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http://www.publico.pt/politica/noticia/funcionarios-publicos-que-ganham-mais-de-1500-euros-vao-ter-todo-o-salario-de-volta-em-2016-1674591

Se for reeleito, Passos admite devolver só 20% dos cortes salariais em 2016...Primeiro-ministro começou por dizer que a reversão será de 20% em 2015 e integral no ano seguinte. Mas mais tarde afirmou que, se for reeleito, irá propor devolver outros 20% em 2016.

O primeiro-ministro deixou claro nesta quinta-feira que pretende manter o plano de devolver gradualmente os cortes salariais aos funcionários públicos. Isto apesar de poder contrariar o Tribunal Constitucional, que "chumbou" a ideia tal como estava plasmada numa lei apreciada preventivamente em Agosto, a pedido de Cavaco Silva e do Governo.

No arranque do debate sobre o Orçamento do Estado para 2015, Passos Coelho considerou que este será "um momento de viragem na recuperação dos rendimentos dos portugueses e do seu poder de compra”, dando como exemplo a reversão de 20% dos cortes salariais aplicados à função pública.

Mais à frente acrescentou: “Os funcionários públicos beneficiamda reversão dos cortes que foram feitos no contexto da emergência financeirpara vencimentos acima desse montante a reversão será de 20% a. Esta reversão é total para todos os trabalhadores do Estado com rendimentos até 1500 euros. E em 2015, e integral no ano seguinte.E acrescentou um enigmático: “Se outras propostas não forem feitas entretanto.”

Foram precisas quase duas horas para perceber o que Passos Coelho queria dizer. Aproveitando críticas do deputado José Luís Ferreira, d'Os Verdes, sobre a duvidosa constitucionalidade da reposição faseada dos salários e da sua remissão para o futuro, o primeiro-ministro voltou ao assunto para ser um pouco mais claro.

Lembrou os constrangimentos da decisão do Tribunal Constitucional (TC) de Agosto e deixou uma promessa: "Nos termos da decisão do TC, a reversão salarial deverá ser total em 2016. Se eu for primeiro-ministro (...) proporei que a reversão salarial seja de 20% em 2016, como tem sido a posição pública do Governo. Não deixarei de apresentar propostas de acordo com aquilo que seja razoável e exequível."....(CONTINUA)

Comentários:

 

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Estava na altura neste " que alguns já consideram de um incidente ", sintonizado na SICN que transmitia a abertura da discussão na AR do debate na generalidade do OE/2015, ao momento em que a sua jornalista privativa naquele local, fez mais do que uma vez " gáudio " de uma dita contradição do sr. PM entre o seu discurso de abertura e em seguida numa resposta a um deputado e de que lhe parecia que os deputados estariam distraídos ao não notá-la...pois, muito bem, não me pareceu nem um incidente nem uma gaffe(como ao sr. Ferro Rodrigues), mas sim a algo a que muitos parece ainda não perceberam "ao tal, habituem-se/sic António Vitorino " relativamente a PPC quanto a uma das suas facetas " a determinação ",é isso que está subjacente ao que disse(convem ver bem o que disse), goste-se ou não !!!

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publicado às 19:05

O SR. ANTÓNIO COSTA, O ACTUAL MAIOR(!) DO PS, TIROU FINALMENTE "UMA GRANDE IDEIA DA CARTOLA", SENÃO REPAREM:

http://www.publico.pt/economia/noticia/costa-junta-camaras-da-regiao-de-lisboa-para-1674432

Costa junta câmaras da região de Lisboa para pedir intervenção do Provedor de Justiça nas 35 horas

Câmaras da Área Metropolitana de Lisboa pedem ao Provedor que requeira a inconstitucionalidade da lei que obriga Governo a participar na negociação dos acordos colectivos das autarquias. Cascais e Mafra ficam de fora.

MAS...JÁ AGORA...VEJA-SE... COMO E QUEM LHE RESPONDE:

BLOG - Causa Nossa

quarta-feira, 29 de Outubro de 2014

E os munícipes estão de acordo?
Nunca percebi por que é que o horário de trabalho semanal na função pública tinha menos cinco horas do que no setor privado (para remunerações muitas vezes superiores). E agora que a norma é igual, não percebo porque é que há alguns municípios que querem derrogar essa norma e manter o antigo horário de trabalho reduzido (embora alguns comecem a hesitar).
De duas, uma: ou têm pessoal a mais para as tarefas que têm ou trabalho a menos para o pessoal que têm, o que dá no mesmo. A pergunta que importa fazer é saber se os munícipes, que pagam os impostos e taxas municipais, estão de acordo com a derrogação.

 

 

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publicado às 19:05


SABOTAGENS?...SIM?...OU NÃO?

por O Fiscal, em 29.10.14

CITIUS - PARECE QUE SE FALA EM POSSÍVEL SABOTAGEM...AH!...AGORA QUE SE APROXIMA " O DIA DAS BRUXAS "...DIRIA EU...««« NÃO CREIO EM BRUXAS, MAS QUE ELAS EXISTEM, EXISTEM! »»»:

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/director-da-rede-informatica-da-justica-suspeito-de-alegada-sabotagem-ao-citius-1674507

 

Director da rede informática da Justiça suspeito de sabotagem ao Citius

Dois visados pela auditoria às falhas no Citius trabalham no próprio instituto do Ministério da Justiça. São funcionários da PJ mas estão fora da polícia em comissão de serviço há mais de seis anos.

O director da rede informática da Justiça no Instituto de Gestão Financeira e dos Equipamentos da Justiça (IGFEJ) é um dos suspeitos visados no relatório do próprio instituto que aponta para uma alegada sabotagem do sistema, adiantou fonte judicial ao PÚBLICO. Por via desse bloqueio, os tribunais estiveram 44 dias paralisados.

Além desse responsável serão ainda imputadas responsabilidades a outro técnico de informática. Ambos integram a estrutura de chefia intermédia do IGFEJ e são originalmente funcionários da carreira de apoio na Polícia Judiciária, mas nunca estiveram ligados à área da investigação. Não são por isso inspectores e há mais de seis anos, garantiu fonte da PJ, que estão na prática sem exercer funções na polícia. Trabalham em regime de comissão de serviço no IGFEJ.

O relatório conterá indícios de que chefias intermédias terão omitido informações importantes na preparação do sistema para a reforma judiciária. De acordo com fonte da PJ terá existido incompetência na liderança da rede informática e dos problemas que foram registados, mas não terão sido completamente reportados à presidência do IGFEJ e do Ministério da Justiça. A mesma fonte policial garantiu que os problemas na rede do Citius e do IGFEJ já estavam há muito assinalados.

A situação está, porém, a gerar polémica no seio da tutela da Justiça, do Ministério Público e até da PJ com responsáveis divididos quanto ao assunto. Se há quem ache que as suspeitas são legítimas e os visados devem ser investigados, algumas fontes nessas instituições deram conta ao PÚBLICO de alguma indignação por considerarem não existir qualquer indício pelo qual se possam apontar responsabilidades aos dois funcionários. Pelo contrário, são descritos como profissionalmente capazes e responsáveis.

O PÚBLICO tentou, sem sucesso até ao momento, contactar o director em causa através do IGFEJ. O presidente do instituto, Rui Pereira, recusou prestar esclarecimentos sobre este assunto. O PÚBLICO questionou ainda o Ministério da Justiça que recusou comentar este assunto.

O responsável com funções de director no IGFEJ passou também anteriormente pelo Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa onde esteve ligado à área da informática. As suas funções, porém, não tinham naquele departamento qualquer ligação ao Citius. O DIAP de Lisboa não usa aquele sistema informático. Ali, o actual director no IGFEJ esteve envolvido no apoio ao desenvolvimento de uma aplicação informática de gestão de inquéritos. Trata-se da Aplicação para a Gestão de Inquéritos-Crime (AGIC).

O documento foi enviado pelo Ministério da Justiça para a Procuradoria-Geral da República (PGR) que decidiu entretanto abrir um inquérito ao caso. A direcção do inquérito não foi, contudo, atribuída ao DIAP de Lisboa nem ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal de Lisboa (que investiga casos mais complexos), como é habitual noutros casos. Será a própria PGR a investigar o caso. A investigação foi encaminhada para o procurador Pedro Verdelho, coordenador do Gabinete do Cibercrime que funciona na própria Procuradoria.

A procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, sustentou essa decisão com a “complexidade processual e à repercussão social da matéria em investigação”, como previsto no Estatuto do Ministério Público. Ao PÚBLICO, a PGR salientou ainda “os especiais conhecimentos técnicos deste magistrado”, importantes na natureza da do que está em causa neste inquérito.

No despacho enviado sexta-feira à PGR, a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, considera poder estar em causa um crime de sabotagem informática previsto na Lei do Cibercrime. Sugere nesse âmbito à procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, a instauração de um inquérito-crime. A lei prevê uma pena até 10 anos de prisão para quem “perturbar gravemente o funcionamento de um sistema informático”. 

Comentários:

 

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Antes de mais, desculpem-me a ousadia, para o que vou escrever, pois não possuo qualquer prova, mas tenho grandes dúvidas...o que se passou nos casos Citius e ME é de tal modo anacrónico que só pode levantar fortes suspeitas diria de " sabotagem "..isso pode por vezes acontecer quando quem ganha eleições se limita a substituir os altos quadros, desprezando as chefias intermédias, de nomeação política...perguntar-me-ão/mas como assim?...repare-se...se atentarmos bem nas diversas tentativas e seus moldes, conduzentes á queda do governo de PPC, desde há pelo menos 2 anos e até agora infrutíferas, porque não, admitir que se tentasse uma via de um puro " caos " em sectores vitais e fundamentais da governação, como são a justiça e educação?...será?...não será?...aguardemos por dados...!!!!

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publicado às 18:41

http://www.publico.pt/economia/noticia/recuo-dos-parceiros-deixa-portugal-mais-exposto-a-criticas-de-bruxelas-1674438

 

Recuo dos parceiros na questão do défice estrutural deixa Portugal mais exposto a críticas de Bruxelas

Cinco países já cederam à pressão da Comissão Europeia e reviram as suas propostas de orçamento de Estado.

Depois de França, Itália e Áustria terem cedido às pressões das autoridades europeias para reverem as suas propostas de orçamento de Estado, Portugal é cada vez mais um dos países da zona euro com uma redução mais modesta do seu défice estrutural em 2015, ficando mais exposto à possibilidade de críticas da Comissão.

Os três países faziam parte, em conjunto com a Eslovénia e Malta, do grupo de estados que, de acordo com a agência Reuters, tinham recebido um pedido de informação adicional de Bruxelas sobre as suas propostas de orçamento. Esta é a forma que a Comissão Europeia tem de sinalizar aos Governos nacionais que, caso não procedessem a mudanças nos seus orçamentos, receberiam até ao final desta quarta-feira um pedido oficial e público de correcção das propostas orçamentais antes de serem votadas pelos respectivos parlamentos.

A Comissão estava em particular preocupada com o facto de estes cinco países apresentarem uma redução do défice estrutural (o défice que leva em conta a evolução da conjuntura económica e que retira da análise as medidas extraordinárias) menor do que o prometido e inferior aos 0,5 pontos exigido pelo Tratado Orçamental.

Itália e França, que nos dias anteriores tinham publicamente desafiado as pressões de Bruxelas, acabaram por recuar. Cada um dos Governos vai proceder a alterações nas propostas de orçamento que tinham entregue nos parlamentos. Em ambos os casos, embora não cumprindo ainda aquilo que estava acordado com as autoridades europeias, os défices nominais e estruturais foram revistos em baixa. A Itália anunciou esta terça-feira ao fim do dia que o défice estrutural irá reduzir-se 0,3 pontos percentuais, em vez dos iniciais 0,1 pontos.

A Áustria, que no seu orçamento inicial, previa a manutenção do défice estrutural em 1%, também decidiu esta terça feira que iria apresentar medidas adicionais que permitiriam um corte do défice de 0,3 pontos.

Portugal, que não está entre os cinco países a quem a Comissão terá pedido informações adicionais, mas que está desde esta terça-feira a ser visitado pelas autoridades europeias no âmbito da primeira monitorização pós-programa feita pela troika, fica assim numa posição mais frágil relativamente ao seu próprio orçamento.

Na proposta de OE entregue pelo Governo ao Parlamento e a Bruxelas, prevê-se um défice nominal de 2,7% em vez dos 2,5% prometidos à troika. E o défice estrutural baixa apenas de 1,3% em 2014 para 1,2% em 2015. Se a Comissão Europeia insistir que Portugal tem de cumprir a redução de 0,5 pontos prevista nos tratados, Portugal pode ter problemas.

O Governo tem apresentado como argumento nesta discussão o facto de as anteriores previsões para o défice estrutural, usando uma metodologia estatística diferente, apontarem para uma redução de 2,2% em 2014 para 1,3% em 2015. Nesse caso, apesar de a redução do défice estrutural ser muito mais acentuada, o valor final ainda fica acima do que é agora previsto, com a nova metodologia.

 

Comentários:

 

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Ainda não sabemos se o governo de PPC terá ou não também de recuar no respeitante ao OE 2015 em apreciação em Bruxelas...mas de uma coisa já têmos conhecimento... dois " galaritos! " de países, como a França e a Itália (já agora é bom lembrar governados por socialistas) que de vez em quando lá se põem em bicos de pés perante Bruxelas/e em afrontamento á Alemanha de Merkel(ah! convém recordar que o governo alemão tem na sua coligação os socias democratas),depois de ameaçarem que não iam cumprir com meta de défice, meteram " a viola no saco/recuando enquanto é tempo "...pois é...espera-se que o ««nosso!»» PS e mais concrectamente o sr. António Costa, seja capaz, de extrair daqui alguma lição...!!!!!

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publicado às 23:58


MESMO NA " BUCHA " !

por O Fiscal, em 28.10.14

SOBRE O DITO " ESTADO SOCIAL " DO GOVERNO DE PEDRO PASSOS COELHO E ATAQUES QUE LHE VEM INFRINGINDO, SEGUNDO OS ALERTAS DE CERTAS IMPORTANTES(?) INDIVIDUALIDADES DA NOSSA PRAÇA, DEIXO AQUI A OPINIÃO( QUE ASSINO EM BAIXO) DE ALGUÉM (COM A DEVIDA VÉNIA) ALTAMENTE INSUSPEITO DE CONOTAÇÃO POLÍTICA COM PPC:

 

BLOG - Causa Nossa

terça-feira, 28 de Outubro de 2014

Exagero

Tendo Portugal uma despesa social agregada bem acima da média da OCDE (26,4% do PIB contra 21,9% respetivamente, números referentes a 2013), a ideia de que o Estado social em Portugal está em vias de desaparecer é ligeiramente exagerada. Há vinte anos era apenas 10%!
Maior é ainda a diferença de encargos com as pensões, que representam mais de 12% do PIB entre nós, enquanto não chegam a 8% na média OCDE.

 

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publicado às 22:27

http://www.publico.pt/politica/noticia/marcelo-responde-a-passos-e-diz-que-o-ataque-a-comentadores-e-o-caminho-do-fim-1674231

 

Marcelo responde a Passos e diz que ataque a comentadores "é o caminho do fim"

Ex-líder do PSD avisa que ou o Governo “dá a volta” em termos de discurso, de propostas e de imagem ou então não haverá dinâmica.

Marcelo Rebelo de Sousa reagiu neste domingo às críticas que o primeiro-ministro fez no sábado aos comentadores políticos e aos jornalistas, acusando-os de serem “preguiçosos” e “patéticos". O antigo líder do PSD afirmou que quando isso acontece “é um sinal do caminho do fim”. “Foi assim com Marcelo Caetano, foi assim com Cavaco Silva, foi assim com José Sócrates”, disparou.

Considerando que Pedro Passos Coelho se estava a referir aos comentadores económicos, o professor e comentador da TVI declarou que “os políticos quando estão a fazer politica - eu já passei por essa experiência- e estão a ser zurzidos sobretudo quando as coisas não correm bem - e agora não estão a correr bem nestes tempos de crise -, o que acontece é que levam muita pancada, pancada, pancada e às tantas têm assim uma espécie de quase volúpia de dizer: que diabo já levámos muita pancada, agora é a vez de nós batermos nos comentadores”.

No seu habitual comentário político de domingo à noite da TVI, Marcelo considerou que este ataque aos comentadores e jornalistas decorre da dúvida quanto ao futuro que paira nos dois partidos que sustentam o actual Governo. “Num momento em que, de facto, nas hostes do PSD e do CDS circula uma certa dúvida sobre como vai ser o futuro, há um número que é (...) numa reunião fechada [Jornadas Parlamentares conjuntas dos dois partidos este sábado em Lisboa] com deputados dizer: 'amigos, os maus são aqueles que batem em nós' e aí os aplausos são frenéticos, são frenéticos porque as pessoas querem ouvir qualquer coisa que explique o que é que se está a passar. A culpa não é do Governo não é da imagem o Governo, não é da gestão política do Governo, a culpa é dos mauzões que estão lá fora a dizer coisas que não correspondem à realidade”.

Aludindo à sua experiência como comentador político, o ex-líder do PSD disse que os ataques aos comentadores e à comunicação social não são de hoje. “No tempo de Marcelo Caetano era assim, mas podia recordar umas fases menos boas de Mário Soares, recordar as forças de bloqueio de Cavaco Silva – era Cavaco a esvaziar – , a fase da obsessão de Sócrates com Manuela Moura Guedes, com José Manuel Fernandes, com os jornais. Quando se entra nisso, está escrito nos astros, como dizia o outro [numa alusão a Pedro Santana Lopes] não é um bom sinal ou, pelo menos, dá a sensação de não ser um bom sinal, é um sinal de alguma debilidade”.

Sócrates fala de espectáculo de “incompetência”
No mesmo da opinião de Marcelo foi o comentário de José Sócrates na RTP. “Juntar os jornalistas e comentadores às forças de bloqueio que não compreendem a sua governação é uma estratégia errada. Dá aspecto do desesperado que está a perder o pé”, disse o antigo primeiro-ministro, voltando a criticar duramente a acção deste Governo e dizendo que “a principal surpresa” para o primeiro-ministro “ainda está para vir quando formos a eleições”: “Nessa altura, perguntar-se-á não aos jornalistas, mas sim ao povo português o que pensa deste orçamento.”

Sócrates disse ainda que Passos Coelho “gostaria de ter melhor imprensa”, mas considerou culpado pelas críticas, dado o “espectáculo de incompetência” que apresenta todas as semanas. Criticando concretamente ministros como Nuno Crato (Educação) e Rui Machete (Negócios Estrangeiros), Sócrates disse que “os ministros não são capazes de gerir as máquinas administrativas dos seus ministérios.”

No fecho da análise às críticas do primeiro-ministro a jornalistas e comentadores, Sócrates disse ainda não se sentir atingido pelas palavras do primeiro-ministro, afirmando que Passos se estaria a referir aos comentadores da sua área política.

Marcelo atira Durão para fora-de-jogo
Marcelo falou ainda de uma eventual reedição da coligação entre PSD e CDS em 2015. Disse que a “coligação não vive os seus melhores momentos e não vivendo os seus melhores momentos a ideia de adiar por cinco ou seis meses a constituição de uma nova coligação ou reafirmar a coligação para as eleições daqui a um ano não será a melhor. “Quando lá chegarem em que estado estará a coligação?” Moribunda? “Não sei se estará moribunda, mas a este ritmo não sei se estará muito fortalecida”. E concluiu a questão com um conselho: “Ou o Governo dá a volta em termos de discurso, em termos de propostas, em termos de imagem pública e a coligação pode constituir-se mesmo em cima das eleições que isso não faz diferença nenhuma, ou não, e temo que aí a constituir-se a coligação a dinâmica interna já seja muito fraca”.

O professor comentou também os dez anos de Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia e aproveitou para dizer que a “forte probabilidade” de o ex-primeiro-ministro regressar ao fim de dois mandatos a Portugal para ser candidato presidencial deixou de fazer sentido. “Correu tudo ao contrário. O contexto mudou-se. Em vez de Bush foi Obama, em vez de Tony Blair é Cameron, em vez de Chirac foi Sarkozy e agora Hollande, Merkel assumiu a liderança europeia”, declarou, acrescentando que também em Portugal “correu tudo errado na óptica dele”.” Aquilo que parecia um mundo e uma Europa em 2004, é outro mundo, outra Europa e outro Portugal dez anos depois”, afirma Marcelo, considerando que Durão Barroso não tem hoje condições políticas para ser candidato à Presidência da República em 2016.

“Durão Barroso tem ainda a hipótese de poder ser daqui a cinco anos ou daqui a dez anos e até lá poder desempenhar funções, fazendo conferências por esse mundo fora, ir para universidades ou ir para empresas”, disse, considerando que “mais facilmente Santana Lopes tem condições para concitar o apoio da liderança do partido e, porventura, do centro-direita, do que Durão Barroso”.

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Comentadores...há-os para aí aos montes...é verdade que cá pelo nosso burgo lhes está reservado um papel que de certo modo competiria a 2 outros líderes, refiro-me ao PM versus líder da oposição, que deveriam periódicamente debater nas TV´s os temas mais importantes(como acontece nos países de normal democracia), mas infelizmente isso entrou em desuso desde os anos 80...de facto PPC na crítica atroz que lhes fez, cometeu, penso um erro, ao optar pela generalização dos visados e agora é vê-los a "tirar a água do capote",como é aqui o caso dos srs. MRS e JS(note-se como seria conveniente os portugueses saberem/não o quanto/ mas como é feita a tributação em IRS das verbas/chorudas!/que percebem)..ah! e outra coisa..deveriam ter a ombriedade de reconhecer quando erram nos seus comentários !!!!

 

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publicado às 22:34

EM ADITAMENTO AO MEU ÚLTIMO POST DE 21 DO CORRENTE, SOBRE ESTA TEMÁTICA " BESGATE ", ESTANDO OS ACÓLITOS CONVOCADOS PARA A PROCISSÃO CONCENTRADOS AINDA NO ADRO DA IGREJA «« ESPÍRITO SANTO »» E DE TAL MODO DIVIDIDOS, EIS QUE FOI POSTO Á SUA DISPOSIÇÃO, PARA MEDITAÇÃO, COMO QUE UMA ESPÉCIE DE " BÍBLIA ", QUE AQUI DEIXO EM PISTA:

http://www.publico.pt/economia/noticia/cronica-do-fim-do-imperio-1673213

BES: Crónica do fim do império....

Primeira parte da queda do BES

  • Crónica do fim do império

    Uma actuação imprudente e de suspeita de ilicitudes do seu accionista, o GES, contribuiu para o fim de um grupo com quase 150 anos.

    http://www.publico.pt/economia/noticia/a-recta-final-1673982

    SEGUNDA PARTE DA QUEDA DO BES

    BES – A recta final

    Uma análise aos últimos oitos meses de vida do Grupo Espírito Santo revela que o banco era na prática o gestor de tesouraria da Portugal Telecom. O colapso do GES não poderia, por isso, deixar ilesa a PT. E um banqueiro caiu em desgraça. Esta é a segunda parte da história do fim de um império.
     

    Comentários:

    JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

    Aposentado , Abrantes

    Dediquei, com agrado e muita atenção, algum do meu tempo, á leitura deste trabalho jornalístico(S/BES - Crónica do Fim do Império - I Parte-A Queda de Um Império e esta II Parte- BES: A Recta Final) e antes de mais, julgo ser meu dever, felicitar aqui o Público e a sua jornalista srª Cristina Ferreira, pela excelência do mesmo, pois peze embora o ainda em cima da hora(que o distanciamento no tempo certamente poderá permitir de maior aprofundamento e desapaixonamento de análise), para já permite-nos ter uma súmula preciosa de um acontecimento que muitos ainda não há muitos meses sequer julgariam ser expectável e que quiçá nos poderá ajudar na compreensão da envolvência política/económica/financeira e seu contexto em que tal sucedâneo nasceu/cresceu/agoniza...!!!!

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publicado às 00:09


UM POUCO MAIS DE COERÊNCIA, sff

por O Fiscal, em 25.10.14

http://www.publico.pt/politica/noticia/passos-acusa-comentadores-e-jornalistas-de-serem-pateticos-e-preguicosos-1674133

Passos acusa comentadores e jornalistas de serem “patéticos” e “preguiçosos”

Primeiro-ministro encerrou jornadas parlamentares da maioria PSD/CDS.

Numa intervenção sobre o Orçamento do Estado para 2015, Passos Coelho virou-se contra os jornalistas e comentadores. “Preguiçosos” e “orgulhosos” foram as palavras que usou para qualificar o que se ouve nas televisões e se lê nos jornais, e que considerou ser “patético”.

O momento mais inflamado do discurso – que encerrou as jornadas parlamentares da maioria PSD/CDS – aconteceu quando o primeiro-ministro atacou comentadores, depois de se ter referido a jornalistas também. “Todos os comentadores e jornalistas podem olhar para os números e saber o que eles dizem”, afirmou, para logo lamentar: “Pena que para neste exercício de coerência muitos sejam preguiçosos e às vezes orgulhosos. Têm-se dito no debate público inverdades como punhos”.

Depois, Passos Coelho, falando sempre num Orçamento coerente, sublinhou que a despesa pública caiu, mas que isso não é reconhecido. “Pasme-se que imensa gente escreveu e anunciou publicamente que não era assim. Estávamos como em 2011, estamos na mesma. É oficial, se ouvirmos as televisões, lermos nos jornais, os cortes não existiram, os sacrifícios e austeridade não existiram, os portugueses estão equivocados, estamos como estávamos em 2011”, ironizou. “Chega a ser patético verificar a dificuldade de gente que se diz independente tem de assumir que errou, que foi preguiçosa, que não leu, que não estudou, não comparou, que não se interessou, a não ser em causar uma boa impressão de dizer ‘Maria vai com as outras’, o que toda gente diz porque fica bem”, afirmou, arrancando uma forte salva de palmas.

Sem nunca se referir a nomes ou perfis dos comentadores, Passos Coelho desafiou a que se retractassem. “Quando o Governo erra exige-se que peça desculpa – já aconteceu – e dê a mão à palmatória. Mas, se nós podemos reconhecer os nossos erros, porque é que aqueles que informam os portugueses e informam mal não devem dar a mão à palmatória e pedir desculpa?”, questionou. Depois, o primeiro-ministro exigiu ainda “rigor” na informação que é prestada aos portugueses pelos partidos da oposição........

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Como expectador e leitor atento, também acho que há por aí muitos comentadores/analistas/jornalistas, quiçá um tanto " preguiçosos/orgulhosos/mesmo até patéticos! ", alguns deles pagos a peso de oiro(sem que aos portugueses seja sequer possível, pelo menos, saber como é feita a sua tributação fiscal por tal desiderato), diria até mais, que movidos por "uns certos ódios de estimação", pelo que, não me custa nada reconhecer alguma razão ao sr. PM, mas, como também e felizmente têmos alguns bons profissionais na área, entendo, que não assiste ao sr. Pedro Passos Coelho o direito " á generalização ", pois de duas uma, ou se tem a coragem de " por o nome aos bois " ou é preferível não enveredar pelo que quiçá seja " pura demagogia "...!!!!

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publicado às 19:35

http://www.publico.pt/politica/noticia/exviceconsul-foi-interrogado-mas-faltaram-condicoes-para-o-colocar-em-prisao-preventiva-1674078

 

Ex-vice-cônsul foi interrogado mas faltaram requisitos para o colocar em prisão preventiva

Adelino Vera-Cruz Pinto é procurado pela Interpol por suspeita de burla a uma Igreja no Brasil. Foi visto ao lado de António Costa na noite das primárias do PS.

Multimédia

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publicado às 00:26


EM BUSCA DE UMA " ONG "!

por O Fiscal, em 22.10.14

http://www.publico.pt/politica/noticia/ministerio-do-emprego-nao-encontra-processos-da-ong-de-passos-coelho-1673695

 

Projecto para Angola que nunca saiu do papel está desaparecido. O fisco analisou em 2004 um pedido de isenção de IRC relacionado com o financiamento do CPPC. O autor deverá ter sido a Tecnoforma de que Passos era administrador.

Comentários:

JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES

Aposentado , Abrantes

Ora bem...segundo o aqui noticiado...afinal de contas...haverá documentos essenciais relacionados com a ONG já conhecida em todo o mundo português e arredores pela sigla " PPC ", que andarão desaparecidos das instituições oficiais a que deveriam estar afetos, pelo que me lembrei " não estarão arrecadados num andar ali para os lados de Massamá-Queluz?...mas caso aí também não sejam encontrados... lembrei-me também agora de ««« uma deixa trazida no blog sapo " portugalamordacado " aqui há uns dias versando uma tal denúncia anónima á PGR sobre esta temática afinal aqui em questão, em que se alvitrava que quiçá um tal político rosa ali da zona de Oeiras pudesse dar uma ajuda sobre a matéria! »»»...,pelo que, é conveniente explorar todas as pistas que levem a um cabal esclarecimento..!!!!

ADENDA - EM ADITAMENTO AO SUPRA, ATENDENDO A QUE HOJE(5ªFEIRA-23/9) FOI PUBLICADO MAIS ALGO, QUE PODE SERVIR DE PISTA AO ESCLARECIMENTO, SEJA POR QUE PONTO DE VISTA FOR, AQUI FICA:

http://www.publico.pt/politica/noticia/estado-anulou-em-2011-um-financiamento-de-727-mil-euros-atribuido-a-tecnoforma-1673818

Estado anulou em 2011 um financiamento de 727 mil euros atribuído à Tecnoforma

O Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu reclamou em tribunal a restituição de cerca de 66 mil euros “indevidamente recebidos” pela empresa. Financiamento de acções de formação foi revogado por incumprimento em Julho de 2011.

Comentários:

  1. JOÃO ALEXANDRE-ABRANTES
  2. Aposentado , Abrantes
  3. Há aqui...qualquer coisa...que...não bate certo?...ou será que bate?...ainda ontem, fomos confrontados, com o trabalho jornalístico tendo por base o desaparecimento de documentos essenciais correlacionados á " ONG DE PPC ", esta por sua vez muito ligada à Tecnoforma, portanto querendo deixar subentendido relativamente a esta temática subjacente que ainda não se consegue perceber ser " puramente mediática " ou " de interesse público " ter havido procedimentos censuráveis por parte do sr. Pedro Passos Coelho...então e agora é-nos dito que em julho de 2011 foi anulado um financiamento à TF, precisamente quando PPC já é PM...é caso para dizer «« eh! pá..a bota não bate com a perdigota »»...!!!!

José António Cerejo

Grande repórter

Só dois esclarecimentos: Conforme se lê na notícia, a Tencoforma de 2011 já não era exactamente a mesma do tempo (2002-2007) em que teve Passos Coelho como consultor e depois adminsitrador.O advogado João Gonçalves, seu amigo e ex-dirigente da JSD, tinha saído em 2008, em litígio com os sócios (juntamente com os quais havia adquirido a maioria do capital da Tecnoforma em 2002). Por outro lado, a inspecção que levou à anulação do subsídio é de Maio de 2011 e PC só tomou posse em Junho de 2011 - o que não quer dizer, obviamente, que se fosse posterior a decisão não fosse a mesma.

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