Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



http://www.publico.pt/desporto/noticia/jorge-jesus-interrogado-segundafeira-no-diap-devido-a-incidentes-em-guimaraes-1612898?

 

 

Jorge Jesus interrogado segunda-feira no DIAP devido a incidentes em Guimarães

Treinador do Benfica envolveu-se com agentes da PSP no final da partida.

Jesus incorre nos crimes de resistência e desobediência à autoridade pública Reuters/Miguel Vidal

O treinador da equipa de futebol do Benfica, Jorge Jesus, vai ser interrogado na segunda-feira pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, como arguido no inquérito aos incidentes no final do jogo com o Vitória de Guimarães.

Fonte judicial adiantou neste domingo à agência Lusa que o interrogatório de Jorge Jesus resulta de uma carta precatória enviada para Lisboa pelo Tribunal de Guimarães, onde o inquérito corre na 2.ª secção do Ministério Público (MP). Jorge Jesus será ouvido no DIAP de Lisboa pelas 10h.

A carta precatória é um instrumento utilizado pela Justiça quando existem pessoas de um mesmo processo em comarcas diferentes, sendo basicamente um pedido que um juiz envia a outro de outra comarca para a realização de uma diligência processual, porque o arguido ou testemunha está fora do território de jurisdição do tribunal competente para julgar o caso.

O MP terá arrolado como testemunhas no inquérito polícias que prestavam serviço no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, a 22 de Setembro, e que são os queixosos no processo.

Pelo seu comportamento no final do desafio, Jorge Jesus pode responder pelos eventuais crimes de resistência e desobediência à autoridade pública (punido com pena de prisão até cinco anos) e ofensa à integridade física dos agentes policiais. O arguido não tem quaisquer antecedentes criminais.

No final do jogo com o Vitória de Guimarães, da 5.ª jornada da I Liga, Jorge Jesus intrometeu-se numa acção da polícia que tentava travar adeptos benfiquistas que invadiram o relvado para celebrar a vitória do Benfica, por 1-0. Os factos foram transmitidos em directo pela Sport TV.

Juristas ouvidos pela agência Lusa entendem que quando os factos em causa no inquérito-crime foram transmitidos em directo, passando nesse momento a serem do domínio público, o segredo de justiça nesta fase processual não faz muito sentido, embora persista na lei.

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Antes de mais declaração de interesses ««« Sou benfiquista»»»..reprovei e continuo a reprovar..a atitude do treinador do glorioso SLB sr. Jorge de Jesus no final do jogo para a Liga em Guimarães(aqui em causa nesta local) pela qual está a ser objecto de inquérito judicial..hoje o sr. Jorge de Jesus foi ouvido no âmbito desse inquérito no DIAP..este caso é mediático?..claro que sim..a intervenção judicial justifica-se?..claro que sim..deve este caso ter tratamento especial?..claro que não(deve ter um tratamento como se de qualquer cidadão anónimo se tratasse)..mas..também devo manifestar o meu repúdio pelo que assisti nas notícias das 14h da TVI24..se gostei das excelentes declarações(isentas/proporcionadas) do advogado de JJ condeno o noticiado com ênfase "tratar-se de julgamento de JJ"!!!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:27


CONTRA FACTOS...NÃO HÁ ARGUMENTOS?

por O Fiscal, em 15.11.13

O NOSSO PAÍS VEM VIVENDO DE HÁ UNS ANOS PARA CÁ MOMENTOS BEM DIFÍCEIS. MUITO POUCOS ACREDITAVAM NO DEALBAR DO SÉCULO QUE CHEGASSEMOS NO FIM DA SUA PRIMEIRA DÉCADA AO PONTO ONDE NOS ENCONTRAMOS POR CULPA DE POLÍTICAS E POLÍTICOS DESPIDOS DA MAIS HUMILDADE DEMOCRÁTICA QUE OS FAÇA PENITENCIAR POR TAL E QUIÇÁ POR UM SISTEMA DE JUSTIÇA NÃO Á ALTURA DAS CIRCUNSTÂNCIAS. O PORTUGUÊS ANÓNIMO NA SUA SOFREGUIDÃO VAI ASSISTINDO ILUDIDO A UM " FAITS-DIVERS MEDIÁTICO " EM QUE MUITOS DOS VERDADEIROS CULPADOS PROCURAM POR TODOS OS MEIOS PASSAR PELOS PINGOS DA CHUVA CULPANDO POR TODOS OS MALES AQUELES QUE DE CERTO MODO MENOS CULPAS TÊM MAS QUE TENAZMENTE PROCURAM,COM ERROS CLARO QUE SIM, LUTANDO CONTRA VENTOS E MARÉS, REMEDIAR O MELHOR POSSÍVEL O QUE AQUELOUTROS OCASIONARAM. O " CINISMO " DE MUITOS DAQUELES LEVA-OS MESMO COMO " CEGOS POR AUTÊNTICOS ÓDIOS DE ESTIMAÇÃO " A QUASE CAIREM NA DESFAÇATEZ DE NEGAREM O ÓBVIO.

   OU NÃO É ÓBVIO QUE ESTAMOS A ASSISTIR ACTUALMENTE NO PAÍS A SINAIS QUE NOS PODEM INCUTIR ALGUMA ESPERANÇA NO AMANHÃ?

 COMO POR EXEMPLO:

  - A ECONOMIA DÁ OU NÃO SINAIS DE POSSÍVEL INVERSÃO?

  - O NOSSO MAIOR FLAGELO " DESEMPREGO " ESTÁ EM AGRAVAMENTO OU DESAGRAVAMENTO?

  - O PAÍS RECUPERA OU NÃO QUANTO Á POSSIBLIDADE DE ACESSO A MERCADOS?

  - O PAÍS ESTÁ A AGRAVAR OU DESAGRAVAR DE POSIÇÃO NO CLUBE DOS INCUMPRIMENTOS DE DÍVIDA?

  - O PAÍS ESTÁ OU NÃO A RECUPERAR NA CRIAÇÃO DE EMPREGO?

  - ETC...

 MAS ENTÃO...É CASO PARA NOS INTERROGARMOS...PORQUE SERÁ QUE TANTOS E TANTOS PERSONAGENS BEM IDENTIFICADOS DA NOSSA SOCIEDADE NÃO TÊM SEQUER UMA PALAVRA DE VERDADEIRO ALENTO E ESPERANÇA PERANTE OS SACRIFÍCIOS DOS PORTUGUESES MESMO QUE  IGNORANDO MÉRITOS ESPECÍFICOS DE CERTOS ALGUÉNS?

    É CASO PARA MEDITARMOS...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:23


ÓDIOS DE ESTIMAÇÃO?

por O Fiscal, em 15.11.13

ELE HÁ PERSONAGENS QUE NÃO CONSEGUEM DISFARÇAR O SEU LADO MAIS NEGATIVO...É AQUI O CASO...  

 

http://www.publico.pt/multimedia/video/se-estiver-com-40-de-febre-e-passar-para-398-e-bom-20131114234746

 

«Se estiver com 40 de febre e passar para 39,8 é bom»

Comentário de Manuel Ferreira Leite na TVI24 sobre o crescimento da economia hoje anunciado



Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

A srª Manuela Ferreira Leite tanto tem de bom como de mau...por um lado é uma personalidade política a que se têm de reconhecer excelentes qualidades...por outro tem na minha opinião um grande defeito...é assaz rancorosa quando detesta algo ou alguém...é aqui o caso nesta sua intervenção...veja-se o modo "irónico" como se refere a dados que embora não consiga menosprezar tem relutância em valorizar...apetece-me, recorrendo a um pouco de humor, sugerir ao PM sr. Pedro Passos Coelho, que tente encontrar uma solução que procure evitar um tanto no corte da(s) sua(s) pensão(ões) de modo a que ela não se veja privada de ir com alguma frequência á cabeleireira...ah!..já agora..como eu gostaria de saber..quanto é que ela percebe pelos seus briosos(?) comentários na TVI24 e sua tributação em IRS?!!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:09


AINDA HÁ " BRILHANTES " SOCIALISTAS?

por O Fiscal, em 14.11.13

http://www.publico.pt/politica/noticia/ps-exige-regresso-pleno-aos-mercados-depois-de-julho-de-2014-1612499

 

 

PS exige “regresso pleno aos mercados” depois de Julho de 2014

Socialistas reagem a anúncio do fim do resgate na Irlanda sem programa cautelar exigindo o mesmo para Portugal.

Filipe Arruda

O PS reagiu nesta quinta-feira ao anúncio irlandês do fim do programa de assistência sem um recurso a um novo programa cautelar elevando a fasquia ao Governo português.

Para os socialistas, depois do sucesso irlandês, qualquer programa de assistência, seja cautelar ou segundo resgate, representará um falhanço: “Outro programa será a medida do falhanço da aplicação deste [actual] programa”, afirmou Eurico Dias na sede do Partido Socialista (PS).

A meta foi definida pelo dirigente político depois de classificar o anúncio do primeiro-ministro irlandês como um “sucesso”. Mas fê-lo para assinalar as diferenças em relação ao conduto dos dois executivos. Lembrou que o Governo irlandês “protegeu o carácter distinto da sua economia”, do “carácter distinto da sua taxa de IRC” e apostou no “crescimento económico”, assinalando o facto de no Orçamento para 2014 ter recusado “toda a austeridade que a troika queria impor”.

As comparações com a equipa de Passos Coelho continuaram com a referência ao envolvimento da sociedade no esforço de recuperação. E também assinalando que “desde 2011 [a Irlanda] tem um documento de reforma do Estado, quantificado com medidas concretas”.

Por isso, caso um novo programa se viesse a confirmar, o Governo “deverá assumir as suas responsabilidades”: “Se o Governo tiver de negociar um novo pacote, não me parece que tenha as condições para o fazer em nome do país”, rematou Eurico Dias.

  

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Quero dizer ao sr. Brilhante(!) dirigente do (diria eu) actual "Partido Jota Socialista"que o seu(deles e que já foi meu quando era um genuino) PS que não têm qualquer legitimidade nem moralidade para vir aqui e agora com esta exigência trôpega..porquanto se há verdadeiros culpados no que o país e os portugueses(designadamente os milhões dos desfavorecidos) estão a passar esses são(não só mas também) essencialmente certos velhos e novos ditos democratas socialistas que de tal têm mesmo muito pouco pois se assim não fosse então não os teríamos apressados a fazer conferências de imprensa destas mas sim num recato assomo de responsabilidade e disponibilidade de colaboração com o governo na busca de uma solução para que Portugal em junho/2014 possa imitar a Irlanda..mas sem faits-divers...!!!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:34


MÁRIO SOARES...E OS REACIONÁRIOS!

por O Fiscal, em 13.11.13

O "GRANDE DEMOCRATA!"SENHOR MÁRIO SOARESANDA AGORA A VER " REACIONÁRIOS " POR TODA ESSA

EUROPA...

 

http://www.publico.pt/politica/noticia/soares-receia-nova-guerra-na-europa-1612363

 

Soares receia nova guerra na Europa

O ex-presidente da República manifestou esperança numa mudança de rumo com a eleição do alemão Martin Schulz para presidente da CE.

Miguel Manso

O histórico socialista foi a Paris para ser homenageado. Na capital socialista falou do presente e futuro da Europa. Apesar dos alertas, assumiu-se optimista em relação à União Europeia.

"São os Governos de extrema-direita, sem ideologia, que dominam a Europa e acho que isso tem que acabar, porque se caímos no abismo acontece uma terceira guerra mundial. Se não há modificação na Europa com o [Martin] Schulz, vamos para uma nova guerra", disse Mário Soares à margem da sua homenagem na Câmara Municipal de Paris. "Espero que Martin Schulz, que aprecio muito como pessoa, possa ganhar as eleições pela primeira vez para ser presidente da Comissão Europeia e mudar tudo, porque se continuarmos com o meu compatriota Durão Barroso, que é um homem que não sabe o que quer... Quer dinheiro", acrescentou o ex-presidente da República.

O Partido Socialista Europeu (PSE) confirmou na semana passada a candidatura do social-democrata alemão Martin Schulz, atual presidente do Parlamento Europeu, à presidência da Comissão Europeia (CE). O futuro presidente do executivo comunitário será aquele que alcançar a maioria dos apoios no Parlamento Europeu, cuja composição será conhecida nas próximas eleições europeias, agendadas para 25 de Maio de 2014. O actual presidente da CE, o português José Manuel Durão Barroso, assumiu o cargo em novembro de 2004 e recandidatou-se em 2009.

Na opinião de Mário Soares, os Governos de ideologia reaccionária que dirigem a Europa neste momento "querem sempre austeridade e mais austeridade quando já toda a gente percebeu que a austeridade leva a mais miséria, mais desemprego". "Devia ser o contrário que eles deviam fazer, mas não fazem porque são reaccionários, não têm ideologia senão o dinheiro. As pessoas não contam nada para eles", acrescentou.

No entanto, o homenageado está "optimista" e "convencido de que a Europa vai ser salva, porque, se não for salva, será a desgraça para o mundo e para a América". "Barack Obama sabe muito bem que sem a Europa os americanos não têm um único amigo, porque os americanos são odiados por todo o mundo, menos pela Europa. A Europa é o seu grande e único amigo. Como pode a América não vir ajudar a Europa? É necessário para eles, é importante para todos e devemos ter essa esperança", acrescentou.

Em relação a Portugal, Mário Soares diz estar "furioso com o Governo e com o Presidente da República porque não são capazes de respeitar a Constituição da República e estão a destruir o país". "Faço tudo para que não haja violência no meu país, mas se eles persistem e não são capazes de mudar, o que vai haver é violência. Há tipos que já dizem em Portugal que isto só vai a tiro", concluiu.

O ex-presidente da República Mário Soares foi homenageado pela Câmara Municipal de Paris com a Grande Medalha de Vermeil (prata dourada) de Paris. Mário Soares foi recebido pelo presidente da Câmara de Paris, Bertrand Delanoë, que lhe entregou a Medalha de Vermeil, numa cerimónia nos salões da câmara parisiense.

 

 COMO AQUI SE CONSTATA PARA O SR. MÁRIO SOARES DEIXOU DE SER IMPORTANTE A VOZ DOS POVOS EM ELEIÇÕES LIVRES E DEMOCRÁTICAS.PARA ELE QUALQUER PAÍS OU ÓRGÃO EUROPEU QUE NÃO TENHA

VOTADO SOCIALISTA É DIRIGIDO POR " REACIONÁRIOS " CUJA ÚNICA IDEOLOGIA É O DINHEIRO E AQUI

INCLUI OS ACTUAIS RESPONSÁVEIS PORTUGUESES QUE DIZ ESTAREM A DESTRUIR O PAÍS QUANDO ELE SABE PERFEITAMENTE QUE PORTUGAL FOI CONDUZIDO Á ACTUAL SITUAÇÃO POR CERTOS SOCIALISTAS E NÃO SOCIALISTAS MAS ESSENCIALMENTE POR CULPA DE SOCIALISTAS QUE QUIÇÁ SEJAM TANTO OU MAIS " REACIONÁRIOS " QUE ALGUNS DOS QUE APONTA COMO TAL...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:26

QUEIXUMES?...ONTEM TIVEMOS A POSIÇÃO DOS SENHORES MAGISTRADOS DO MINISTÉRIO PÚBLICOHOJE

TEMOS A DOS SENHORES JUÍZES(VIA CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA)..." E SEGUE A DANÇA! "...

 

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/conselho-superior-de-magistratura-sensibiliza-cavaco-para-dificuldades-na-administracao-da-justica-1612107

 

Conselho Superior da Magistratura sensibiliza Cavaco para “dificuldades na administração da justiça”

Acto é inédito na história do órgão de gestão e disciplina dos juízes.

 

Num acto inédito na história da sua existência, o Conselho Superior da Magistratura foi recebido, ao final da manhã desta segunda-feira, pelo Presidente da República, Cavaco Silva.

"Transmitimos-lhe algumas dificuldades com que se depara a administração da justiça em Portugal", disse, à saída do encontro, o presidente deste órgão, António Henriques Gaspar, numa curtíssima declaração sem direito a perguntas por parte dos jornalistas. Cavaco Silva ficou "muito sensibilizado" para a situação, acrescentou.

No início do mês, o Conselho Superior da Magistratura aprovou, por unanimidade, uma deliberação em que considerava que os sucessivos cortes salariais e aumento de impostos estão a provocar uma "grave deterioração do estatuto remuneratório dos juízes" que "poderá pôr em causa a dignidade exigível ao exercício" da função.

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Vamos assistindo a um "desenrolar de choradilhos!"por parte dos senhores magistrados (MP e Juízes) envolvendo mesmo órgãos da justiça(como é aqui o caso) que diga-se "brada aos céus"..como se não estivessemos na presença de portugueses profundos conhecedores da situação periclitante em que o país se encontra e portanto com o dever (inerente a todos nós) de não se pugnar á base do "não mexam no meu quintal mas sim no do vizinho"..mas mais..deixem-se de "trocadilhos!"do género..as medidas do governo visam no que dizem ser um ataque ao sistema judicial ora para por em causa os direitos dos cidadãos perante a justiça ora para por em causa a dignidade exigível ao exercício da função..como se a dignidade estivesse dependente da parte remuneratória fosse de quem fosse..eh! ás vezes há máscaras!!!

 



Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:28

SERÁ QUE PODEREMOS VIR A ASSISTIR A GREVES/MANIFESTAÇÕES POR QUEM FAZ PARTE DOS ÓRGÃOS DE SOBERANIA CONSAGRADOS NA NOSSA CONSTITUIÇÃO?...PELO QUE SE VAI VENDO PARECE QUE SIM... 

...SERIA ATÉ CURIOSO VER...POR EXEMPLO...MEMBROS DO GOVERNO/DEPUTADOS/PR...EM GREVE/QUIÇÁ 

MANIFESTANDO-SE NA RUA CONTRA OS MESMOS ÓRGÃOS...

 

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/magistrados-do-ministerio-publico-marcam-greve-para-dia-25-1612134

 

Magistrados do Ministério Público marcam greve para dia 25

Presidente do sindicato acusa o Governo de não querer que os tribunais sejam independentes.

O Sindicato de Magistrados do Ministério Público marcou greve para o próximo dia 25.

“Sob o pretexto do combate à crise, continua a destruição do Estado Social e da economia real, e a violação de princípios basilares do próprio Estado de Direito democrático”, justifica o sindicato numa moção aprovada há poucos dias, onde se diz também que “o agravamento da drástica redução dos rendimentos dos magistrados atinge significativamente o seu estatuto socioprofissional, afectando de forma grave os direitos dos cidadãos destinatários da justiça”.

O presidente do sindicato, Rui Cardoso, diz que não é digno das funções que exercem magistrados com 12 anos de carreira ganharem 1600 euros mensais, quando o Governo atribuiu um estatuto especial aos administradores das entidades reguladoras que os isenta de cortes salariais, de forma a garantir a sua independência. “Querem manter independentes as entidades reguladoras, mas não os tribunais”, resume o dirigente sindical.

Outra razão para o protesto relaciona-se com os lugares de quadro dos magistrados no novo mapa judiciário, que deverá estar no terreno a partir do ano que vem. As garantias da ministra da tutela, Paula Teixeira da Cruz, de que não haverá redução de magistrados não convencem Rui Cardoso, que exemplifica: “Nos tribunais de primeira instância existem neste momento 1335 magistrados, quando a reorganização judiciária prevê menos 157. Nós entendemos que são necessários 1412”.

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Esta posição do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e bem assim as afirmações aqui contidas do seu Presidente sr. Rui Cardoso...na minha opinião...revela algo "inadmissível!" da parte de um dos sectores da nossa sociedade habituados a um "corporativismo primário"...os senhores magistrados não estão "mesmo nada" preocupados com os direitos dos cidadãos destinatários da justiça mas sim com algo(?) que me faz lembrar uma célebre rábula dum programa de humor brasileiro muito apreciado na TV há uns bons anos atrás e que em resumo versava assim ««« Eh! Pah! estão mexendo no meu bolso »»»...contudo confesso que seria agradável e sintomático ver no próximo dia 25 em greve e contestando na rua...umas centenas de magistrados de " toga " clamando contra um órgão de soberania eleito..!!!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:08


O TAL COMPLÔ!

por O Fiscal, em 02.11.13

AH!...ATÃO TÁ BEM!...O SR. CARVALHO DA SILVA...TAMBÉM FAZ PARTE DO TAL COMPLÔ...

 

    http://www.publico.pt/multimedia/video/presidente-da-republica-e-um-drama-para-o-pais-201311217301

 

Presidente da República é «um drama para o país»

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:32


BPN!...O QUE DIZ HOJE TEIXEIRA DOS SANTOS?

por O Fiscal, em 01.11.13

 

EM VIAS DA PASSAGEM DO 5º ANIVERSÁRIO DE UMA DAS DECISÕES POLÍTICO/GOVERNAMENTAIS MAIS POLÉMICAS DOS ÚLTIMOS ANOS/A TRAGÉDIA DA  " NACIONALIZAÇÃO DO BPN " OCORRIDA NOS INÍCIOS DE NOVEMBRO DE 2008 O SR. TEIXEIRA DOS SANTOS NESSA ALTURA O MINISTRO DAS FINANÇAS DIZ AGORA:

 http://www.publico.pt/economia/noticia/teixeira-dos-santos-sobre-bpn-apagouse-o-que-poderia-ser-um-incendio-devastador-1610908

Teixeira dos Santos sobre BPN: Apagou-se o que poderia ser um “incêndio devastador"

Ex-ministro defende a decisão que tomou há 5 anos de nacionalizar o banco.

 




Cinco anos após a nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN), o então ministro das Finanças afirma-se convicto que “foi a melhor decisão” e que se apagou a “fagulha” que poderia provocar um “incêndio devastador no sistema financeiro”.

“O ambiente que se vivia na Europa e, também, em Portugal era um ambiente quase incendiário, porque uma pequena fagulha provocaria um incêndio que podia ser devastador no sistema financeiro”, recordou Fernando Teixeira dos Santos em entrevista à agência Lusa.

Com uma “memória muito viva dos tempos” então vividos, o ex-ministro das Finanças do Governo de José Sócrates - que, a 02 de Novembro de 2008, decidiu a nacionalização do BPN - descreve um “ambiente muito, muito, muito sensível, para não dizer perigoso”, em torno da credibilidade do sistema bancário.

“Na altura o risco era muito sério”, recorda, salientando que havia passado “pouco mais de um mês após a falência do [banco norte-americano] Lehman Brothers”, pelo que a situação se assumia como “uma ocorrência de alto risco para o sistema financeiro” português.

“Pressentia-se grande instabilidade e muitos receios dos depositantes relativamente a alguns bancos, e bancos importantes. Assistimos a movimentos de muitos depositantes, que retiraram dinheiro dos seus bancos e o colocaram noutros que achavam mais seguros. Recordo várias notícias da imprensa económica que até perguntavam se o dinheiro estava seguro no banco”, relembra Fernando Teixeira dos Santos.

Neste “ambiente de grande receio”, o ex-ministro estava e continua convicto que “uma falência do BPN iria gerar uma situação de pânico e de corrida aos bancos com efeitos devastadores no sistema financeiro”.

É que, sustenta, embora o BPN fosse “um banco relativamente pequeno” no contexto do sistema bancário português, poderia ser “a pequena fagulha” que iria “alavancar uma grande instabilidade e grandes receios”.

“Mesmo sabendo o que sei hoje, acho que essa foi, apesar de tudo, a melhor decisão. Estou convencido que evitamos um mal maior”

“Apesar de tudo, era um banco que tinha mais de 200 mil clientes e depósitos num montante em volta dos 5000 milhões de euros na altura, valores que já eram significativos”, nota, acrescentando: “Mesmo sabendo o que sei hoje, acho que essa foi, apesar de tudo, a melhor decisão. Estou convencido que evitamos um mal maior”.

Quando se refere ao que “sabe hoje”, Teixeira dos Santos fala, “acima de tudo, [d]a magnitude das perdas que estavam escondidas naquele banco, da dimensão das operações que o banco efectuou na altura e dos riscos a que se expôs por ter feito todo um conjunto de operações de alto risco sem ter as devidas coberturas”.

Operações que, recorda, “se traduziram em perdas muito significativas” - avaliadas por uma primeira auditoria em cerca de 700 milhões de euros, mas que vieram a escalar para “quase três vezes mais” - e que, após a nacionalização, acabaram por ter que ser assumidas pelo Estado.

A este facto somou-se o “prolongamento da crise”, que não só tem vindo a desvalorizar muitos dos activos do BPN que transitaram para o Estado, como tem levado a que créditos dados como recuperáveis tenham entrado em incumprimento por dificuldades financeiras das empresas e particulares.

Assim, se Teixeira dos Santos assumia, em Novembro de 2008, a preocupação de que os “eventuais custos” da nacionalização para os contribuintes fossem “mínimos”, o facto é que, ao longo dos últimos anos, o impacto nas contas públicas tem vindo a ser sucessivamente revisto em alta.

"Estranho" o preço "tão baixo" a que foi vendido o BPN
O ex-ministro das Finanças considera “estranho” o “preço tão baixo” a que foi depois vendido ao BIC, mas reconhece que o Estado ficou fragilizado por só restar um comprador.

“Devo dizer que estranho que tenha sido uma alienação a um preço tão baixo (40 milhões de euros mais o direito de exigência de restituição de algumas verbas de acordo com as condições em que o banco foi alienado). Mas confesso que não tenho informação suficiente para dizer que o valor é ajustado ou não”, afirmou Teixeira dos Santos

Ainda assim, acrescenta: “Sinceramente, na altura, quando saí do Governo, a avaliação que tínhamos apontaria para um valor mais elevado”.

Para o ex-ministro, o facto de se ter chegado a um ponto em que só restava um possível comprador para o Banco Português de Negócios (BPN) “necessariamente prejudicou a posição negocial do Estado”.

“Sendo claro que o Estado tinha que vender e havendo só um comprador, isto dá um grande poder ao comprador e retira poder ao Estado, o que não permitiu que o Estado pudesse vender, porventura, nas melhores condições”, admitiu.

O contrato-promessa de venda do BPN ao Banco BIC foi assinado a 31 de Julho de 2011, três meses após as negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu terem determinado a venda da instituição num curto espaço de tempo.

“Sendo claro que o Estado tinha que vender e havendo só um comprador, isto dá um grande poder ao comprador e retira poder ao Estado"

Em Junho de 2012, o ex-administrador do BPN Norberto Rosa explicava, no Parlamento, que o acordo com a troika obrigava a que se encontrasse um comprador até 15 de Julho de 2011, o que limitou qualquer outra solução que não fosse o BIC, que durante esse período de tempo apareceu como o único candidato.

Excluída a questão do preço de venda, Teixeira dos Santos considera que a alienação do banco “foi positiva”, recordando que a venda era “um objectivo do próprio Governo quando procedeu à nacionalização”.

“[O Governo] anunciou que, logo que possível, iria proceder à privatização”, disse, esclarecendo que a operação só “não foi feita mais cedo devido ao prolongamento da crise e às dificuldades da actividade bancária”.

“Um banco que esteve muito nas primeiras páginas, que foi objecto de notícia, com uma imprensa muito negativa, com uma marca já muito degradada, não era fácil proceder à sua privatização e, nesse sentido, o facto de ela se ter realizado acho que foi positivo”, sintetizou.

Supervisão podia ter sido "mais dura
Teixeira dos Santos admite que o Banco de Portugal (BdP) “podia ter sido mais interventivo, duro e exigente”, mas alerta ser “sempre possível” escapar à supervisão.

“Com certeza que o Banco de Portugal podia ter sido mais proactivo e duro perante o BPN, mas a raiz do problema está, essencialmente, no facto de ter havido um conjunto de operações de carácter irregular e ilegal levadas a cabo pelos responsáveis do banco que foram escondidas das autoridades, tornando difícil a detecção dos problemas que daí poderiam advir”, afirmou o ex-ministro.

Segundo recorda Teixeira dos Santos, “o sistema de supervisão existente na altura assentava muito numa confiança da autoridade perante as instituições que supervisionava”.

“Portanto, este é um sistema que, de alguma forma, tem uma fragilidade: se houver uma atitude deliberada de enganar e de esconder, as autoridades terão grandes dificuldades em detectar essas situações”, disse.

Neste contexto, o ex-ministro das Finanças admite que “as autoridades poderiam ter sido sempre mais interventivas, mais duras e mais exigentes, mas reitera que “grande parte do problema radica nessa atitude de esconder, de defraudar e de enganar, escamoteando informação”.

Questionado sobre se seria hoje possível um ‘novo’ BPN, o professor de Economia - que, desde que saiu do Governo, voltou a leccionar na Universidade do Porto - considera que, na sequência deste caso, “começaram a ser adoptadas práticas de supervisão mais exigentes, com uma presença mais forte do supervisor, com exigência de prestação de informação e, até, com presença nos bancos de equipas de supervisão” encarregues de tudo “passar a pente fino”.

“Creio que seria mais difícil, no quadro regulatório das práticas de supervisão existentes, a ocorrência de um evento como esse”, sustenta, embora ressalvando que “quem quer, consegue sempre esconder e pode fazê-lo de uma forma muito hábil”.

“Quanto há uma vontade deliberada de esconder e de defraudar, torna-se muito difícil às autoridades, por muito exigentes que sejam, detectar essas situações. Isto é um jogo do gato e do rato e com certeza que o gato tem que ficar mais hábil e ágil e estar mais atento - e estou convencido que está. O rato é que também aprende”

Desta forma, “e por muito sofisticado, exigente e fino que seja o pente usado, é sempre possível passar entre os procedimentos da supervisão e esconder”.

“Quanto há uma vontade deliberada de esconder e de defraudar, torna-se muito difícil às autoridades, por muito exigentes que sejam, detectar essas situações. Isto é um jogo do gato e do rato e com certeza que o gato tem que ficar mais hábil e ágil e estar mais atento - e estou convencido que está. O rato é que também aprende”, conclui.

O "pior ainda não passou" para sistema bancário
Teixeira dos Santos considera ainda que “o pior ainda não passou” para o sistema bancário português, apontando o “esforço muito grande” necessário para continuar a “resistir à crise” e cumprir as acrescidas exigências da regulamentação europeia.

“Os bancos vão ter que continuar a fazer um esforço muito grande para resistirem aos efeitos desta crise e, também, para cumprirem o novo quadro regulamentar de maior exigência, que os obriga a ter mais capital na sua actividade, para terem maior robustez”, afirmou o ex-ministro das Finanças.

Teixeira dos Santos acredita que já “não há problemas de credibilidade” na banca, mas sustenta que esta continuará a estar sujeita a um “esforço acrescido”.

“Acho que o pior ainda não passou”, disse, considerando que o sistema bancário português continua a atravessar um “período de dificuldades” - apesar do “grande esforço de reequilíbrio da sua estrutura financeira” - devido à “conjuntura económica de três anos de recessão”, que “tem reflexos muito grandes na actividade bancária”.

Penalizados pelo aumento dos incumprimentos e do crédito malparado, a que se somam perdas de valor dos activos detidos e uma retracção do negócio devido à recessão, os bancos, recorda o ex-ministro, “têm vindo a apresentar, de há dois anos a esta parte, prejuízos sucessivos”.

“É uma perda de capital para os bancos, que não ajuda ao reforço da sua solidez [e] obriga-os a um esforço acrescido. Acho que esse período ainda não acabou, os bancos vão ter que continuar esse esforço, tanto mais que o novo enquadramento europeu é muito exigente e a própria constituição da união bancária e entrada em funcionamento do supervisor único europeu vai exigir stress tests que vão fazer uma avaliação muito rigorosa da situação dos bancos”, disse.

Ainda assim, Teixeira dos Santos considera estarem já ultrapassados os “problemas de credibilidade” e defende que o sistema bancário português, comparativamente com o de outros países, até “tem reagido bem”.

 

  ORA BEM...ANALISANDO O QUE DISSE ANTES(INDO POR EXEMPLO NO GOOGLE Á PESQUISA " TEIXEIRA DOS SANTOS E O BPN ") E O QUE DIZ AQUI ORA O SR TEIXEIRA DOS SANTOS VÊ-SE QUE ELE JÁ SE ADIANTA UM POUCO SOBRE "DIRIA EU" UM CERTO DESLEIXO POR PARTE DE AUTORIDADES(?) QUE PODERIAM " DIRIA EU DEVERIAM " TER SIDO MAIS CAUTELOSAS E INTERVENTIVAS RELATIVAMENTE AO QUE JÁ SE SUSPEITAVA ANTES DE NOVEMBRO DE 2008 SE PASSAVA NO BPN(POIS EMBORA NÃO FOSSE DO GERAL PÚBLICO JÁ O ERA DO RESERVADO) MAS PENSO QUE TEIXEIRA DOS SANTOS(QUIÇÁ DAQUI A MAIS ALGUM TEMPO) PODERÁ/DEVERÁ? VIR A ESCLARECER O PORQUÊ DE:

   «««ESTANDO-SE EM NOVEMBRO DE 2008 NUMA 6ª FEIRA(DECORRIA EM ZAMORA UMA CIMEIRA IBÉRICA ONDE SE ENCONTRAVA O PM SR. SÓCRATES) OS PORTUGUESES FORAM ALERTADOS PELA COMUNICAÇÃO SOCIAL QUE AO DESPONTAR DO DIA TINHAM SIDO DESENCADEADAS BUSCAS AO BPN(CERTAMENTE NA SEQUÊNCIA DE DILIGÊNCIAS MUITO ANTERIORES). " NA MINHA OPINIÃO " ENTÃO ALGUÉM TELEFONOU Á PRESSA PARA SÓCRATES DANDO-LHE CONHECIMENTO DO QUE ESTAVA A OCORRER(TERIA SIDO TEIXEIRA DOS SANTOS?) QUE REGRESSOU "A CORRER", CONVOCA CM PARA SÁBADO E É DECIDIDA A NACIONALIZAÇÃO...É AQUI(ENTENDO EU) QUE SE QUESTIONA SE A GRANDE QUESTÃO ERA O RISCO SISTÉMICO O MESMO SÓ PASSOU A EXISTIR NAQUELE FIM DE SEMANA OU JÁ HAVIA ANTES E ENTÃO PORQUE NÃO HOUVE NACIONALIZAÇÃO?»»»

    CONCLUO AFINAL QUE ESTES DOIS SENHORES SÓCRATES E TEIXEIRA DOS SANTOS FICARAM PARA SEMPRE LIGADOS COMO SENDO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS POR UMA " HECATOMBE " QUE ACABOU POR CAIR EM CIMA DOS PORTUGUESES.

   

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:31

Pág. 2/2



Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

calendário

Novembro 2013

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930



Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D