a acumular “até a cessação do mandato ou ao termo do exercício daquelas funções”. Na votação na especialidade, esta proposta foi aprovada com os votos dos dois partidos da coligação, os votos contra do PS e a abstenção do PCP e BE.

O líder do PS na Madeira classificou de “inaceitável e eticamente reprovável” a cedência do PSD e CDS, considerando um “escândalo nacional” que a coligação valide “benefícios pessoais do presidente do governo regional”. Victor Freitas lamenta ainda que, “apesar de existirem dezenas de assuntos mais importantes para a Madeira”, os deputados do PSD eleitos por esta região tenham trocado “o seu voto a favor do Orçamento pela manutenção da acumulação do salário com a reforma do dr Jardim”.

Em protesto contra a alteração à versão inicial do Orçamento do Estado para 2014, o deputado regional do PND, Hélder Spínola, anunciou para a manhã desta sexta-feira uma iniciativa na Assembleia da República. “Como agradecimento pelo favor prestado na manutenção de uma mordomia que representa para Alberto João Jardim mais de 10 mil euros por mês”, o ex-dirigente da Quercus vai oferecer um cacho de bananas da Madeira ao grupo parlamentar do PSD.

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JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Ás vezes até dá para entender o actual governo e maioria parlamentar de apoio...quanto a determinadas iniciativas legislativas justificadas pelo actual contexto que o país vive...como é o caso da inibição a titulares de cargos políticos da acumulação de percepção de pensões com vencimentos dos cargos...mas de vez em quando os mesmos decisores acabam por nos surprenderem...é que depressa recuam nos efeitos subjacentes ás mesmas intenções abrindo excepções...vai lá saber-se porquê...como é aqui o caso visado nesta local...até faz suspeitar que tal atitude se possa dever não a princípios de mera justiça mas a subterfúgios de afrontamento político a evitar....o que a ser o caso têmos infelizmente de o lamentar e a contragosto ter de dar razão a quem por vezes põe em causa procedimetos destes!!

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publicado às 22:34


PALAVRA D´HONRA!

por O Fiscal, em 03.12.13

ENTÃO NÃO É....QUE EXISTEM, PELO MENOS, FUNDADORES DO PS QUE SÃO DE OPINIÃO QUE HÁ BONS E MAUS SOCIALISTAS:


 http://www.publico.pt/politica/noticia/o-bom-e-o-mau-socialista-1614741


 

Opinião

 

O bom e o mau socialista

 

 

Eu, pecador, me confesso: sou um mau socialista.

O bom socialista é aquele que em diferentes circunstâncias diz as coisas sensatas que a direita gosta de ouvir: que é preciso rever a Constituição, fazer um pacto de regime, negociar um consenso com o Governo sobre as medidas de austeridade.

O bom socialista defende que “ o arco da governabilidade” se restringe à direita e ao PS.

O bom socialista revela abertura para um eventual governo de coligação com os partidos da direita, ou só com o CDS, ou uma reedição do “bloco central”.

O bom socialista é sensível, atento e moderno quanto à necessidade de imprescindíveis cortes e mudanças na Saúde, na Educação e na Segurança Social, tendo em vista diminuir o peso do Estado e dar lugar aos privados com apoio público.

O bom socialista aceita as “reformas” que tendem a transformar em assistencialismo a garantia de direitos sociais pelo Estado.

O bom socialista colabora em medidas que desvalorizam o trabalho em nome de um pretenso aumento da competitividade.

O bom socialista dá prioridade à estabilidade financeira em prejuízo do desenvolvimento económico e da coesão social.

O bom socialista aceita o aumento das desigualdades como consequência inevitável da globalização e considera que não há alternativa.

O bom socialista pensa que a divisão entre esquerda e direita não passa de um arcaísmo.

O bom socialista tem um vocabulário cuidado e evita palavras inconvenientes, não diz roubo, diz cortes, não diz desemprego, diz requalificação, não diz empobrecimento, diz ajustamento. E também não lhe ocorre falar em esquerda ou em socialismo, para além de se coibir, por uma questão de educação, de usar a palavra direita.

O bom socialista respeita a duração dos mandatos, haja o que houver, pois acha que a estabilidade política é um fim em si mesmo, ainda que à custa de instabilidade e crise em todos os sectores.

Obviamente o bom socialista não critica o senhor Presidente da República, nem a troika, nem os mercados, nem as instituições europeias, nem a bondade das políticas da senhora Merkel, mesmo que elas levem o país à ruina.

O bom socialista procura dizer frases que o ponham com setas para cima nos jornais ditos de referência. E acredita que o estatuto de bom político só lhe pode ser conferido pela direita.

O bom socialista não pode sequer ouvir falar de convergência com os partidos à esquerda do PS.

O bom socialista acha que o dr. Mário Soares é o maior político português, mas não devia ir para a Aula Magna promover iniciativas tendentes à convergência e mobilização dos descontentes com a política do governo.

O mau socialista teima em defender a Constituição, o Tribunal Constitucional e coisas tão arcaicas com o Serviço Nacional de Saúde, a Escola Pública, a Segurança Social, os direitos laborais, o direito à cultura, a igualdade de oportunidades.

O mau socialista persiste em dizer a palavra socialismo, repete constantemente a palavra esquerda, opõe-se a governo de coligação dentro do “arco da governabilidade” e recusa-se a fazer do PS o terceiro partido da direita.

O mau socialista acha que os direitos sociais são inseparáveis dos direitos políticos e que não há estabilidade política sem estabilidade e coesão social.

O mau socialista entende que nenhum órgão de soberania deve andar com outro ao colo e que o papel essencial do Presidente da República é ser o garante do regular funcionamento das instituições e o Presidente de todos os portugueses.

O mau socialista defende que a confiança dos eleitores é mais importante que a confiança dos mercados e que estes não podem sobrepor-se nem à democracia nem ao Estado.

O mau socialista vê a Europa como um projecto de paz e de prosperidade entre Estados soberanos e iguais e não como uma submissão dos mais frágeis ao mais forte.

O mau socialista tem a indiscrição de querer saber perante quem é que a troika responde e quem avalia as suas políticas. E pensa que neste momento o processo democrático e institucional da construção europeia está interrompido.

O mau socialista acredita que ser europeu não é dissolver a Pátria.

O mau socialista continua a considerar que a razão histórica de ser do socialismo é a emancipação politica, social, económica e cultural dos trabalhadores e de todos os desfavorecidos e oprimidos.

O mau socialista dá razão ao Papa Francisco quando este denuncia que o actual poder económico está a transformar-se numa nova tirania.

O mau socialista é politicamente incorrecto e sustenta que há sempre alternativas.

Eu, pecador, me confesso: sou um mau socialista.

Fundador do PS

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Diz o sr. Manuel Alegre...que em sua opinião...há bons e maus socialistas...ah! "Atão Tá Bem!" e eu que julgava que...socialistas há só uns...os do PS e mais nenhuns...agora percebo a razão porque o Partido Socialista está uma autêntica "mixórdia!"...para quem como eu que a partir do 25/4( embora sempre como independente) se aliou como apoiante do PS em tantas lutas eleitorais até finais dos anos 90 altura em que conclui que as razões que me levaram a tal "aliança" eram então as que me impunham que a dissolvesse(o que me levou a estar cerca de uma quinzena de anos órfão de voto que só vim a exercer em 5/6/11 mas para "em protesto" ainda socialista votar em PSD)...mas diga-se que continuo fiel ao meu espírito social-democrata só que não estou nem com bons nem maus...estou-o e pronto...!!!


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publicado às 23:58

 

 

http://www.publico.pt/politica/noticia/comissao-de-inquerito-a-camarate-suspensa-ate-pelo-menos-marco-de-2014-1614450

 

Comissão de inquérito a Camarate suspensa até pelo menos Março de 2014                                                                                                         

Os deputados da X Comissão de Inquérito à tragédia de Camarate decidiram esta sexta-feira suspender a comissão até ao próximo ano devido aos poucos dias que faltam de trabalho e às diversas diligências que os parlamentares aguardam.

Faltando pela lei 29 dias para terminar o prazo para os trabalhos da comissão, e aguardando os deputados ainda diversas actas e um relatório da Inspecção-Geral de Finanças (IGF), foi acordada a suspensão dos trabalhos para que estes sejam retomados quando novos elementos forem revelados.

Tal deverá suceder, segundo contas do presidente da comissão, José Matos Rosa (PSD), nunca antes de Março de 2014.

A X comissão de inquérito ao caso Camarate visa averiguar as "causas e circunstâncias em que, no dia 4 de Dezembro de 1980, ocorreu a morte do então primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro, do ministro da Defesa Nacional, Adelino Amaro da Costa, e dos seus acompanhantes", do chefe de gabinete António Patrício Gouveia e dos pilotos.

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

4ª feira 4/12 perfazem-se 33 anos daquele "trágico"fim de tarde/início de noite do ano de 1980..tinha eu 32 anos(muitos dos portugueses de hoje não terão clara noção do que então se passou) e estava no terreno da luta como membro da CNARPE para a eleição para a PR poucos dias depois e que se opunha ao candidato Soares Carneiro..o PM Sá Carneiro e MD Amaro da Costa embarcavam na Portela numa avioneta para irem a um comício no Porto de apoio a Soares Carneiro..a avioneta levantou e caiu de imediato em Camarate..curioso é que veio a saber-se que tal avioneta aterra e levanta no Aeroporto Internacional de Lisboa sem sujeição a vistoria(teria falhas)..apesar de oposicionista suspendi logo a minha participação na campanha em respeito por 2 democratas..e critiquei sempre as inúteis/caras CI..!!!

 

SÓ MAIS UM PORMENOR...PARA PURA ACTUAL MEDITAÇÃO:

EM 1979-1980 ASSISTIA-SE, POR PARTE DE CERTOS SECTORES BEM IDENTIFICADOS, A FORTES " ATAQUES! " DE CARIZ PESSOAL/POLÍTICO AO NA ALTURA PM SR. FRANCISCO SÁ CARNEIRO(NOS QUAIS NUNCA ME REVI APESAR DE NAVEGAR EM CAMPO POLÍTICO OPOSTO)...SERÁ MERA CURIOSIDADE ESTARMOS A ASSISTIR 30 E TAL ANOS DEPOIS, DE NOVO AOS MAIS " VIS ATAQUES/AMEAÇAS! " A UM PM SR. PEDRO PASSOS COELHO POR PARTE DE CERTOS SECTORES BEM IDENTIFICADOS(VELHOS DE 79/80 E NOVOS)?

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publicado às 00:04

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