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YES...WE CAN SAY !

por O Fiscal, em 12.10.13

HÁ UM TEMPO ATRÁS O PRESIDENTE AMERICANO SR. BARACK OBAMA DISSE A DETERMINADO PROPÓSITO...««« QUE OS ESTADOS UNIDOS NÃO ERAM COMO PORTUGAL »»»...

  DE HÁ UNS DIAS PARA CÁ SÓ OUVIMOS FALAR NO " SHUTDOWN AMERICANO " OU SEJA NA IMINÊNCIA DE IMCUMPRIMENTO...

 ORA DE FACTO COMPARAR PORTUGAL COM USA É COMO " FORMIGA AO LADO DE ELEFANTE " EM QUASE TODOS OS ASPECTOS DA VIVÊNCIA DOS DOIS POVOS E NISSO ELE ATÉ TEM ALGUMA RAZÃO...MAS...QUE TÊMOS ALGUMAS PARECENÇAS...LÁ ISSO TÊMOS...POR EXEMPLO...A DA TENDÊNCIA PARA A BANCARROTA...MAS MESMO AQUI NÓS ASSUMIMOS E LEVAMOS POR TABELA ENQUANTO NOS EUA PARECE QUE ASSOBIAM PARA O AR...

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publicado às 17:15


A CORRIDA AO SPRINT!

por O Fiscal, em 12.10.13

ORA AQUI TEMOS UMA OPINIÃO...(INSUSPEITA DE ALGUÉM ALGO LIGADA AO PS) QUE TALVEZ PONHA A NU "UM CERTO JOGO"A QUE ESTAMOS A ASSISTIR...QUE SUBSCREVO NA ÍNTEGRA...ACHO MESMO QUE DE FACTO ESTAMOS NUMA CORRIDA AO SPRINT EM QUE OS DOIS CONTENTORES JÁ ESTÃO A UTILIZAR AS ÚLTIMAS CARTADAS FACE AODESFECHO/RESULTADO FINAL...

A DÚVIDA MAIOR:
 Por; Daniel Bessa-Expresso de 5/10/13
A dúvida maior que, neste momento, paira sobre o nosso país é saber se o Estado português conseguirá, ou não, solver os seus compromissos de ordem financeira (pagamento de dívida contraída no passado) no próximo ano. Razões de prudência costumam exigir um mínimo de um ano de antecedência para se responder afirmativamente a esta questão e, neste momento, no início de outubro de 2013, não estamos ainda em condições de o podermos fazer.
Dados os montantes envolvidos, a solução só poderá ser uma: sermos capazes de contrair, no mercado, em condições aceitáveis, nomeadamente de taxa de juro, os financiamentos indispensáveis.
Daí a importância atribuída à taxa de juro da dívida pública a dez anos, no mercado secundário, que funciona como principal indicador avançado de dispormos, ou não, da capacidade de emissão requerida.
Foi Fernando Teixeira dos Santos quem, um dia, pronunciou o que ficará como uma espécie de “número mágico”, que hoje nenhum português ignora: acima de 7%, impossível, teremos de pedir ajuda. Foi assim em 2011.
Não adianta, agora, perder muito tempo com a história recente desta variável: tendo chegado a ultrapassar os 20%, caiu, depois, consecutivamente, o que permitiu, no dia 7 de maio último, a emissão de um montante de 3 milhões de euros de dívida pública portuguesa a dez anos, à taxa de 5,75%, numa operação sindicada com seis grandes bancos. A realização desta operação nunca teria sido suficiente para darmos o problema por resolvido, sendo certo que a situação se degradou, depois, com a crise política de julho: as taxas voltaram a níveis superiores aos 7% de que só baixaram, ligeiramente, nos últimos dias.
A dúvida terá de ficar resolvida muito em breve, seguramente antes do final do ano. Se a resposta não for satisfatória, restará uma segunda operação de resgate, como única forma de evitar um incumprimento puro e simples do Estado português perante os seus credores.
Uma segunda operação de resgate acelerará a vida política portuguesa: as entidades financiadoras (Comissão Europeia, BCE e FMI, este, desta vez, com uma participação mais reduzida) imporão condições, exigirão a assinatura do PS, e este imporá como condição a realização de eleições antecipadas.       O PS parece, neste momento, colocar todas as suas forças neste cenário. O Governo, pelo contrário, faz tudo para o evitar: valoriza os dados que apontam para um início de recuperação da economia, proporá à Assembleia da República um orçamento para 2014 com um défice de 4% do PIB, espera um desfecho favorável para o exercício de avaliação que está a ser realizado pela troika.


Numa corrida que será decidida ao sprint, o PS leva vantagem: tem a seu favor a incerteza da actuação do Tribunal Constitucional e a falta de consenso político, num processo em que é não apenas actor primordial como primeiro (porventura único) interessado. O Governo tem contra si a crise política que ele próprio provocou, no último verão, e, sobretudo, a aparente incapacidade de avançar na reforma do Estado.

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publicado às 16:21


FRANCAMENTE...ASSIM NÃO !

por O Fiscal, em 12.10.13

JULGAVA EU...DESTA VEZ " O REGABOFE " DA RTP VAI ACABAR...PARECE QUE ME ENGANEI...SE CALHAR É VERDADE AQUELE DITO POPULAR " A PENSAR MORREU UM BURRO "...

 

 http://www.publico.pt/politica/noticia/governo-tenciona-aumentar-a-taxa-do-audiovisual-para-financiar-a-rtp-1608832

 

 Governo vai aumentar a taxa do audiovisual para financiar a RTP

 

   

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Bom...atão tá bem!...se bem me lembro...há uns tempos atrás o ex-ministro sr. Miguel Relvas anunciava que a RTP deixava a partir de 2014 de receber do Estado - via OE indemnizações compensatórias(ou melhor os contribuintes deixariam de contribuir com os seu impostos / digo eu " para a fartasana na RTP ") passando a sustentar-se pela CAV(aquela célebre taxa que pagamos na factura da luz) - publicidade e outras operações financeiras...confesso...rejubilei/tratava-se de ideia bastante justa...hoje ao ler esta local fiquei decepcionado...pois...aquela minha expectativa gorou-se...é que afinal tudo parece ir continuar(na íntegra ou parcialmente) na mesma...ou seja...ilude-se a opinião pública...deixa de se chamar indemnização compensatória para se denominar de taxa sobre taxa..LAMENTÁVEL..!!!

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publicado às 14:46


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