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IMPUNHA-SE...UM POUCO MAIS DE RIGOR,sff

por O Fiscal, em 28.04.15

http://www.publico.pt/politica/noticia/filha-de-salgueiro-maia-no-luxemburgo-depois-de-convidada-a-sair-por-passos-coelho-1693706

Filha de Salgueiro Maia emigrou para o Luxemburgo e lembra “convite” de Passos

 
Mural de homenagem a Salgueiro Maia

A filha do capitão de Abril Salgueiro Maia, a viver no Luxemburgo há quatro anos, diz que foi "convidada" a sair de Portugal pelo primeiro-ministro Passos Coelho, lamentando a situação actual do país, que compara ao terceiro mundo.

Catarina Salgueiro Maia, de 29 anos, deixou Portugal em 2011, ano em que a troika chegou a Portugal e "em que o primeiro-ministro aconselhou as pessoas a ganhar experiência no estrangeiro", ironizou, recordando os apelos do Governo à emigração. Com o marido desempregado e um filho asmático, a filha do Capitão de Abril decidiu procurar trabalho no estrangeiro.

"O meu marido esteve seis meses sem trabalho e foi quando decidimos arriscar. Ele tinha cá família e acabámos por vir", contou Catarina Salgueiro Maia à Lusa, durante um jantar de homenagem ao pai, organizado no sábado, 25 de Abril, pelo portal de notícias português Bom Dia, em que também participaram o deputado socialista Paulo Pisco e o cônsul de Portugal no Luxemburgo.

"Eu saí do meu país, porque precisava de estabilidade financeira para criar o meu filho, que é asmático, e o medicamento não é comparticipado em Portugal, apesar de ser uma doença crónica", explicou.

"Uma consulta de alergologia no hospital público demora cerca de dois anos e meio, e nem vou falar dos idosos que morrem nas salas de espera, é um horror", lamentou, considerando que "Portugal, neste momento, é um país terceiro-mundista".

Com três cadeiras por terminar no curso de Línguas, Literaturas e Culturas, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Catarina Salgueiro Maia acabaria por só conseguir emprego como empregada num café português, no Luxemburgo, onde chegou a trabalhar "mais de 17 horas por dia", por um salário de 1300 euros, um valor inferior ao salário mínimo no país, que ronda actualmente os 1900 euros.

Há um ano, a família decidiu regressar a Portugal, mas em Fevereiro acabaria por voltar para o Luxemburgo.

"Mais valia termos ficado quietos. Nós aqui temos uma ideia diferente da situação em que Portugal está: sabemos que Portugal não está bem, mas não temos consciência de que está tão mal", lamentou, garantindo que encontrou o país "pior" do que quando emigrou em 2011.

No dia em que o pai foi homenageado pela comunidade portuguesa no Luxemburgo, Catarina Salgueiro Maia disse à Lusa que pensa "muitas vezes" no que diria sobre a situação actual do país o Capitão de Abril que comandou a coluna de blindados que forçaria a rendição de Marcello Caetano.

"Às vezes digo que o meu pai, lá em baixo, deve estar às voltinhas no caixão. O meu pai lutou por uma democracia, por um país livre, correcto, aberto", recordou, lamentando que hoje haja "pessoas a passar fome, idosos que, ou comem ou tomam medicamentos, e pessoas que são postas na rua, por não poderem pagar a renda".

Durante a homenagem a Salgueiro Maia, o deputado socialista Paulo Pisco considerou que o capitão de Abril "é um exemplo para todos os portugueses", recordando ainda a pensão que lhe foi recusada em 1988, sob o governo de Cavaco Silva, tendo sido depois atribuída a dois antigos inspectores da PIDE, um episódio que considerou "indigno da democracia".

Para Catarina Salgueiro Maia, o caso revela a "falta de coerência" do actual Presidente da República.

"Ele primeiro deu prémios a ex-inspectores da PIDE que torturavam, que massacravam, que matavam, que prendiam, e recusa prémios a quem lutou realmente pelo país? Onde é que está a coerência dele?", questionou.

"Acho ridículo uma pessoa que não deu o mínimo valor a quem lutou pelo país, na altura em que devia ter dado, conseguir subir a um palanque, 41 anos depois e dizer que vivemos em democracia e agradecer a quem fez o 25 de Abril", criticou a filha de Salgueiro Maia.

Cerca de 60 pessoas participaram no jantar de homenagem ao capitão de Abril, organizado pelo portal Bom Dia, um gesto que comoveu a filha.

"É bom saber que, fora de Portugal, o meu pai continua a ser lembrado, e que há pessoas que dão valor àquilo que ele e os outros capitães de Abril conseguiram para o país", disse, considerando que os ideais da Revolução dos Cravos deviam ser recordados durante "todo o ano".

"É preciso que se vivam os ideais de Abril não só neste dia, mas ao longo do ano. Eu acho que é disso que Portugal também está a precisar: defender os ideais de Abril todos os dias, e não ser só para a fotografia", concluiu.

 

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

A srª Catarina Salgueiro Maia e o socialista sr. Paulo Pisco foram aqui bastante infelizes, não pela participação em mais esta homenagem ao valoroso "capitão" Salgueiro Maia, mas por afirmações nela proferidas, que, me parecem um tanto descabidas. Paulo Pisco esqueceu-se que aquando do caso da pensão era PR o sr. Mário Soares e (ignorando a sua idade) penso, quiçá, não esteja lá muito bem dentro da "história!" á volta do "grande capitão de abril" e o poder político oriundo no pós 25/4. Por seu lado Catarina tem alguma razão em achar que o seu pai estará "ás voltinhas no caixão", só que, digo-o eu, não directamente pelos motivos/contextos que ela alega mas sim indirectamente pelas causas/responsabilidades/responsáveis pela situação a que o país chegou e porque chegou...!!!

ADENDA - TALVEZ TENHA SIDO MERO ACASO(?), MAS PELO MENOS, QUER O PÚBLICO QUER O EXPRESSO, LAMENTAVELMENTE, PUBLICARAM O SUPRA, COM IDÊNTICO TÍTULO, INDUZINDO NA OPINIÃO PÚBLICA QUE CATARINA SALGUEIRO MAIA TERIA EMIGRADO PARA O LUXEMBURGO EM 2011 «« a convite de Pedro Passos Coelho »», COMO DESCONFIEI, FUI HOJE PESQUISAR, E NÃO É QUE CONCLUI, " CATARINA EMIGROU DE FACTO PARA O LUXEMBURGO EM 2011, SÓ QUE ISSO OCORREU EM 15 DE MARÇO ", CURIOSO NÃO?, PEDRO PASSOS COELHO ERA NA ALTURA O LÍDER DA OPOSIÇÃO AO PM SÓCRATES, PELO QUE, DE DUAS UMA, OU CATARINA E AQUELES JORNAIS PERDERAM A NOÇÃO DO RIDÍCULO VENDO PPC POR TODO O LADO ATÉ ONDE ESTARIA SÓCRATES OU QUEREM FAZER DE TODOS NÓS UNS PACÓVIOS. PARA QUE CONSTE, AQUI FICA O PESQUISADO:

1 - BLOG...http://blasfemias.net/

26 Abril, 2015
 

Isto dos filhos de é uma chatice. Hoje temos o caso desta filha

EXPRESSO: Filha de Salgueiro Maia lamenta ter sido “convidada” a sair de Portugal por Passos Coelho

PÚBLICO: Filha de Salgueiro Maia no Luxemburgo depois de “convidada a sair” por Passos Coelho

Como segundo a mesma emigrou em Março de 2011 não se percebe se Passos a convidou pessoalmente a emigrar. Se foi sugestão, pensamentos cruzados… Com Passos Coelho à época na oposição dá que pensar como alguém seguiu o seu pensamento com tal fervor. É uma coisa nunca vista.

2 - https://www.youtube.com/watch?v=4lsADe90emc

Catarina Salgueiro Maia sobre a vida no Luxemburgo

É SÓ VER E OUVIR AQUI O VÍDEO / NELE CATARINA REFERE SUA IDA PARA LUXEMBURGO - 15/3/11

 

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publicado às 00:16


ABRIL.... SEMPRE?

por O Fiscal, em 25.04.15

ESTAMOS HOJE NO 41º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL DE 1974, MAS, TAMBÉM NO 40º DAQUELE QUE FOI EM 25 DE ABRIL DE 1975 O DIA EM QUE PELA PRIMEIRA VEZ NOS FOI RESTITUIDO O DIREITO AO VOTO EM PLENA LIBERDADE. PASSADOS TODOS ESTES ANOS, VAI-SE VENDO POR AÍ MUITOS PORTUGUESES, QUIÇÁ MOSTRANDO(diria) UMA CERTA DESILUSÃO, É UM TANTO NATURAL FACE AO QUE TEMOS VINDO A VIVER, CONTUDO(acho eu) BEM LÁ NO SEU ÍNTIMO, QUER OS NASCIDOS NO "ANTE" QUER NO "PÓS" DAQUELA MADRUGADA DE ABRIL, NÃO QUERERÃO, NEM POR SOMBRAS, VOLTAR ATRÁS. É TEMPO, PARA LEMBRAR E SAUDAR OS " GLORIOSOS CAPITÃES DE ABRIL " (vivos ou que já nos deixaram), É ISSO QUE FAÇO NESTE MOMENTO, RELATIVAMENTE A TODOS ELES, MAS, PERMITAM-ME QUE DESTAQUE  AQUELE QUE SEMPRE CONSIDEREI A " BANDEIRA! ", CLARO, SALGUEIRO MAIA, MAS TAMBÉM PARA RELEMBRAR AO QUE VINHAM ELES(lembremo-nos), NO QUE DESIGNARAM PELOS 3 D´s, i. e., DESCOLONIZAÇÃO / DEMOCRATIZAÇÃO / DESENVOLVIMENTO / E AFINAL EM QUE PONTO ESTAMOS. A DESCOLONIZAÇÃO FOI FEITA, COM ALGUNS ERROS E CUSTOS CERTAMENTE, MAS DE FORMA POSITIVA. A DEMOCRATIZAÇÃO ESTÁ, DESDE HÁ MUITO, TOTALMENTE IMPLANTADA/ENRAIZADA, PEZE EMBORA ANDEM POR AÍ ALGUNS DITOS DEMOCRATAS QUE JULGANDO-SE OS " DDD´s! "(donos desta democracia), OUSAM COMPORTAR-SE, PARECE-ME, MAIS COMO ANTI-DEMOCRATAS. O DESENVOLVIMENTO, É EVIDENTE QUE O HOUVE, SÓ QUE COM(até agora) TRÊS SOLAVANCOS(1976-78 / 1983-85 /2011-..) QUE PODIAM E DEVIAM TER SIDO EVITADOS, SÓ QUE A CULPA NÃO É DE ABRIL MAS DE MUITOS DAQUELES DDDs, ESPERANDO-SE QUE A PRAZO ELE VOLTE AOS " CARRIS! DE ABRIL ".

TODAVIA HÁ NESTE ANIVERSÁRIO, UM FACTO RELEVANTE, PARA MIM, DE ASSAZ COMPLEXIDADE «« O Á VOLTA DO CHAMADO CASO MARQUÊS »». DE FACTO, NÃO SERIA EXPECTÁVEL, QUE NESTE DECURSO DO PORTUGAL DE ABRIL, PUDESSE VIR A CONSTATAR-SE QUE UM POLÍTICO,TRAZIDO PARA A RIBALTA LÁ PELOS ANOS 80, APÓS UMA " CARREIRA! " DA BASE AO TOPO(desde dirigente local, a deputado, secretário de estado, ministro, primeiro-ministro) PUDESSE ESTAR AGORA DETIDO PREVENTIVAMENTE / INDICIADO POR FRAUDE FISCAL, BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS(mas mais gravoso), CORRUPÇÃO. A SER VERDADE, SENÃO TUDO, PELO MENOS UMA GRANDE PARTE, DO QUE TEM VINDO A PÚBLICO, LEVANTA-SE-ME UMA GRANDE DÚVIDA, POR UM LADO, SERIA POSSÍVEL QUANTO AO QUE ESTÁ EM CAUSA NA INVESTIGAÇÃO O PROCEDIMENTO SER DE EXCLUSIVA INICIATIVA PRÓPRIA OU DE COMPARTICIPAÇÕES DE OUTRENS?, POR OUTRO QUANDO OS ACTOS FORAM PRATICADOS, QUEM " O RODEAVA! POLITICAMENTE " NUNCA SE TERIA APERCEBIDO DE NADA OU FOI CONIVENTE?, SENDO DE ESPERAR QUE, NO MAIS CURTO PRAZO POSSÍVEL, TUDO VENHA A SER POSTO " EM PRATOS LIMPOS! ", AFINAL, A BEM DA DEMOCRACIA....

SEJA COMO FOR, SEREI ACIMA DE TUDO, POR UM... 25 DE ABRIL SEMPRE....                                                                                                                           

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publicado às 20:33


MAIS UM POUCO DE " BOM SENSO ", sff

por O Fiscal, em 24.04.15

http://www.publico.pt/politica/noticia/costa-rejeita-proposta-para-cobertura-das-campanhas-que-ps-apoiou-1693562

 

PSD, CDS e PS enterram proposta polémica de cobertura da campanha

António Costa rejeita proposta para cobertura das campanhas que PS apoiou. Luís Montenegro responsabiliza socialistas pelas ideias de criação da comissão mista e do plano de cobertura da campanha. Paulo Portas diz "prezar muito" a liberdade de imprensa.

Os partidos que a fizeram, a enterraram. Neste dia 24 de Abril, PS, PSD e CDS recuaram na proposta, já consensualizada entre si, de obrigar os órgãos de comunicação social a entregar planos prévios de cobertura de períodos eleitorais a uma comissão mista que os validaria, fazendo-a morrer na praia no dia em que estava previsto dar entrada no Parlamento. O recuo fez-se sentir desde manhã na Assembleia da República, mas foi preciso chegar ao fim do dia para se decretar o óbito.

Em nota à comunicação social cerca de 24 horas depois de a proposta ter sido divulgada, o secretário-geral, António Costa, quis deixar claro que discorda da solução daquele “documento de trabalho” e afirmou ter “a garantia que a bancada “nunca apoiará qualquer solução legislativa que limite as liberdades de informar e ser informado”. Isto depois de dizer ter tomado conhecimento ontem mesmo daquela proposta.

Mais tarde, o líder da bancada parlamentar do PSD, Luís Montenegro, veio descartar responsabilidades sobre as matérias mais sensíveis do documento e dizer que, se os socialistas as retiravam, deixavam de existir.

Em declarações ao PÚBLICO, que depois repetiu aos jornalistas em Santa Maria da Feira, Montenegro fez questão de “clarificar” que na proposta do PSD/ CDS “nunca” esteve prevista a criação de qualquer obrigatoriedade de apresentar planos de cobertura eleitoral por parte dos órgãos de comunicação social a uma comissão mista. Estas duas opções “foram colocadas em cima da mesa pelo PS”, garantiu, frisando: “É um assunto do PS, não é nosso”.

Luís Montenegro considerou que o secretário-geral do PS “vem agora retirar o tapete ao grupo parlamentar” e que “esta tempestade poderia ter sido evitada se o PS tivesse feito esta ponderação internamente”.

 O líder parlamentar do PSD explicou que neste momento só existe um projecto, o do PSD/ CDS: “Projecto só há o nosso. Mas, como está a ser discutido na especialidade, os socialistas colocaram esta questão em cima mesa. Nós estávamos a analisá-la, mas não havia nenhum texto final. Se o nosso interesse é haver uma solução consensual, o nosso princípio é receber as propostas e analisá-las”, defendeu.

 Isto apesar de, na quinta-feira, tanto Carlos Abreu Amorim (PSD) como Telmo Correia (CDS) e Inês de Medeiros (PS) terem afirmado ao PÚBLICO que a proposta de texto de substituição estava consensualizada e pronta a dar entrada no parlamento, estando apenas a aguardar a posição final do PCP. Aliás, esse texto foi mesmo enviado à bancada do PCP para que os comunistas decidissem se aderiam ou não. O Bloco de Esquerda já antes se tinha retirado das negociações.

Luís Montenegro afirmou ainda que, “independentemente desta celeuma nestas 24 horas”, a maioria continua empenhada em chegar a uma solução: “Continuamos com o objectivo de ter uma definição legal a tempo da próxima campanha e que possa possibilitar uma cobertura jornalística”, declarou. 

Nessas 24 horas, a proposta foi alvo de fortes críticas do sector, dos restantes partidos com assento parlamentar e mesmo de alguns que não estão representados na Assembleia da República. Os grandes grupos de comunicação social - Cofina, Global Media, Impresa e Media Capital, assim como a Rádio Renascença e o PÚBLICO já decidiram que se estas regras forem aprovadas não farão qualquer cobertura da campanha.

Governo distanciou-se
Em registos diferentes, o primeiro-ministro, o vice-primeiro-ministro e a ministra da Justiça foram, ao longo do dia, marcando distância de uma proposta que tinha colocado a comunicação social com os cabelos em pé.

Primeiro foi Passos Coelho: “Eu sei que o parlamento tem estado a trabalhar numa alteração do quadro da cobertura das campanhas eleitorais, e desejo sinceramente que chegue a um entendimento nessa matéria, de modo a que a campanha possa decorrer nas melhores condições, que sejam esclarecedoras para os portugueses”, declarou o também presidente do PSD. “O Governo não interfere nesse processo, como sabe, é uma matéria que cabe ao parlamento e, portanto, eu não vou fazer nenhuma outra observação sobre isso”, afirmou à hora do almoço.

Quem não se coibiu de criticar a proposta foi a ministra da Justiça. Paula Teixeira da Cruz afirmou discordar frontalmente, ao afirmar que a liberdade de imprensa é um “direito intocável”. “Naturalmente que teremos de ter todos muito bom senso nesta matéria (...). A cobertura do processo eleitoral é sempre difícil, e todos devemos guiar-nos pelo bom senso”, frisou.

 À tarde, confrontado em Vagos pelos jornalistas sobre o seu passado enquanto jornalista e director do extinto Independente, o líder centrista Paulo Portas limitou-se a garantir que preza “muito a liberdade de imprensa”. “Acho que isso diz tudo”, rematou.

Mas o CDS foi o primeiro partido a dar sinal de que deixaria cair a proposta. Em comunicado ao início da tarde, o CDS deu por não dito o dito por Telmo Correia (sobre o apoio à proposta, como dissera na véspera ao PÚBLICO) e disse querer um consenso com os meios de comunicação social e uma proposta “sem equívocos quanto a princípios fundamentais e burocracias desnecessárias” - numa referência indirecta ao plano de cobertura da campanha que seria preciso entregar e validar previamente.

Certo é que a proposta tinha chegado às direcções das três bancadas, onde estão sentados dirigentes dos três partidos do arco da governação, e mesmo assim foi dada como consensualizada na quinta-feira. Mas ea sexta-feira, no entanto, logo de manhã estava despromovida a mero documento de trabalho.

No Parlamento, Inês de Medeiros e Carlos Abreu Amorim afirmavam que a proposta ainda não tinha entrado formalmente, que ainda havia apenas documentos de trabalho a circular e que nunca esteve em cima da mesa um visto prévio. “A ideia é haver uma proposta para resolução de um problema que foi identificado. O modelo que foi debatido já existe noutros países e tem que ver com uma espécie de estatuto editorial de cada órgão de comunicação social que só pode ser avaliado por ele”, afirmou Inês de Medeiros aos jornalistas no Parlamento.

O prenúncio de morte foi dado cedo pelo bloquista José Soeiro aos jornalçistas: “Este projecto de lei morreu hoje, já ninguém acredita que possa fazer caminho”.

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JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Toda esta história, ainda por cima, quando estamos há beira do 41º aniversário do 25 de Abril, única e simplesmente é de meter " nojo! ". Como é que é possível que os ditos partidos do arco da governação tenham tido o desplante de pensar(?) num " estratagema " destes?. Como perceber a ora demarcação do SecºGeral PS e candidato a PM sr. AC de algo a que, pelos vistos, na AR o seu partido teria " dado o ámen! "?, será que o partido socialista anda em roda livre ou será que AC nos acha a todos uns parvalhões? Será por nos órgãos directivos de PSD-CDS-PS estarem ao momento, em grande parte, políticos que há data da " Abrilada! / Constituinte! " pouca noção tinham da importância do alcançado quanto a liberdade de imprensa?. Para a próxima tentem, pelo menos, poupar-nos...!!!

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publicado às 23:45

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/primeira-obra-de-santos-silva-e-do-grupo-lena-tem-15-anos-e-ainda-nao-esta-pronta-1693456

Primeira obra de Santos Silva e do Grupo Lena tem 15 anos e não está pronta

Por volta de 1998 Santos Silva e o grupo Lena construíram uma barragem que ainda hoje não funciona. As relações de Sócrates com os donos do grupo também vêm de longe.

O relacionamento de José Sócrates e do seu amigo Carlos Santos Silva com os patrões do Grupo Lena vem de há muito, dos anos 1990, mas não é certo qual deles é mais antigo.

Segundo algumas versões, os contactos do então deputado socialista com os construtores civis de Leiria terão tido início no começo daquela década. Certo é que Santos Silva começou a relacionar-se profissionalmente com a família Barroca Rodrigues no final dessa década, precisamente com um projecto que se tornou um "elefante branco" no concelho do Sardoal.

O que não é certo é se Sócrates teve algum papel no início dessa colaboração, que se desenvolveu nos 15 anos seguintes e levou ontem à detenção de Joaquim Barroca — um dos três filhos do fundador do grupo e administrador de muitas das suas empresas.

No caso do ex-primeiro ministro, a sua ligação aos proprietários do grupo de Leiria é atribuída por algumas fontes locais, embora isso não esteja confirmado documentalmente, ao facto de a sua ex-mulher, com quem casou em 1993, ser originária daquela cidade e os seus pais serem aí figuras proeminentes. O pai, o arquitecto José Manuel Fava, foi técnico superior da câmara local durante 35 anos, até 2013. A mãe, Clotilde Fava, é uma artista plástica muito conhecida na região. 

Além das funções que desempenhava no município, que foi sempre um grande cliente da familia Barroca, José Manuel Fava tinha (e tem) o seu próprio gabinete de projecto e é um destacado membro do Grande Oriente Lusitano. 

Responsável pelo lançamento, em 1996, já como secretário de Estado do Ambiente, de um programa de encerramento das lixeiras a céu aberto e de criação de modernos aterros sanitários um pouco por todo o país, José Sócrates abriu então as portas a grandes negócios que se tornaram particularmente cobiçados. E aí tanto Carlos Santos Silva como o grupo Lena não perderam tempo. 

O primeiro envolveu-se, com as suas empresas de construção, projecto, fiscalização e gestão de obras, em muitas das empreitadas lançadas sob a égide do amigo — a começar pela do aterro Sanitário da Cova da Beira, em 1997, onde surgiram as primeiras suspeitas de relações perigosas entre os dois. O segundo lançou-se no mesmo ano, abrindo em 1998 o aterro sanitário de Abrantes, e alcançando nos anos seguintes, quando Sócrates era ministro do Ambiente, uma posição de destaque no sector dos resíduos, através da Lena Ambiente.

O início da actividade do grupo no aterro de Abrantes, coincidiu aliás com aquele que é o primeiro contacto profissional documentado entre Santos Silva e as empresas da família Barroca. Ali perto, no Sardoal, o projectista de Belmonte, através das suas empresas Proengel e EFS, encarregou-se da concepção da barragem da Lapa — uma obra de 5,5 milhões de euros lançada pela câmara local e destinada a abastecer o concelho de água. 

A obra propriamente dita foi entregue à Lena Construções em 1999 e os trabalhos foram concluídos em 2002. Passados 13 anos, a barragem não serve para nada, nem sequer foi oficialmente entregue à Câmara do Sardoal. O grupo Lena assumiu a responsabilidade pelas anomalias detectadas na estrutura hidráulica, que impedem o seu funcionamento, mas até hoje o problema não foi resolvido.

A chegada do grupo de Leiria à zona de Abrantes revelou-se no entanto um sucesso empresarial. Ao longo dos anos 2000, as suas empresas ganharam grande parte das empreitadas do município local, gerido pelo PS, e até tomaram conta de um jornal local e da histórica rádio Antena Livre — precursora em todo o país da das então chamadas rádios piratas. Além de parcerias com a câmara, nomeadamente para gerir as águas residuais, o Grupo Lena construiu ali, entre outras obras, o estádio municipal e as piscinas municipais, o açúde insuflável (que há duas semanas teve grandes problemas), o complexo desportivo, o parque urbano, o Aquapolis (reabilitação da margem do Tejo), o Tecnopólo e o aterro Sanitário da Amartejo, que serve vários concelhos.

Ao nível dos projectos, e desde o tempo da barragem falhada do Sardoal, o grupo Lena nunca mais deixou de contar com Santos Silva. Entre muitos outros trabalhos, encomendou-lhe em 2001, através da Proengel, o Jardim das Portas do Sol, uma obra da Câmara de Santarém. No ano seguinte subiu de escalão, entregando-lhe o projecto de uma obra de 90 milhões de euros  — o estádio de Leiria, construído para o Euro 2004. Em 2003 contratou-o para o Quartel dos Bombeiros da Guarda (obra de 1,9 milhões). Logo a seguir foi a vez da chamada Via de Cintura da área Metropolitana de Lisboa Norte (2,7 milhões). Dois anos depois trabalharam juntos num viaduto sobre a linha ferroviária do Alentejo (3,1 milhões). Em 2009, já ele era administrador, desde 2008, de algumas empresas do grupo, foi um centro escolar para uma freguesia de Torres Novas (5,1 milhões) .

O grande negócio estava então a chegar da Venezuela e a ajuda do primeiro-ministro Sócrates foi crucial. O mega-empreendimento de 12.500 habitações encomendadas pelo Governo de Hugo Chavez começou a concretizar-se em 2011 e a Proengel ficou com tudo o que era projecto desta empreitada de 988 milhões de euros. Paralelamente, uma empresa de que são sócios os irmãos Barroca e Santos Silva, a XMI, passou a intermediar esta e outras grandes operações do grupo no estrangeiros, com lucros assinaláveis.

Num comunicado que emitiu no início de Fevereiro, o grupo Lena afirma que apenas pagou às empresas de Santos Silva “cerca de 3,2 milhões de euros por serviços prestados entre 2005 e 2010.” Sobre o resto nada disse.

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JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Antes de mais, apraz-me felicitar o sr. José António Cerejo, por este seu óptimo/esclarecedor trabalho. Nos tempos que correm necessitamos de excelentes(!) magistrados mas também de jornalistas(de excelência!),os milhões de portugueses, principalmente os que mais sofrem, merecem-no. Por outro lado, é com agrado, embora em atraso, mas mais vale tarde do que nunca, que, vejo vir a lume, o relacionamento do grupo Lena aqui com Abrantes. Há muita gente que se lembra como nasceu/apareceu aqui na década de 90 a Lena e no como/porquê ela se veio a tornar, ou seja, num grupo como alguns actualmente titulam "do regime!". Muito me admira de há muito, que a de sempre gerência autárquica PS de Abrantes, que se saiba, não esteja sob qualquer investigação administrativa/judicial(por gestão ruinosa?)!

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publicado às 23:14


SIMPLESMENTE... INACREDITÁVEL!

por O Fiscal, em 23.04.15

http://www.publico.pt/politica/noticia/auditoria-revela-descontrolo-financeiro-e-automoveis-para-todos-os-juizes-no-tribunal-constituci

Auditoria revela descontrolo financeiro no Tribunal Constitucional

Primeira auditoria feita ao TC coloca em causa a "fiabilidade" da prestação de contas do tribunal e aponta várias irregularidades. Cada juiz tem um veículo para uso pessoal e há gastos não justificados. Constitucional reage com “verdadeiro desgosto”, “preocupação” e fala em "infundadas conclusões".

A primeira auditoria alguma vez feita ao Tribunal Constitucional (TC) revelou um descontrolo financeiro nas contas daquela instância superior. O cenário retratado pelo Tribunal de Contas (TdC), naquela que é a última auditoria a tribunais superiores – antes foi fiscalizado o Supremo Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Administrativo –, é o de desorganização nas contas do Constitucional relativas a 2013.

A auditoria, revelada esta terça-feira no site do TdC, considera “desfavorável” a “fiabilidade dos documentos de prestação de contas” desse ano face a erros e irregularidades. Entre estes, o TdC destaca o facto de o sistema de controlo interno do tribunal fiscalizado ser “deficiente”, de não existir um manual de procedimentos de controlo interno, assim como o de não se registar o cumprimento dos “princípios e regras orçamentais” relativamente a 1,4 milhões de euros no âmbito da “contabilização da receita e da despesa no orçamento”.

Em comunicado, o Tribunal Constitucional regista “com preocupação” que se formulem “infundadas conclusões” e emitam “recomendações aparentemente assentes em deficiente compreensão do seu estatuto constitucional próprio, do qual decorre a sua autonomia administrativa e financeira”. Em resposta, o presidente do TC, Joaquim Sousa Ribeiro, garante que vão corrigir “com a brevidade possível” as situações que possam “estar em desconformidade” e foi com “verdadeiro desgosto” e “preocupação” que reagiu ao relatório da auditoria: “Seguramente injusto perante o que é a realidade” e a “gestão financeira” do TC, diz.

Fica também claro no relatório que o TC não contabilizou nas suas contas 13 mil euros correspondentes ao accionamento de garantias bancárias assim como a transacção de 21 mil euros em gastos.

O exame às contas do TC permitiu também perceber que cada um dos 13 juízes conselheiros tem direito a um automóvel do tribunal para uso pessoal desde o ano 2000. Além das viaturas, são ainda entregues cartões de combustível e de via verde, porém, o TdC salienta que apenas o presidente e o vice-presidente do TC têm direito a veículo oficial, não existindo regulamentação sobre o uso de veículos de serviços gerais para os restantes juízes.

O TC responde que a lei prevê que pode ser “afectado ao uso pessoal de cada juiz” um carro da frota do tribunal, que pode ser conduzido pelo próprio, “designadamente enquanto o quadro de pessoal do tribunal não estiver dotado de um número de motoristas suficiente para a condução de cada uma dessas viaturas”.

Joaquim Sousa Ribeiro alega ainda, numa extensa resposta, que “nos tribunais dotados de autonomia administrativa e financeira compete ao presidente regular, por despacho, a utilização pelos magistrados dos veículos da respectiva frota”. No caso concreto, afectar aos magistrados um veículo foi uma “solução mais económica para o Estado, pois a alternativa seria a entrada ao serviço de mais onze motoristas”, lê-se.

As irregularidades verificam-se ainda no pagamento do subsídio de refeição que os juízes recebem em acumulação com as ajudas de custo por participação em cada sessão do tribunal. O TdC considera que essa acumulação se regista sem “conformidade legal”. Os magistrados não poderiam acumular as verbas pelo que o “abono diário do subsídio de refeição” teria de ser descontado. O pagamento global aos juízes de 12.329 euros a esse título entre Novembro de 2012 e Dezembro de 2013 é ilegal e “resultaram num dano efectivo para o erário público”.

Joaquim Sousa Ribeiro ressalva, contudo, que “até ao presente, nunca as falhas e as deficiências” trouxeram “perdas patrimoniais para o Estado”. O magistrado considera ainda que “uma vez que a ajuda de custo é abonada por cada dia de sessão do tribunal em que os juízes participem, e por mais dois dias por semana, independentemente da deslocação implicar almoço, jantar ou dormida, não pode afirmar-se que, neste caso, o pagamento da ajuda de custo corresponda ao pagamento de duas refeições e alojamento”.  

Nesse ponto, o TdC aponta precisamente entre os responsáveis pela infracção sancionatória continuada o presidente do TC, Joaquim Sousa Ribeiro, e a secretária-geral do Constitucional, Maria Lopes.

O TdC sublinha ainda que o Constitucional pagou os suplementos de disponibilidade permanente a dois dirigentes sem um despacho de autorização que mesmo existindo não teria “suporte legal”. A auditoria considera igualmente que o suplemento de forças de segurança pago a guardas da GNR e o pagamento de suplementos de risco e de disponibilidade permanente a agentes da PSP foram pagos indevidamente (todos eles motoristas ao serviço do TC).

Durante a fiscalização, o TdC verificou ainda que nas instalações deste funciona um bar “explorado por particulares” sem contrato de arrendamento, autorização e mesmo sem pagar renda. Além da “cedência gratuita”, o TC ainda assume as despesas de luz, água e gás do bar cuja concessão de serviço pública está assim irregular. Joaquim Sousa Ribeiro explicou, no contraditório, que a “solução é precária” e “transitória”.

Face às irregularidades detectadas, o TdC, que remeteu as suas conclusões para o representante da Procuradoria-Geral da República junto do tribunal, recomenda que o Constitucional implemente sistemas de “gestão e controlo”, “promova regulamentação adequada de utilização e de controlo dos veículos de serviços gerais” e “deduza o subsídio de refeição” nas ajudas de custo aos magistrados.

Por seu lado, o presidente do TC salienta que “no decurso da auditoria, algumas decisões já foram tomadas e alguns procedimentos adoptados, nesse sentido, estando outros em vias de implementação”, acrescentando que “o TC procederá aos reajustamentos necessários para aperfeiçoamento do seu sistema de controlo interno”, em matéria de registos contabilísticos e financeiros. O presidente justifica ainda que a “escassez de recursos, mormente humanos” poderá, “em muitos casos”, explicar “o não cumprimento rigoroso de exigências formais”.

O presidente do TC recorda também que, face à “conjuntura”, tomou medidas que o relatório “silencia”: pôs termo a um contrato de fornecimento de almoços; denunciou o contrato de arrendamento de um prédio contíguo ao Palácio Ratton; renegociou contratos de comunicações móveis, de seguros individuais de automóveis com “a celebração de um contrato de frota automóvel, o que implicou uma redução em mais de 50% da despesa anual”. Entre outras medidas, cessaram “a colaboração de cinco das onze secretárias do gabinete dos juízes”.

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

É simplesmente " inacreditável! ". Como é que é possível que tenhamos chegado aqui?. Custa-me a perceber o que se vem passando no nosso país. Temos milhares e milhares de portugueses a passar por momentos de grande sofreguidão desde há muito, mas, então desde a primavera de 2011 a coisa tem-se vindo a agravar de tal modo, que já são milhões os " desprotegidos de vária ordem! ", isto enquanto os verdadeiros responsáveis por tal situação vivem como verdadeiros " nababos! " e ainda têm a descontracção de atirar as culpas para outrem a quem ousam insultar(é o termo). Então e não é que agora somos surpreendidos com regalias(?) dos juízes do TC(vg. carros a mais, abonos em excesso, ajudas indevidas) que devem envergonhar. Afinal será que neste caso o feitiço se virou contra o feiticeiro?...!!!!!

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publicado às 00:15


OU É ELEITORALISMO...OU É O QUÊ...?

por O Fiscal, em 21.04.15

POIS É VERDADE, AO FIM DE MAIS DE 6 MESES, JÁ SABEMOS AO QUE VEM O " COSTA DO PS! ". AINDA BEM, PORQUE ATÉ AGORA SÓ CONHECÍAMOS AO QUE VINHA O " COELHO DA COLIGAÇÃO! ". APÓS UM GRANDE SUSPENSE DE MESES E MESES, FINALMENTE, FEZ-SE LUZ DO«« PENSAMENTO DOS SÁBIOS ROSAS »» QUE DARÃO A TODOS NÓS A POSSIBILIDADE DA ANÁLISE / DECISÃO DO NOSSO FUTURO A PARTIR DO OUTONO PRÓXIMO. POR UM LADO SABEMOS DESDE 05/06/2011 O QUE NOS PROPÔS O SR. PEDRO PASSOS COELHO E O QUE CONTINUA A PROPOR-NOS, POR OUTRO LADO A PARTIR DE HOJE PASSÁMOS A CONHECER O QUE NOS IRÁ SER PROPOSTO PELO SR. ANTÓNIO COSTA (JÁ QUANTO AO ANTES SÓ ATENTANDO NO QUE AO QUE NOS CONDUZIU O PS NA PRIMAVERA DE 2011).  NUMA PRIMEIRA LEITURA DE AMBAS AS ALTERNATIVAS DIRIA QUE NAS QUESTÕES DE FUNDO NÃO HÁ DIFERENÇAS ABISSAIS, O QUE HÁ É AFINAL DE CONTAS O MESMO OBJECTIVO, SÓ QUE, O CARRO DE PPC SEGUIRÁ EM VELOCIDADE MODERADA POR VIAS MAIS SECUNDÁRIAS, ENQUANTO O CARRO DE AC SEGUIRÁ EM VELOCIDADE MAIS ACELERADA E QUIÇÁ SEMPRE POR AUTOESTRADAS. SEJA COMO FOR, O RECOMENDÁVEL É ESTARMOS ATENTOS AO ESTUDO DE AMBOS OS TRAJECTOS/ITENERÁRIOS COM VISTA A UMA SÉRIA OPÇÃO FACE AO ÊXITO / RISCO. SENDO ASSIM NÓS AINDA TÊMOS QUASE 6 MESES PARA PONDERAR....

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publicado às 21:58

causa-nossa.blogspot.p

Causa Nossa

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Greve assassina

Os que se opõem à privatização da TAP apoiam a greve assassina dos pilotos da companhia? Antes falida do que privatizada?

Adenda
E o PS? O silêncio vale aquiescência?

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publicado às 22:31


ABRANTES... A CAMINHO DO DESASTRE?

por O Fiscal, em 19.04.15

ABRANTES DURANTE MUITOS ANOS FOI O 3º CONCELHO DO "RANKING!" DO DISTRITO DE SANTARÉM. HOJE EM DIA A "DEGRADAÇÃO!" É BEM VISÍVEL. ATÉ AOS FINAIS DO SÉCULO XX / PRIMÓRDIOS DO XXI NÃO ERA EXPECTÁVEL QUE FOSSE POSSÍVEL CHEGAR ONDE JÁ ESTAMOS E AO QUE MAIS LÁ  PARA DIANTE SE VERÁ(principalmente a partir de 2005 tem vindo a reinar, por culpa política/partidária irresponsável sufragada por uma sociedade abrantina em acção/inacção/omissão, uma completa anarquia). JÁ NÃO BASTAVA O Á VOLTA DOS TAIS PROJECTOS MEGALÓMANOS(p.ex., a rppsolar, o ofélia, o museu ibérico, um tal novo hotel ali para o barro vermelho, o novo quartel de bombeiros,mercado diário,etc.) DE CUSTOS INÚTEIS PARA O ERÁRIO MUNICIPAL(sendo facílimo apontar para mais de 2 milhões de euros deitados para o lixo / é o termo) E BENEFÍCIOS NADA OU MUITO POUCO OBTIDOS, ENFIM, O QUE PODERÍAMOS CONSIDERAR, NO MÍNIMO, DE AUTÊNTICA «« GESTÃO RUINOSA! »», VIMOS AGORA SUCEDER NAS NOSSAS BARBAS, UM VERDADEIRO E GRAVE ATENTADO AMBIENTAL(á volta de um projecto oneroso mas de invulgar aplauso / o aquapolis / com o seu insuflável e o passa-peixe) A PROPÓSITO DO OCORRIDO NO DIA 3 - CURIOSO, SEXTA FEIRA SANTA(?) A MORTE DE MILHARES E MILHARES DE PEIXES(há quem diga para cima de uma tonelada) QUE NA SUA HABITUAL SUBIDA DO RIO Á PROCURA DA DESOVA, EIS SENÃO TEREM-SE DEPARADO COM UM OBSTÁCULO DE REAL RAIZ  HUMANA, DIZ-SE AGORA, DE ÍNDOLE CRIMINOSA(é o termo, porque, aponta-se que, o tal passa-peixe não teria obedecido a um legal licenciamento, teria tido parecer desfavorável de entidade competente e a sua  execução teria sido tudo menos a conforme, mas, houve que assegurar em tempo a sua conclusão/inauguração por um tal? senhor José Sócrates a bênção de sr. Nelson Carvalho/srª M.C.Albuquerque ),QUE OS PURA E SIMPLESMENTE LEVOU  Á SUCUMBÊNCIA INEVITÁVEL. E NÃO É QUE PERANTE TUDO ISTO, QUE SE SAIBA ATÉ AO MOMENTO, NÃO HÁ, POR UM LADO QUALQUER INVESTIGAÇÃO/APURAMENTO DE RESPONSABILIDADES PESSOAIS QUER DE VIA ADMINISTRATIVA OU JUDICIAL, POR OUTRO SINAIS VISÍVEIS DE MANIFESTAÇÃO/REACÇÃO POR PARTE DOS ABRANTINOS E AINDA POR OUTRO SEQUER UMA SIMPLES PALAVRA DE PENITÊNCIA ANTES PELO CONTRÁRIO POR PARTE DA AUTARQUIA .SENDO ASSIM, PENSO,QUE, DE CERTO MODO INEVITÁVEL, ABRANTES, CAMINHA A PASSOS LARGOS PARA UM TOTAL DESASTRE! "......

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publicado às 14:49


UM POUCO MAIS DE RIGOR SOCIALISTA,sff

por O Fiscal, em 17.04.15

http://www.publico.pt/economia/noticia/governo-faz-depender-fim-da-sobretaxa-do-ritmo-de-devolucao-dos-salarios-1692683

Governo faz depender fim da sobretaxa do ritmo de devolução dos salários

É uma espécie de programa eleitoral da maioria. Reversão de parte da austeridade será feita de forma gradual até 2019, mas novamente com avisos para o Constitucional. As reformas estruturais, incluindo a redução da TSU, continuam a não passar de hipóteses a ponderar no futuro.

As medidas foram anunciadas nesta quinta-feira pela ministra das Finanças e pelo ministro da Presidência

A poucos meses das eleições, o Governo apresentou um plano para a próxima legislatura em que dominam as medidas que retiram parte da austeridade introduzida nos anos anteriores -embora de forma faseada e dependente de eventuais futuras decisões do Tribunal Constitucional - e em que potenciais más notícias para os bolsos dos portugueses, especialmente na Segurança Social, são apenas apresentadas como hipóteses, ainda a estudar.

É no Plano Nacional de Reformas e no Programa de Estabilidade, documentos que todos os Estados membros têm de enviar este mês a Bruxelas, que o Executivo desenhou a estratégia económica e financeira que o país deve seguir nos próximos quatro anos. São na prática, propostas indicativas das intenções da coligação PSD/CDS para a próxima legislatura. Para se tornarem lei, têm de ser vertidas no Orçamento do Estado para 2016 e anos seguintes, que serão já feitos pelo próximo governo. Como as eleições legislativas se realizam, à luz da Constituição, entre 15 de Setembro e 15 de Outubro, caberá ao executivo saído desse sufrágio a responsabilidade de apresentar o próximo Orçamento.

Com os calendários encavalitados, só no início de 2016 haverá proposta orçamental, e pouco depois, na primavera do próximo ano, o próximo governo terá de cumprir novamente o semestre europeu, podendo alterar de alto a baixo todas as propostas apresentado este ano.  Os planos agora apresentados representam, pois, uma espécie de pré-programa da coligação PSD/CDS (ainda por renovar) para as próximas eleições.

E o que consta desse pré-programa? No resumo feito pela ministra das Finanças dos documentos (que só hoje são entregues no Parlamento), o grande destaque foi para as medidas de austeridade que o Governo promete, embora de forma gradual, deixar de aplicar.

A primeira é a sobretaxa de IRS, no valor de 3,5%, que vigora desde 2013. O Governo diz que quer reduzi-la ao longo dos próximos quatro anos, o que significa que só em 2019 deixará de ser paga. O impacto negativo na receita fiscal estimado pelo Governo é de 760 milhões de euros, ou 190 milhões de euros ao ano.

Maria Luís Albuquerque explicou que a redução da sobretaxa em 2016 é uma medida separada daquela que foi incluída no Orçamento de 2015 prevendo que, no próximo ano, haja um reembolso (parcial ou total) da sobretaxa relativamente ao valor pago pelos contribuintes este ano, caso as receitas do IVA e do IRS fiquem acima da previsão inscrita no orçamento.

Para 2016, a redução prometida é de 0,875 pontos, ou seja, um quarto da sobretaxa (para 2,625%), o mesmo ritmo de corte programado para cada um dos anos seguintes até a taxa extraordinária desparecer.

Depois aos cortes salariais na função pública. O Governo prevê a reposição gradual da redução remuneratória a um ritmo de 20% ao ano, prolongando o que já está a acontecer em 2015. A medida, afirmou Maria Luís Albuquerque, é para ser integrada no Orçamento do Estado para 2016 e deverá custar 150 milhões de euros por ano.
 
IRS depende da função pública
A promessa em relação a estas duas medidas, contudo, mesmo no caso da actual maioria ser reeleita, não está completamente assegurada, já que a concretização de uma depende da outra, avisou o ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes.

“Se, por exemplo – e estou a colocar como mera hipótese –, a opção do país for repor mais depressa os salários, provavelmente não vai poder retirar a sobretaxa tão depressa”, afirmou, lembrando a decisão do Tribunal Constitucional sobre os cortes nas remunerações do sector público, que apenas viabilizou o modelo de reposição de 20% dos cortes em 2015, porque não havia ainda informação orçamental suficiente os anos seguintes.

O Governo vai assim já avisando que, se no futuro viesse a ser forçado pelo Constitucional a repor de forma mais rápida o valor dos salários dos funcionários públicos, já não poderia cortar a sobretaxa ao ritmo agora indicado.

Maria Luís Albuquerque apresentou ainda outras medidas de reversão da austeridade. A ministra confirmou que a contribuição extraordinária de solidariedade (CES), que este ano se aplica às pensões acima de 4611 euros (valor bruto) irá reduzir-se para metade no próximo ano e que “em 2017 já não se aplica”. No próximo ano, a taxa de redução a aplicar sobre o valor que excede os 4611,2 euros passa a ser de 7,5% (em vez de 15%) e a taxa aplicada ao valor acima de 7126,7 euros será de 20% (em vez dos acuais 40%).

Foi também anunciada a redução para metade da Taxa sobre o Sector Energético em 2016, o que deverá diminuir a receita fiscal em 75 milhões de euros. Em 2018, a taxa deixa de existir.

De igual modo, o Imposto Municipal sobre as Transacções (IMT) será progressivamente eliminado, entre 2016 e 2018, perdendo-se 460 milhões de receitas fiscais. Neste caso contudo, passa a ser aplicado o imposto de selo sobre as transacções imobiliárias, a uma taxa que é a metade do actual IMT.

No total, estas medidas agora anunciadas podem ter, só em 2016, um impacto negativo no défice de 530 milhões de euros.

Coloca-se por isso a dúvida sobre como é que tal é compatível com uma meta de défice público para esse ano de 1,8%, menos 0,9 pontos percentuais do que em 2015. O Governo parece traçar para a próxima legislatura uma estratégia orçamental que, mais do que nunca, se baseia no efeito positivo que a economia pode dar para reduzir o défice.

Hipóteses para o futuro
Ao mesmo tempo, pelo menos para já, não foram apresentadas de forma clara, medidas que possam vir a ter um impacto negativo no rendimento disponível dos portugueses. Foram apenas deixadas algumas pistas, que Maria Luís Albuquerque dizem que têm de vir a ser estudadas no futuro. Pelo próximo Governo.

É aqui que entram as reformas estruturais que podem ser feitas aproveitando a flexibilidade das regras orçamentais europeias. A ministra deu três exemplos – a redução da TSU suportada pelas empresas, a introdução de um tecto nas contribuições da Segurança Social dos mais jovens e o pagamento de indemnizações por rescisão do contrato aos funcionários públicos.

E é aqui que entra também a reforma do sistema de Segurança Social, que o Governo escreve no PEC que pode gerar poupança de 600 milhões de euros ao ano, mas que Maria Luís Albuquerque diz que é apenas uma hipótese técnica, que não influencia futuras decisões.

Voltando às medidas de reversão gradual da austeridade, confrontada sobre como pode o executivo assegurar que as medidas agora prometidas vão mesmo para a frente, tendo em conta que são para aplicar em 2016, a ministra reconheceu: “O Governo não garante estas medidas. Mas com este Governo os portugueses sabem com o que contam”. E aproveitou para deixar uma farpa ao PS, criticando o que considera ser a ausência de propostas do maior partida da oposição. “Até agora não sabemos nada”.

“Aquilo que vincula o país [nas medidas a apresentar à Comissão Europeia] é o cumprimento das regras [orçamentais]”, afirmou. E voltaria a criticar o Partido Socialista. O contributo do PS, disse, é “demasiado vago para ter utilidade” para a estratégia apresentada pelo Governo, embora a posição da ministra seja de convite ao envolvimento do PS e de “abertura para acolher propostas que venham a ser apresentadas na Assembleia da República” pelos vários partidos.

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Se bem percebo a apresentação destes documentos a Bruxelas é obrigatória para o governo(parece que ainda existe), independentemente de se aproximarem eleições legislativas,torna-se fácil acreditar que o actual PM em recandidatura no PSD ás mesmas(em coligação ou em separado do CDS) manterá como seu programa eleitoral boa parte destas medidas, por outro lado da parte dos principais acusadores(o PS), alguém conhece qualquer plano alternativo? ah! dizem eles! é esperar por 3ªfeira, ora por mim, não preciso de esperar nada, mesmo nada, ou será que já se esqueceu os ditos de António Costa.. sobretaxa elimino-a de imediato, salários dos tfp reponho-os de imediato, pensões cortadas nem pensar/aumento-as de imediato,tribunais reponho-os todos de imediato,carga fiscal alivio-a de imediato, etc.!!!!

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publicado às 23:45

EM DEMOCRACIA TÊMOS O DIREITO MAS TAMBÉM O DEVER DE ACESSO A UMA INFORMAÇÃO VERDADEIRA E ISENTA. NOS TEMPOS QUE CORREM E ESTANDO NÓS PORTUGUESES Á BEIRA DE SERMOS CHAMADOS A DOIS IMPORTANTES ACTOS ELEITORAIS NO DEALBAR DE 2015 / 2016, AS LEGISLATIVAS LÁ PARA O INÍCIO DO OUTONO E AS PRESIDENCIAIS QUANDO NOS ESTIVERMOS A DESPEDIR DE 2015 E A SAUDAR 0 2016, TODOS(PENSO EU) DEVÍAMOS ESPERAR DA PARTE DOS MÉDIA´s E QUEM NELES " BOTA OPINIÃO! " QUE HOUVESSE O MÁXIMO ESCLARECIMENTO, MAS, FELIZMENTE NUNS CASOS E INFELIZMENTE EM MUITOS, NEM SEMPRE ISSO SE NOS DEPARA. DEIXEM-ME QUE VOS TRAGA AQUI DOIS EXEMPLOS , EM CIMA DA HORA, DISSO MESMO:

1 - PARA MIM, DE SINAL NEGATIVO, OCORREU DOMINGO NO ESPAÇO HABITUAL DA TVI DO COMENTÁRIO DO SR. MARCELO REBELO DE SOUSA. ENTRE OS VÁRIOS TEMAS ABORDADOS, A CERTA ALTURA O PIVÔT SR. JOSÉ ALBERTO CARVALHO INTRODUZIU ESTES DOIS FACTOS:

a) TENDO PASSADO A 6/4 QUATRO ANOS DO PEDIDO DE AJUDA TROIKANO, PEDIA-SE AO PROFESSOR SE ACHAVA QUE O PAÍS ESTAVA AGORA MELHOR OU NÃO?...MRS EXITOU UNS SEGUNDOS E LIMITOU-SE A RESPONDER ALGO PARECIDO COMO, QUE PREFERIA NÃO ESTAR Á BEIRA DA BANCARROTA;

b) PASSANDO PELA ABORDAGEM DA QUESTÃO PRESIDENCIAIS, MRS DEBITOU SOBRE QUEM DO LADO DA ESQUERDA JÁ SE POSICIONA E O RECUSA FAZER E QUEM DO LADO DA DIREITA O PODERÁ VIR A FAZER A CURTO PRAZO OU MUITO MAIS TARDE. O PIVÔT TENTOU ENTÃO CHAMAR Á COLACÇÃO A HIPOTÉTICA E SEMPRE FALADA PRÓ-CANDIDATURA DE MARCELO REBELO DE SOUSA(que já andaria aí pelo terreno!), MAS MRS RESPONDEU ALGO PARECIDO COMO, QUE TAL COMO SEMPRE TEM SIDO DITO PELO PRÓPRIO, SÓ LÁ PARA OUTUBRO HAVERIA RESPOSTA;

 - NO CASO DA AL.a), TRATOU-SE DE UMA RESPOSTA DE QUEM TEM MOSTRADO DESDE SEMPRE UMA CERTA RELUTÂNCIA(?)PESSOAL DE RECONHECIMENTO DO ÓBVIO(pois isso seria admitir méritos a quem de certo modo despresa), ALIÁS É DE RECORDAR QUE MRS ERA UMA DAS PERSONALIDADES QUE LÁ ATRÁS, POR EXEMPLO, ENTENDIA QUE, O MAIS CERTO ERA O PAÍS, CAMINHAR PARA SEGUNDO RESGATE/ EM ESPIRAL RECESSIVA/ DÉFICE DESCONTROLADO/ DÍVIDA DE CERTO MODO INCONTROLÁVEL/ ETC.,COISA DE QUE NUNCA TEVE AO MENOS CORAGEM DE SE PENITENCIAR UM POUCO.

- NO CASO DA AL.b),PARECE-ME EVIDENTE O MOTIVO PORQUE MRS, SE TEM ESQUIVADO A PRONUNCIAR-SE SOBRE UMA SUA POSSÍVEL CANDIDATURA Á PR ESCUDANDO-SE NA OPINIÃO DE QUE TAL SÓ DEVE SER PENSADO LÁ PARA O OUTONO, POIS É, PRIMEIRO É PRECISO SABER O RESULTADO DAS LEGISLATIVAS/SUA PREVISÍVEL CONSEQUÊNCIA IMEDIATA/DA NOITE ELEITORAL(em causa o possível destino de uma certa pessoa que de certo modo abomina), ALIÁS É DE RECORDAR QUE MRS É UMA DAS PERSONALIDADES QUE DE HÁ MUITO PENSA QUEM DELAS SAIRÁ VENCEDOR, DEPOIS É PRECISO DAR TEMPO AO TEMPO A VER NO QUE VAI DAR O "BESGATE"NOS SEUS POSSÍVEIS REFLEXOS DIRECTOS E INDIRECTOS EM TERMOS PESSOAIS(donde a não ser que uma vez mais "CRISTO DESÇA Á TERRA"),HÁ QUE ESPERAR SENTADO(coisa que me traz á mente algo parecido com uma opinião formulada há uns largos meses por parte de um seu ex-grande amigo/refiro-me a um editorial do sr. josé antónio saraiva no jornal sol/onde este opinava sobre um possível/e profícuo futuro de MRS não como político mas como comentador).

2 - PARA MIM, DE SINAL POSITIVO, OCORREU SEGUNDA FEIRA NO ESPAÇO HABITUAL DA TVI 24 DO PROGRAMA OLHOS NOS OLHOS DO SR. MEDINA CARREIRA. MEDINA CARREIRA TROUXE-NOS DESDE HÁ MUITOS ANOS, FACE Á SUA FRONTALIDADE/SINCERIDADE, UMA BRISA FRESCA DE ANÁLISE SOBRE O PAÍS, DO COMO/PORQUÊ/POR QUEM/QUE FAZER. NA PASSADA 2ª FEIRA DEU INÍCIO A UMA SÉRIE DE 3 PROGRAMAS QUE PROCURAM ANALISAR O PAÍS NAS SUAS PRINCIPAIS VERTENTES NAS ÚLTIMAS SEIS DÉCADAS. NESTA SUA PRIMEIRA ANÁLISE DEDICADA AO PERÍODO ATÉ Á VINDA DA TROIKA, DEIXOU-NOS UMA CLARA E DIRECTA COMPREENSÃO DO QUE OCORREU. ENTRE OS VÁRIOS ÍTENS DE ANÁLISE, A CERTA ALTURA, O PIVÔT SR. JOSÉ ALBERTO CARVALHO, INTRODUZIU ESTES DOIS FACTOS:

a) MAS, COMO EXPLICARIA MC, A EVOLUÇÃO SOB OS DIVERSOS PRISMAS NOS ANOS AINDA DO SÉCULO XX RELATIVAMENTE AO VERIFICADO APÓS INÍCIO DOS ANOS 2000?.. MC SEM QUALQUER HESITAÇÃO E DE FORMA ANALÍTICA REFERIU QUE AS RAZÕES SE DEVERAM, UM TANTO POR CONDICIONALISMOS EXTERNOS MAS PRINCIPALMENTE POR MÁ GOVERNAÇÃO QUE IDENTIFICOU(exibindo gráficos elucidativos);

b) PASSANDO PELA ABORDAGEM DO NÍVEL DA DÍVIDA NO TEMPO, MC CONCRETIZOU O QUANDO/COMO/PORQUÊ(exibindo gráficos elucidativos) IDENTIFICANDO RESPONSÁVEIS, O PIVÔT INQUIRIU ENTÃO, COMO PERCEBER QUE FACE AO QUE SE PASSOU NESTES 4 ÚLTIMOS ANOS A DÍVIDA ESTEJA AO NÍVEL EM QUE ESTÁ?.. MC LIMITOU-SE A AFIRMAR ALGO DO GÉNERO, OH! ZÉ ALBERTO CARVALHO HÁ 4 ANOS COMEÇARAM A CHEGAR UNS TAIS CHEQUES;

- NO CASO DA AL.a), FICOU BEM PATENTE E MEDINA CARREIRA NÃO DEIXOU DE O REALÇAR VÁRIAS VEZES, QUE, NÃO SE DEVEU A UM MERO ACASO, O QUE SUCEDEU(de negativo), A PARTIR DE 2000-2001 (governava o ps/antónio guterres/lembremos-nos o pm que na sequência de umas eleições autárquicas em finais de 2001, aproveitou aquela noite eleitoral para se demitir aludindo a um certo pântano/enfim " fugiu! " de algo de que foi principal responsável). NÃO É QUE MC O TENHA ASSIM REFERIDO, MAS, FOI O QUE SEMPRE ACHEI, E JULGO VER NAS SUAS ENTRELINHAS.

- NO CASO DA AL. b),FICOU TAMBÉM BEM EVIDENTE(as razões voltam a ser as mesmas rectro) O SUCEDIDO QUANTO Á DÍVIDA, SÓ QUE MC RESSALVOU ALGO DE CONSEQUÊNCIA INEVITÁVEL,QUE PARECE SER OMITIDO(de propósito?) POR MUITOS, i.e. OS 70 E TAL MIL MILHÕES COM QUE OS TROIKANOS NOS "MATARAM A FOME!" NA SEQUÊNCIA DO ««MALVADO! DIA 06/04/2011»»IRIAM TER REFLEXOS NA DÍVIDA..FOI O DITO POR MC OU COMO DIGO EU, SERÁ MAIS UMA DAS CULPAS QUE TAMBÉM TÊMOS DE ASSACAR EM EXCLUSIVO A UM TAL PPC E NADA A UNS TAIS "ROSAS/SOCRATAS OU NÃO!"?

NOTA DE RODAPÉ - HÁ ANOS QUE GOSTO DE SEGUIR AS OPINIÕES DOS SUPRA DOIS COMENTADORES TELEVISIVOS, MAS, DEVO DIZER, DE HÁ UNS TEMPOS PARA CÁ , ENQUANTO, AS INTERVENÇÕES DE MARCELO REBELO DE SOUSA PECAM DE UMA CERTA TÁCTICA(parecendo-me mesmo em perda de brilho), AS INTERVENÇÕES DE MEDINA CARREIRA MANTÊM-SE FIÉIS Á FRONTALIDADE/SINCERIDADE/SIMPLICIDADE/ ISENÇÃO A QUE NOS HABITOU DESDE SEMPRE(mais como uma das poucas vozes que merecem cada vez mais ser ouvidas, peze embora "aqueles!" que lhe chamam ««velho do restelo ou marca do pessimismo»»).......

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:57

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